Olá, pessoal
Ando meio sumida deste blog, mas não esqueci dele, nem de vocês!!
Mas agora ando envolvida na construção de um projeto em que compartilho com vocês os meus Hobbies, já que este blog é voltado para os assuntos mais "sérios" (hehe), ou seja, profissionais e curiosidades do mundo acadêmico e cultural.
Quero apresentar a vocês o meu novo blog: Hobbies da Nat (clique no nome para abrir a página)
Neste blog descrevo detalhadamente os meus projetos que faço além do trabalho e não profissionalmente, apenas por hobby. São projetos como Scrapbook, pinturas, lembrancinhas, reforma de material escolar (cadernos), além de comprinhas que faço de materiais da área e outros conhecimentos.
Também tem o canal no Youtube do blog, ou este blog é do canal (já que fiz o canal primeiro) ehehehe. Se quiserem acessar, tem o mesmo nome, mas se quiser uma porta direta para isso, clique aqui.
Entrem e espero que gostem!!!
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8 de agosto de 2017
28 de março de 2016
Milhões de pessoas viram este quadro e não perceberam o que Van Gogh estava revelando
Vincent van Gogh pintou «A noite estrelada» em junho de 1889, um ano antes de sua morte. Este quadro é conhecido não apenas como um dos melhores trabalhos do artista, mas como uma das obras mais importantes de toda a história da pintura.
Em 2004, com a ajuda do telescópio espacial ’Hubble’, os cientistas observaram o vórtice de nuvens de pó e gás que rodeava uma estrela distante. Imediatamente, lembraram do quadro de Van Gogh.
Eles começaram a estudar com detalhe a luz na pintura do artista e encontraram um padrão diferente das estruturas líquidas e turbulentas.
Acontece que, quando o famoso pintor estava no hospital, na França, ele registrou um dos conceitos mais complexos e difíceis de alcançar na ciência: a turbulência.
A turbulência é um conceito na mecânica dos fluidos em que as partículas se misturam de forma não linear, isto é, de forma caótica e com o aparecimento de redemoinhos. Por exemplo, as nuvens se formam em função da turbulência. Visualmente, é assim que se vê:
Há mais de 100 anos, Van Gogh, sofrendo, foi capaz de perceber e expressar uma das mais difíceis noções extremas da natureza, e conectou em sua imaginação os maiores mistérios da circulação e da luz.
Após analisar os quadros com a luz ’pulsante’ de outros impressionistas, onde também é possível ver a inquietação, os pesquisadores chegaram à conclusão de que suas obras não são tão matematicamente precisas como as criações de Van Gogh. Até mesmo ’O Grito’, de Edvard Munch, está longe de conseguir mostrar a turbulência.
Nos tempos mais escuros de sua vida, Van Gogh conseguiu, de maneira brilhante, capturar um dos conceitos mais complexos da física e da matemática.
Fonte: Incrível. Acesso em 26.03.16
16 de fevereiro de 2016
Como as princesas da Disney cantariam em seu idioma nativo
Ou você achava que o idioma nativo da Elza era o inglês?
A magia da Disney não só nos levou a descobrir a existência de várias partes do mundo, mas também nos fez acreditar por um momento que todos no mundo falam a mesma língua: inglês .
Sim, é verdade que é a língua universal, mas às vezes seria bom variar um pouco e mostrar as princesas falando em seus idiomas nativos. O canal do Youtube Movie Munchies por isso decidiu postar dois vídeos para mostrar a diferença entre a língua inglesa e a língua nativa das princesas.
No primeiro vídeo, podemos ouvir como Ariel canta em dinamarquês, Mulan em mandarim, Jasmim e Aladinn em árabe, Elsa em norueguês e Rapunzel em alemão.
Neste segundo vídeo, a Bela canta em francês, Branca de Neve em alemão, Mágara em grego, Bela Adormecida (Aurora) em francês e Anna em norueguês.
