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29 de abril de 2012

Dia perfeito



Hoje, a felicidade bate
em minha porta
Hoje, a alegria é de quem vai
e depois volta


Hoje é o dia perfeito
pra fazer tudo direito
O dia perfeito

Se eu não pensar assim
Quem vai pensar por mim?
Se a tua fase é ruim
Ela chegou ao fim
E toda hora é hora e lugar é lugar
Tem que ser agora pra recomeçar
E pra nossa história nunca terminar


Vem comigo agora,a vida melhorar
E se você vier
Traz a tua fé
Pois é a tua fé
Que move montanhas
Tamanha


Pode acreditar,pode acreditar, é! (5x)


25 de abril de 2012

Portfolio, portifólio e portfólio… qual a grafia correta?

Pouca gente tem firmeza na hora de escrever esta palavra tão usada em agências. É com i ou sem i? Tem acento? Nem o Word sabe. Veja a origem do termo e considere usar porta-fólio.
Pois é, mais um termo que gera confusão. Afinal, aquilo que a gente carrega debaixo do braço ou publica virtualmente em nossas “pages” tem acento? Tem “i”?
Bom, ainda que o que interesse mesmo seja o conteúdo, vamos pesquisar e definir a forma.
Segundo o dicionário publicitário online, a palavra significa:
1. Conjunto de marcas, produtos e serviços de uma empresa.
2. Conjunto das contas de uma agência, produtora, fornecedor ou profissional.
3. Conjunto dos títulos de uma editora e de programas de uma emissora de rádio e TV.
No italiano moderno a palavra se tornou portafoglio e no inglês portfolio. É curioso o fato de em português utilizarmos portfólio ou portifólio ao invés de porta-fólio, que é o correto e o mais natural na latinização moderna da palavra.
Enfim, a expressão portfólio é claramente ligada ao anglicismo, com o aportuguesamento caracterizado pela inclusão do acento na letra “o” pois se trata de uma paroxítona terminada em ditongo oral.

Use portfolio e porta-fólio. Evite portfólio e portifólio

O vocabulário da propaganda utilizado no Brasil é excessivamente influenciado pelas expressões inglesas, numa referência ao trabalho desenvolvido pelos norte-americanos na construção dos modelos e referências desta área.
Assim, a palavra portifólio é usada – mas não conta nos dicionários Aurélio, Houaiss ou Michaelis, onde a grafia certa é “porta-fólio”. Esta, portanto, é a adequada quando se busca de uma identidade nacional para se utilizar o termo. “Portifólio” talvez seja usado por uma questão fonética, afinal soa bem estranho a pronúncia da alternativa portfólio com o “t” mudo. Mas não consta dos dicionários que citamos.
Nota do editor: quando o artigo foi escrito ainda não constava, mas hoje a palavra está dicionarizada, sim. Portfolio ou Portfólio, com ou sem acento. No Aurélio, no Houaiss, no VOP, informa a leitora Natasha Algemaria, nos comentários abaixo.
Como se trata de uma palavra de utilização restrita no segmento artístico e de comunicação, é natural que se encontre uma ausência de conceituação até em dicionários renomados, prevalecendo a definição leiga que utiliza indiscriminadamente as duas formas: portfólio ouportifólio.
Você pode usar “portfolio” e “porta-fólio” e deve evitar portifólio. Só não esqueça da qualidade do conteúdo…

Fonte:  [Webinsider]


23 de abril de 2012

Feliz Día del Libro

Don Quijote de la Mancha


23 de abril es considerado el Día mundial del libro por cuenta de ser el aniversario de muerte de Cervantes (autor de Don Quijote) y de Shakspeare.



¿Sabes cuál es la relación de la rosa con el libro en el Día del Libro? Léelo aquí.


Natassia

10 de abril de 2012

1 de abril de 2012

Chapeuzinho Vermelho na Imprensa


Diferentes maneiras de contar a mesma história:

JORNAL NACIONAL:
(William Bonner): “Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um lobo na noite de ontem…”.
(Fátima Bernardes): “… mas a atuação de um caçador evitou uma tragédia”.

PROGRAMA DA HEBE:
“… que gracinha, gente. Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?”

CIDADE ALERTA:
(Datena): “… onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? A menina ia para a casa da avozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público! E foi devorada viva… Um lobo, um lobo safado. Põe na tela!! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não.”