Fonte: Catraca Livre. Acesso em 16 de fevereiro de 2016
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28 de janeiro de 2016
Desafio #230 - 8
8 - Uma música que não tenha letra
Apocalyptica - Path
Um som que vale a pena ser ouvido.
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Desafio #230,
música
22 de janeiro de 2016
Desafio #230 - 2
2 - Uma música que
você ache engraçada
Pedra Letícia - Teorema do Carlão
Se prestar atenção na letra da música, racha o bico. hehehe
Olha ela ai:
Ei você ai!
Isso vai mudar sua vida então,
Tente me ouvir,
Eu melhorei pra valer
Com o Teorema de Carlão
Eu vou passar para você
São quatro horas da manhã de sexta
E você não tem quem pegar
Eu vou te dar uma dica seu besta
Olhe pra lá e veja aquela moça
Aquela bem baranga
Ela diz pobrema
Ela tem bigode
Sem falar na pança
Tente entender
Ela quer ser feliz como você
Ela também tem coração
então faça uma boa ação!
Pegue uma baranga
Diga que a ama
Chama pra assistir DVD
Detona Juliana Paes
Critica Aline Morais
Declama:"EU PREFIRO VOCÊ!"
Não importa se ela é pesada
Você tem que carregar
Até o quarto sobe pela escada
Depois você toma um ar
E veja aquela moça
Aquela bem baranga
Ela diz pobrema
Ela tem bigode
Mas você a ama
Você entendeu
Ela quer ser feliz como você
Agora num só coração
Então faça uma boa ação!
Pegue uma baranga
Diga que a ama
Chama pra subir ao altar
E olha o bem que você faz
Quando a beija uma vez mais
No seu céu você guardou seu lugar
Então,
Pegue uma baranga
Diga que a ama
Chama pra assistir DVD
Detona Juliana Paes
Critica Aline Morais
Declama:"EU PREFIRO VOCÊ!"
Pegue uma uma baranga
diga que a ama
E chama pra subir ao altar
E olha o bem que você faz
Quando a beija uma vez mais
No céu você guardou seu lugar...
No céu você guardou seu lugar...
No céu você guardou seu lugar...
No céu você guardou seu lugar...
Pedra Letícia - Teorema do Carlão
Se prestar atenção na letra da música, racha o bico. hehehe
Olha ela ai:
Ei você ai!
Isso vai mudar sua vida então,
Tente me ouvir,
Eu melhorei pra valer
Com o Teorema de Carlão
Eu vou passar para você
São quatro horas da manhã de sexta
E você não tem quem pegar
Eu vou te dar uma dica seu besta
Olhe pra lá e veja aquela moça
Aquela bem baranga
Ela diz pobrema
Ela tem bigode
Sem falar na pança
Tente entender
Ela quer ser feliz como você
Ela também tem coração
então faça uma boa ação!
Pegue uma baranga
Diga que a ama
Chama pra assistir DVD
Detona Juliana Paes
Critica Aline Morais
Declama:"EU PREFIRO VOCÊ!"
Não importa se ela é pesada
Você tem que carregar
Até o quarto sobe pela escada
Depois você toma um ar
E veja aquela moça
Aquela bem baranga
Ela diz pobrema
Ela tem bigode
Mas você a ama
Você entendeu
Ela quer ser feliz como você
Agora num só coração
Então faça uma boa ação!
Pegue uma baranga
Diga que a ama
Chama pra subir ao altar
E olha o bem que você faz
Quando a beija uma vez mais
No seu céu você guardou seu lugar
Então,
Pegue uma baranga
Diga que a ama
Chama pra assistir DVD
Detona Juliana Paes
Critica Aline Morais
Declama:"EU PREFIRO VOCÊ!"
Pegue uma uma baranga
diga que a ama
E chama pra subir ao altar
E olha o bem que você faz
Quando a beija uma vez mais
No céu você guardou seu lugar...
No céu você guardou seu lugar...
No céu você guardou seu lugar...
No céu você guardou seu lugar...
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Desafio #230,
música
Quando Charlie Brown conhece o Soopy - fofura do dia
Na onda de cinema, estreou semana passada nos cinemas, o longa metragem do Snoopy. Venho mostrar um curta que é uma graça, que mostra o primeiro encontro de Charlie Brown e seu fiel companheiro Snoopy.
Espero que gostem.
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21 de janeiro de 2016
Desafio #230 - 1
1 - Uma música que te
lembre a sua infância
Daniela Mercury - O canto da cidade
Dancei esta música na formatura da Pré-escola. Muito infância!!!
Daniela Mercury - O canto da cidade
Como o filme da Pixar mistura Neil Gaiman, Charlie Kaufman, Mad Men e Polanski
O título engana. No original, Divertida Mente chama Inside Out (De Dentro para Fora). Aqui, essa animação da Pixar indicada ao Oscar ganhou um título bem mais direto que o original, já que o filme todo acontece dentro de um cérebro. Só que o trocadilho fácil do título brasileiro passa uma imagem falsa: a de que que o filme também é fácil, e feito para crianças. Não é.
Até dá para uma criança assistir Divertida Mente e, sei lá, se divertir. Mas o roteiro desafia, inclusive, a maior parte dos adultos. O cenário é o cérebro de uma menina de 11 anos. Lá dentro, na “sala de controle” da mente da garotinha, existem cinco personagens, cada um personificando uma emoção – quem já leu Sandman não vai estranhar: a premissa parece baseada na mitologia moderna de Neil Gaiman. Você tem a Raiva (encarnada num baixinho vermelho invocado), o Medo (um sujeito roxo com transtorno agudo de ansiedade), o Nojo (uma patricinha verde insuportável), a Tristeza (uma baixinha azul – blue, de tristeza – que parece a Velma do Scooby Doo na forma de um M&M). Por último, a protagonista da mente da menina, e do filme: a dourada Alegria (“Joy”, na versão original – uma comediante espevitada, feita à imagem e semelhança de sua dubladora, a Amy Poehler).
Esse povo todo tem dois trabalhos lá dentro. Um é controlar as formas como a menina responde aos estímulos do mundo. Se ela toma um choque na tomada, o Medo assume as rédeas. Se é contrariada, vem a Raiva. Sim, tudo bem óbvio. Mas o outro trabalho das emoções personificadas é mais complexo: formar a memória de longo prazo da menina. As memórias vão aparecendo na forma de bolas, iguais a da ilustração aqui em cima. Elas se materializam na sala de controle da mente o tempo todo, já que o cérebro grava memórias o tempo todo. E cada esfera carrega uma memória específica: uma pode representar uma discussão com os pais, outra uma brincadeira no parque… Se a emoção dominante na hora da discussão tiver sido a raiva, o que aparece na sala de controle é uma bola vermelha. Se a brincadeira no parque estava alegre, surge uma bola dourada. Depois de um tempo as bolas seguem para um tubo de sucção rumo à memória de longo prazo, onde ficam estocadas. E essa coleção de milhares de bolas, representando milhares de memórias, forma a personalidade da menina. Faz todo o sentido, porque no mundo real é a mesma coisa: jogue suas memórias no lixo, e você deixa de existir. Não sobra nem a consciência. Você é o que você viveu.
Alegria é a chefe ali dentro da mente da menina. Os outros sentimentos até assumem o controle de vez em quando, mas Alegria sempre retoma as rédeas, garantindo a felicidade geral e a formação contínua de memórias alegres para a dona do cérebro. Tristeza, coitada, mal consegue chegar perto da sala de controle: Alegria enxota ela na hora. Natural, porque a menina, Riley, é uma criança de 11 anos. Não é um poço de alegria, porque isso nenhuma criança é. Mas como nessa idade o centro de recompensas do cérebro é bastante ativo, a emoção dominante acaba sendo a Alegria mesmo. No cérebro da mãe dela, que aparece logo no começo do filme, quem manda é a Tristeza. No do pai, a Raiva. E nem por isso ela é especialmente pra baixo nem ele agressivo. Riley tampouco é uma boba alegre. Essa são só as emoções que se manifestam com mais facilidade dentro de cada um dos três.