REVISTA VEJA:
Lula sabia das intenções do lobo.

REVISTA CLÁUDIA:
Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.

REVISTA NOVA:
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama.

FOLHA DE S. PAULO:
Legenda da foto: “Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador”.
Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos alimentares dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.

O ESTADO DE S. PAULO:
Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.

O GLOBO:
Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT que matou um lobo pra salvar menor de idade carente

ZERO HORA:
Avó de Chapeuzinho nasceu no RS.

O POVO:
Sangue e tragédia na casa da vovó.

EXTRA:
Promoção do mês: junte 20 selos, mais R$19,90 e troque por uma capa vermelha igual à da Chapeuzinho!

AQUI:
Sangue e tragédia na casa da vovó

REVISTA CARAS: (Ensaio fotográfico com Chapeuzinho na semana seguinte). Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: “Até ser devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa”

PLAYBOY: (Ensaio fotográfico no mês seguinte)
Veja o que só o lobo viu.

REVISTA ISTO É:
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.

G MAGAZINE: (Ensaio fotográfico com lenhador)
Lenhador mostra o machado

SUPER INTERESSANTE:
Lobo mau! mito ou verdade?

DISCOVERY CHANNEL – CAÇA MITOS:
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.

CAPRICHO
Teste: Seu par ideal é lobo ou lenhador?



.... cada mídia tem o seu jeito de chamar a nossa atenção para um mesmo assunto hehehehehehehehe
muito bom, já tinha visto, mas agora achei escrito. (Natassia)

Dia da mentira - origem



Você com certeza já pregou uma peça em alguém – ou já foi enganado por algum engraçadinho – no dia primeiro de abril, conhecido como dia da mentira. Pode colocar a cabeça para pensar numa brincadeira para este domingo, mas, antes, deixe-me contar a história desse costume!

Tudo começou com uma celebração de ano novo. Parece estranho, mas é verdade: há muito tempo, o ano novo era celebrado em março, no dia 21 (ou 22, nos anos bissextos). Esta data era importante porque marca o equinócio, ou seja, a data em que dia e noite têm a mesma duração – aqui no hemisfério Sul, é também o começo do outono. Ao contrário do que acontece hoje, naquela época, a festa de ano novo durava vários dias, e primeiro de abril era o primeiro dia útil do ano que se iniciava.

Era. Um belo dia, o imperador Júlio César resolveu fazer uma reforma no calendário e transferir o começo do ano para janeiro. O povo, é claro, ficou confuso. Muita gente não ficou sabendo da mudança e continuou a celebrar o ano novo em primeiro de abril.

Já no século 16, um rei da França resolveu acabar com a bagunça e baixou um decreto: a partir dele, tornava-se obrigatório celebrar o ano novo em janeiro. Ainda assim, algumas pessoas insistiram no primeiro de abril. Outras debochavam delas, dizendo que eram bobas e sua festa era uma grande mentira. Por isso, primeiro de abril ficou conhecido como dia da mentira ou dia dos tolos.

Hoje, não resta mais confusão sobre o início do ano, mas o costume de pregar peças continua. O que você vai fazer? Eu acho que vou mandar um cartão de ano novo para a Diná…

Fonte: Revista Ciência Hoje

31 de março de 2012

Os 7 pecados da redação



Saber fórmulas e entender cálculos não ajuda o vestibulando na hora fatídica: a de escrever a redação. Parte obrigatória dos vestibulares das três universidades estaduais paulistas, a redação é um desafio totalmente diferente do restante da prova. Ela é feita para avaliar uma competência que as outras questões não avaliam.

Fuvest, Unicamp e Unesp adotam critérios parecidos para avaliar os textos. As equipes de correção ficam atentas a itens como adequação ao tema proposto e ao gênero do texto, desenvolvimento argumentativo, coesão e expressão. O candidato precisa trazer alguma informação para o texto, mostrar que tem conhecimento e defender aquilo que pensa.

Este ano, um batalhão de 400 pessoas fará a correção da Fuvest. Dessas, 60 vão trabalhar só na redação. Cada texto passa por dois avaliadores, que não conhecem a correção um do outro. Caso as notas tenham discrepância grande, a redação seguirá para um terceiro. Se a última nota não ficar próxima de nenhuma das outras, quem assume a correção é a diretora-executiva da Fuvest, Maria Thereza Fraga Rocco, responsável, há cinco anos, pelos temas da redação no vestibular. E nesses casos, a nota da coordenadora é que vale.