Posto o cenário, começa a trama: Riley se muda com os pais de uma cidadezinha no Minnesota, interiorzão dos EUA, para uma maior, São Francisco.
Tristeza, então, descobre que tem um poder estranho: o de transformar memórias alegres em tristes só de tocar nas esferas. Quando Tristeza mexe nas bolas douradas que representam as memórias recentes de Riley no Minnesota, elas vão ficando azuis. Claro: lembrar de momentos felizes ligados a alguma realidade que não existe mais não dá alegria, dá banzo – a versão depressiva da saudade. Alegria não se conforma com essa história de Tristeza ficar azulando as bolas douradas, e vai para o pau. No meio da briga, as duas tropeçam no lugar errado, caem naquele tubo de sucção e acabam tragadas para as profundezas do cérebro de Riley. Raiva e Medo assumem a sala de controle sozinhos. Resultado: a menina vira uma niilista, um zumbi movido unicamente por sentimentos negativos.
Tudo isso, e o filme ainda nem começou direito. Também não vou contar mais para não estragar nada. Mas dá para dizer que a história toda é sobre amadurecimento: a própria Alegria vai aprendendo que não é a melhor coisa que existe, que não é melhor ser alegre que ser triste, que “a luz no coração”, para continuar usando as palavras do Vinícius de Morais, pode e deve ter mais cores que o dourado da felicidade. E mais importante: que buscar a alegria só pela alegria é tão improdutivo quanto tomar uísque o dia inteiro pelo resto da vida para não deixar a felicidade ir embora, como o próprio Vinícius passou a fazer, de modo a não deixar a Tristeza, a Raiva ou o Medo assumirem a sala de controle do cérebro dele. A mensagem do filme, enfim, gira em torno da ideia de que a alegria não pode existir sem a tristeza. Que a felicidade para valer só chega depois que a gente conhece o que é a tristeza para valer. E que felicidade, mesmo assim, vai-se embora, porque tristeza não tem fim. Felicidade (você sabe), sim.
Bom, a Pixar é célebre por fazer filmes capazes de agradar crianças e adultos ao mesmo tempo. Esse é diferente. Além de apresentar essa interação complexa entre Alegria e Tristeza, o roteiro não tem uma gota de didatismo forçado: não fica explicando para o espectador o que ele está vendo na tela. Nesse sentido, Divertida Mente é parecido com Mad Men. No seriado que terminou neste ano, uma mudança no tom de voz no meio de um telefonema já podia significar que um relacionamento de três temporadas acabava ali. E se você não entendeu, azar o seu.
Se essa sutileza mastodôntica já parece complexa para um seriado sobre alcoólatras de meia-idade, imagina para uma animação. O filme mais parecido com Divertida Mente que já teve é Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança, por causa da premissa de se passar inteiro dentro de um cérebro, materializando as mesmas abstrações: o subconsciente, os traumas bobos de infância… Divertida Mente está sentado nos ombros de Charlie Kaufman. Dos de Neil Gaiman também. E nos de outros gigantes, principalmente Roman Polanski e seus filmes psiquiátricos. O Inquilino e Repulsa ao Sexo, os dois melhores Polanskis nessa linha, também acontecem, de certa forma, dentro do cérebro dos personagens. Uma das cenas mais dramáticas de Divertida Mente , aliás, tem um paralelo no final trágico deRepulsa.
Diante de tudo isso, só resta uma constatação: Divertida Mente foi indicado ao Oscar na categoria errada.
Fonte: Blog da Superinteressante Crash acesso em 13.01.16
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Curtas relacionados ao filme DIVERTIDAMENTE
Um dos filmes mais interessantes de animação lançado no ano passado, Divertidamente, mostra de forma lúdica e personificada as emoções, memórias, imaginações, sonhos, pensamentos, etc. O que se passa na mente das pessoas. Em especial da Riley, uma menina de 11 anos.
Trailer do filme:
Créditos finais com a mente de outros personagens, muito engraçado (em espanhol)
Trailer do filme:
Créditos finais com a mente de outros personagens, muito engraçado (em espanhol)
Extra (lançado em janeiro de 2016), o Primeiro encontro da Riley - CURTA
Curta "Razão X Emoção", que inspirou para se fazer o filme
Espero que tenham gostado.
Natassia
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30 de novembro de 2015
Artista imagina como seriam as princesas da Disney se envelhecessem
Um dia após a atriz Vera Fischer ser criticada por ter sido fotografada sem maquiagem no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, o artista brasileiro Isaque Arêas mostra que envelhecer é algo natural até mesmo para personagens fictícios.
Na série de ilustrações ‘Antes e Depois’, o artista imaginou como seriam as princesas da Disney caso envelhecessem. O trabalho é sensível e mostra as rugas e as belezas da terceira idade.








Fonte: Catraca Livre 10/11/15
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26 de novembro de 2015
Coleção infantil ‘Antiprincesas’ conta histórias de mulheres inspiradoras
“Conhecemos muitas histórias de grandes homens, mas não tanto de grandes mulheres. Sim, conhecemos algumas princesas, mas elas estão longe de nossa realidade, vivendo em castelos enormes e frios”. Assim começa a obra dedicada à artista chilena Violeta Parra. Este é o segundo livro da coleção "Antiprincesas" da editora de livros Chirimbote que mostra mulheres latino-americanas como protagonistas. O primeiro livro contou a história de Frida Kahlo.
Ambos escritos por Nadia Fink, o terceiro livro será dedicado a Juana Azurduy, militar que participou das lutas pela independência da América espanhola. A grande inspiração que levou ao nascimento da coleção foi "um conflito latente na educação", disse a autora ao portal La Capital. “Por um lado, o modelo de princesas Disney, reforçado a cada nova produção cinematográfica e, por outro lado, a chegada de um modelo que eleva e ressalta as figuras de mulheres combatentes, comprometidas com seu entorno” .
"Uma de nossas preocupações foi tentar entender os novos formatos experimentados por meninas e meninos de hoje, onde a linguagem não é linear e, sim, distribuída em várias janelas na tela para interagir. Nós valorizamos as novas gerações e não renegamos suas mudanças e desenvolvimento". Clique aqui e leia a entrevista com a autora (em espanhol).
Por enquanto, os livros só podem ser comprados na Argentina.
Fonte: Catraca Livre 28/08/15
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25 de novembro de 2015
A história da música "Hey, Jude!"

A famosa música do Beatles foi escrita por Paul McCartney para o filho de John Lennon, Julian, que tinha apenas 5 anos quando seus pais se separaram e seu pai foi viver com Yoko Ono.
Neste site, você lê a história completa, mas deixo aqui um trecho que me chamou a atenção:
"Paul tinha o costume de usar o tempo que passava no carro para trabalhar em músicas novas e, nesse dia, preocupado com o futuro de Julian, ele começou a cantarolar “Hey Julian” e improvisar uma letra sobre o tema do conforto e da segurança. Em certo momento da viagem de uma hora, “Hey Julian” se tornou “Hey Jules”, e Paul criou o trecho “Hey Jules, don’t make it bad, take a sad song and make it better”. Foi só na hora de desenvolver a letra, algum tempo depois, que ele transformou Jules em Jude, por achar que soava mais forte e musical."
Esta história deve ser super conhecida, mas confesso que para mim, não. E para quem também não sabia, fica a curiosidade.
E aqui você lê a letra completa com a tradução.
Post escrito por mim publicado no blog Música, por favor!