Na Unicamp – único dos três vestibulares em que há a opção de escrever um texto que não seja uma dissertação –, cerca de 20% das redações têm de passar pelo terceiro corretor. Elas podem ter até cinco releituras. Dois por cento redações são anuladas. Na maioria dos casos, por fugir da proposta.

Para não ter a redação desclassificada, o candidato deve ficar atento aos aspectos formais. A análise é técnica. É avaliada na correção a capacidade do candidato de se comunicar por escrito, de forma clara, sem tentar enganar a banca.

Professor da UNESP, Rogério Chociay publicou um livro em que analisa as dissertações de vestibulares antigos da universidade. Ele apresenta, e comenta, bons e péssimos exemplos de textos. “Algumas redações eu chamo de ‘camicase’. São praticamente um voo para a morte, para a anulação. Tem gente que escreve poesia, faz até desenho”, ele diz.

1. Letra
O candidato não precisa ter letra bonita, mas deve garantir que o corretor consiga ler seu texto. Uma letra garranchuda e ilegível revela incapacidade de comunicar uma mensagem.

2. Tamanho
A redação deve ter um tamanho adequado, em geral entre 22 e 30 linhas. Um texto muito curto revela a incapacidade do candidato de desenvolver o tema. Mas ele também não deve ser muito grande. Tamanho excessivo pode revelar dificuldade para concluir ideias. E nada de enganar os corretores com letra grande ou margens falsas, para dar a impressão de um texto mais longo.

3. ‘Lúdicas’
Nenhuma banca de vestibular leva em conta produções que não sejam textos. Mostra de ingenuidade ou ousadia, redações “lúdicas” são anuladas de imediato por fuga do gênero.

4. Fuga do tema
Nunca se deve fugir do tema proposto. O vestibulando deve mostrar que apreendeu a questão em debate.

5. Fuga do gênero
Com exceção da Unicamp, em que a redação também pode ser uma carta ou narração, os grandes vestibulares pedem textos dissertativos. Não escreva textos que fujam ao que foi pedido, nem desenvolva ideias “criativas”, como feito aqui.

6. Sem argumentação
O corretor tem um sério motivo para desconsiderar um texto em que não há argumentação. Na redação você tem que desenvolver um raciocínio, não pode ficar dizendo sempre a mesma coisa.

7. Poesia
Não escreva nada além de prosa. Se você é um excelente poeta, ótimo. Mas não em dia de redação.

A boa

Rogério Chociay destaca em seu livro que boas redações apresentam coerência, uso da norma culta da língua, além de argumentos a favor de uma posição. Não precisa ser original, mas dar uma proposta sustentável.




Fonte: Passei Web

Natassia

26 de março de 2012

Postre, no. SOBREMESA



La sobremesa es el momento en que la familia se reúne después de comer, en casa o en los restaurantes, y es a veces uno de los pocos espacios que los padres comparten junto a sus hijos.
Cecilia Williamson, psicóloga clínica de la Universidad Católica, sostiene que en un mundo en que generalmente los padres trabajan y los hijos tienen distintas actividades, es difícil tener el espacio necesario para comunicarse, intercambiar información, vivencias, satisfacciones y frustaciones.
"La familia es el lugar por excelencia donde se aprende a convivir,se expresan los afectos, se internalizan las normas, se cultiva la tolerancia, el respecto y la empatía. Asimismo, ahí se imparten valores y disciplina de acuerdo a los patrones familiares", señala la especialista.
La psicóloga plantea que "la sobremesa está en vías de extinción. La vida acelerada, el excesso de obligaciones, el trabajo intenso, el cansancio, el estrés derivado de compromisos laborales y sociales y el escaso tiempo destinado a lo familiar en favor de otras actividades y pasatiempos atentan contra la vida en familia y en especial contra ese tiempo que antaño existía en torno a la mesa y que llamamos sobremesa.

Fuente: www.familia.cl

Natassia

22 de março de 2012

São Paulo X Buenos Aires


A ilustradora brasileira Vivian Mota teve a ideia de fazer uma releitura do projeto “Paris vs New York” – que compara ícones das duas megalópoles – com as cidades de São Paulo e Buenos Aires. Vivian usa personagens e temas que conectem as cidades para fazer pôsteres minimalistas sobre a cultura. Na de cima, você pode ver o cartunista crossdresser Laerte e da quadrinista Maitena, ícone dos quadrinhos argentinos. Abaixo, as personagens também dos quadrinhos Mônica e Mafalda e os músicos Adoniran Barbosa e Carlos Gardel.