28 de outubro de 2015
A Favorita e o ELETROTANGO
Conheci o eletrotango em uma abertura de uma novela que foi o maior sucesso (apesar de não tê-la visto direito, mas gostava da abertura): A Favorita (2008).
Enquanto a novela passava, gostava da música da abertura, pois era orquestrada e me lembrava um ritmo latino (que inocente!!! rsrs). Apenas anos depois que a novela passou, fui conhecer o verdadeiro nome do ritmo e da banda que a toca: ELETROTANGO.
Eletrotango é uma junção de música eletrônica com os acordes do "acordeón" do velho tango. É a nova tendência na Argentina, para atrair o público mais jovem, que está "abandonando" o ritmo nacional argentino.
A música se chama Pa'Bailar, do grupo Bajofondo.
"Bajofondo (anteriormente conhecido como Bajo Fondo Tango Club) é um grupo formado por vários músicos contemporâneos argentinos e uruguaios. Este grupo aproxima-se de outros projetos de tango eletrônico, como o Gotan Project. Ficaram conhecido no Brasil com a novela A Favorita, que tinha como trilha de abertura a canção "Pa' Bailar". E "Infiltrado" tema da vilã Carminha da novela Avenida Brasil ." Suas músicas podem ser conferidas aqui.
Segue os vídeos: o primeiro é a abertura da novela A Favorita; o segundo é o clipe oficial (que é muito mais legal!!!)
Post escrito por mim mesma no blog Música, por favor!!
Natassia
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3 de outubro de 2015
Música latina ao vivo: Puerto Candelaria
Sempre gostei de música latina, sempre que tem shows de bandas latinas no Sesc (que é o único lugar aqui na minha cidade que traz umas atrações deste gênero) eu vou. Mas a banda que vou falar hoje que vi não foi no Sesc, foi na Virada Cultural deste ano.
PUERTO CANDELARIA
Uma banda colombiana de cumbia e ritmos latinos, como eles mesmos se definem no seu site oficial
"Puerto Candelaria es la propuesta musical MÁS ATREVIDA, CONTROVERSIAL E INNOVADORA de los últimos tiempos en el país. Una explosión sonora que ha traspasado las fronteras, ha burlado los esquemas y ha trazado un camino para la escena musical independiente en latinoamérica. Un lugar imaginario y a la vez real donde no sólo existe la música: el teatro, la danza y el humor como bandera, son los efectivos recursos que usan sus 6 integrantes para exponer ácida y burlonamente el absurdo que es Colombia."
O show deles foi no mesmo dia do Rastapé e do Biquíni Cavadão, sendo a atração latina a do meio. Enquanto o pessoal esperava o Biquíni, assistia meio tímido o show, mas eles eram tão divertidos e cativantes que logo o pessoal se soltou e começou a dançar, do jeito que dava, mesmo sem saber, os ritmos latinos.... que, cá entre nós, é contagiante mesmo!!
No final do show, foram muito aplaudidos e a fila para a foto foi enorme :D
Gostei também, pois como foi numa apresentação em praça pública, o fato de ter levado um pouco da "desconhecida" cultura latina para o brasileiro, tirando este preconceito bobo de que música latina não presta, já valeu a pena também!!!
Natassia
Ps: Acesse Música Por Favor
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16 de setembro de 2015
Designer recria seus emojis favoritos com fotografias
Os emojis já fazem parte da nossa vida e se tornaram ferramentas essenciais de comunicação no dia a dia, especialmente entre os jovens. A designer Liza Nelson decidiu retratar este impacto de uma maneira inusitada e recriou com fotografias alguns de seus ícones prediletos. Até agora já foram 17 emojis que viraram fotos, mas parece que mais criações vêm por aí.
Via B9
Fonte: Catraca Livre
10 de agosto de 2015
6 Elementos básicos para criar uma História em Quadrinhos
De um modo geral, as histórias em quadrinho costumam acompanhar a vida das pessoas desde a infância. De modo que suas características básicas estão de algum modo arraigadas na nossa mente. Ainda assim, muita gente simplesmente “trava” diante de uma possibilidade de para fazer quadrinhos, seja numa brincadeira criativa sem compromisso ou para realizar alguma atividade criativa na escola, entre outras possibilidades. Seja um cartum de quadro único, uma tiraou uma história longa.
Não se preocupe tanto com isso a ponto de ficar sem ação: você verá que os princípios básicos para a produção de uma HQ são simples (claro que fazer isso com qualidade profissional e sair por aí a ganhar dinheiro com suas histórias em quadrinhos vai exigir esforço, tempo e dedicação, mas isso é uma outra história).
Resolvi então listar estes elementos básicos, que estão presentes de uma forma ou de outra em qualquer gênero de HQ, seja um infantil, adulta, graphic novel, mangá… Num esquema profissional, o trabalho de pensar cada detalhe pode ser dividido por uma equipe (desenhista, roteirista, letrista…), mas a ideia aqui é apresentar para que qualquer pessoa, criança, jovem, ou adulto possa arriscar seus passos nos quadrinhos por meio destas dicas fundamentais.
Vamos lá?
REQUADRO
As HQs são conhecidas exatamente por esta marcante característica básica: este conjunto de linhas que delimitam o espaço de cada cena e constituem o quadrinho, esta moldura mais conhecida como requadro entre os profissionais da área.
Em algumas histórias, tais linhas podem ganhar formatos diferentes, chegam a ser circulares, trêmulas… Um formato mais anguloso ajuda na narrativa visual e deixa a leitura mais dinâmica, por exemplo. Até existem casos nas quais as linhas são existem efetivamente, o autor deixa ao leitor a tarefa de imaginá-las. É uma opção estética para a obra, implica em outros questionamentos, mas como estou a tratar do básico, então fiquemos com o requadro.
CALHA
Talvez nunca tenha parado pra pensar, mas em geral existe um vão entre um quadrinho e outro. É o que chamamos de calha. Ela pode ajudar a delimitar o tempo: mais larga, indica mais tempo entre um quadro e outro; se é mais curta indica uma ação mais rápida e contínua
BALÃO E RECORDATÓRIO
Tão amplamente conhecido como o requadro são os balões, esta figura que simboliza o ato da fala dos personagens, abrigando o texto da conversa. Os balões também podem ser desenhado de forma diferente, acumulando funções na HQ: linhas mais quadradas podem significa voz eletrônica, mais rabiscadas indicam de grito ou voz alta, aquelas que lembram nuvenzinhas constituem balões de pensamento e por aí vai…
Note que o balão tem um “rabicho”, de forma a apontar para um personagem para indicar precisamente ao leitor quem está falando, ou pensando.
Já o recordatório é um painel sem rabicho, usado normalmente pelo narrador para tratar de algo não visível no quadrinho. Em algumas histórias também é usado para apresentar pensamentos dos personagens (se o balão “nuvenzinha” representar uma quebra na harmonia da arte, por exemplo, como em HQs mais adultas).
Um parênteses: O uso de representação da fala é tão marcante para os quadrinhos que sua utilização pelo cartunista norte-americano Richard Outcault na série At the Circus in Hogan’s Alley, criada em 1895, é considedo como marco da criação dos quadrinhos. Embora não usasse balões, o personagem principal, Yellow Kid, o Garoto Amarelo, apresentava suas falas por meio de texto inserido em sua vestimenta. Claro que representação de histórias por meio de desenhos existem desde o tempo das cavernas – e mesmo aqui no Brasil tivemos um dos precursores das HQs, o italianoAngelo Agostini, que lançou seu Nhô Quim em 1869 na imprensa nacional – mas isso é conversa pra outra hora…
ONOMATOPEIA
Assim como o balão indica o som da fala, a onomatopeia é uma representação de um som ambiente, que for importante para o desenrolar da história.
Como não tem o rabicho, é desenhada bem próxima ao emissor do som. Assim, “TOC, TOC” indica o som de duas batidas na madeira, “CABRUM” uma explosão, “PLOFT” uma coisa caindo no chão e por aí vai. Normalmente vem acompanhada de algum incremento gráfico às letras, como nos exemplos acima.
DESENHO/ IMAGEM
É a desculpa clássica pra alguém se recusar a tentar fazer uma história em quadrinhos: “Não sei desenhar”. O que, em geral, não é bem verdade: estamos acostumados a rabiscar desde a infância embora a maioria pare de evoluir seu desenho depois de alguns anos. Mas ainda assim sabem tentar reproduzir o que vêem ou imaginam graficamente, nem que seja por esquemas e “homens palitinho”. Volta e meia, quando alguém não consegue se expressar com palavras pedem: “Desenha aí!”, não é verdade? Sem contar, que é possível produzir quadrinhos usando fotos ao invés de desenhos, ou mesmo colagens…
![]() |
| As Cobras, por Luís Fernando Veríssimo |
Claro que, se o objetivo é uma qualidade profissional, você terá que treinar bastante, seja sozinho ou por meio de cursos específicos de quadrinhos. Mas aqui estou me atendo ao básico, a existência do desenho/imagem é fundamental, mas a sua qualidade estética é discutível (não é por que o desenho não parece uma foto que a HQ é ruim, vide o escritor Luís Fernando Veríssimo e sua genial tira das Cobras). Essa suposta qualidade do traço importa menos que o item a seguir, por exemplo.
NARRATIVA VISUAL
Você, como leitor de quadrinhos, usufrui disso, talvez sem saber. Há certas regras a serem seguidos na escrita, certo? Para que o processo de leitura de uma HQ aconteça naturalmente, também existem padrões a seguir na construção da narrativa visual, ou seja a que é possibilitada por meio do desenho.
É básico, por exemplo: nós ocidentais escrevemos da esquerda para a direita, de cima para baixo. A diagramação dos quadrinhos e da arte nele contidos devem levar isso em conta, do contrário dá um nó na cabeça do leitor, que não sabe bem a ordem de “leitura” tanto do texto quanto das imagens. Em geral as pessoas sabem posicionar bem os quadrinhos, mas se esquecem do conteúdo de cada um. Por exemplo, se há dois personagens em cena. Em geral, quem fala primeiro deve ficar mais à esquerda, assim como seu balão. Se duas pessoas estão conversando, tente posicioná-las como seria na vida real, é só observar: elas procuram se olhar na maior parte do tempo. E se alguém aponta pra uma direção, a outra pessoa da cena acaba por olhar pra lá e não mais pro interlocutor. E por aí vai.
Há muitas outras situações que podem ser melhor resolvidas no desenho por meio de um bom estudo de narrativa visual. Claro que isso demanda certa “cultura visual”, aprender a observar estes pequenos detalhes, realizar estudo específico. Mas se você conseguir ao menos cumprir o básico tá ótimo: a arte deve seguir o sentido tradicional de leitura. Se não, fica esquisito, como é, por exemplo, ler um mangá com texto traduzido, mas com a arte mantendo o padrão oriental (que não só lê da direita para a esquerda, mas escreve em vertical de cima para baixo, não horizontal como nós), como comentei neste arquivo na Rede RPG. Me agrada mais os mangás com arte invertida para leitura da esquerda para a direita (como num espelho): cria algumas situações estranhas, com personagens destros virando canhotos, mas é um preço a se pagar por uma melhor narrativa visual.
E é isso. Tendo em vista estes itens que tratei acima, só pensar numa história que mereça ser contada e mãos à obra. Comece com ideias de um quadrinho só e vá aumentando… Deixa aqui um comentário com sua experiência depois.
E então? Está preparado para se arriscar a criar suas próprias histórias em quadrinhos?
Fonte: Sapos Voadores
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