Fonte: Uol Entretenimento

Natassia

17 de março de 2012

Para aprender um idoma estrangeiro



"A minha dica para quem deseja falar fluentemente um idioma é: estude, ouça músicas, assista filmes, leia, busque contato com a língua diariamente. Esqueça a ilusão de que só aprende quem mora fora do país por um tempo. Eles também aprendem, mas é totalmente possível aprender aqui mesmo no Brasil. São necessários apenas esforço e dedicação, não esquecendo que a paixão pelo idioma deixa tudo bem mais fácil!"

Andreza Lima - Professora de Inglês
Visite seu blog: Teacher Andreza

PS: A dica também serve para a Língua Espanhola

Natassia

14 de março de 2012

Trovadorismo



Designa-se por Trovadorismo o período que engloba a produção literária de Portugal durante seus primeiros séculos de existência (séc. XII ao XV). No âmbito da poesia, a tônica são mesmo as Cantigas em suas modalidades; enquanto a prosa apresenta as Novelas de Cavalaria.

Contexto Histórico

Momento final da Idade Média na Península Ibérica, onde a cultura apresenta a religiosidade como elemento marcante.
A vida do homem medieval é totalmente norteada pelos valores religiosos e para a salvação da alma. O maior temor humano era a idéia do inferno que torna o ser medieval submisso à Igreja e seus representantes.
São comuns procissões, romarias, construção de templos religiosos, missas etc. A arte reflete, então, esse sentimento religioso em que tudo gira em torno de Deus. Por isso, essa época é chamada de Teocêntrica.
As relações sociais estão baseadas também na submissão aos senhores feudais. Estes eram os detentores da posse da terra, habitavam castelos e exerciam o poder absoluto sobre seus servos ou vassalos. Há bastante distanciamento entre as classes sociais, marcando bem a superioridade de uma sobre a outra.
O marco inicial do Trovadorismo data da primeira cantiga feita por Paio Soares Taveirós, provavelmente em 1198, entitulada Cantiga da Ribeirinha.

Características

A poesia desta época compõe-se basicamente de cantigas, geralmente com acompanhamento de instrumentos (alaúde, flauta, viola, gaita etc.). Quem escrevia e cantava essas poesias musicadas eram os jograis e os trovadores. Estes últimos deram origem ao nome deste estilo de época português.
Mais tarde, as cantigas foram compiladas em Cancioneiros. Os mais importantes Cancioneiros desta época são o da Ajuda, o da Biblioteca Nacional e o da Vaticana.
As cantigas eram cantadas no idioma galego-português e dividem-se em dois tipos: líricas (de amor e de amigo) e satíricas (de escárnio e mal-dizer).
Do ponto de vista literário, as cantigas líricas apresentam maior potencial pois formam a base da poesia lírica portuguesa e até brasileira. Já as cantigas satíricas, geralmente, tratavam de personalidades da época, numa linguagem popular e muitas vezes obscena.

Cantigas de amor

Origem da Provença, região da França, trazidas através dos eventos religiosos e contatos entre as cortes. Tratam, geralmente, de um relacionamento amoroso, em que o trovador canta seu amor a uma dama, normalmente de posição social superior, inatingível. Refletindo a relação social de servidão, o trovador roga a dama que aceite sua dedicação e submissão.
Eu-lírico – masculino

Cantigas de amigo

Neste tipo de texto, quem fala é a mulher e não o homem. O trovador compõe a cantiga, mas o ponto de vista é feminino, mostrando o outro lado do relacionamento amoroso - o sofrimento da mulher à espera do namorado (chamado "amigo"), a dor do amor não correspondido, as saudades, os ciúmes, as confissões da mulher a suas amigas, etc. Os elementos da natureza estão sempre presentes, além de pessoas do ambiente familiar, evidenciando o caráter popular da cantiga de amigo.
Eu-lírico - feminino

Cantigas satíricas

Aqui os trovadores preocupavam-se em denunciar os falsos valores morais vigentes, atingindo todas as classes sociais: senhores feudais, clérigos, povo e até eles próprios.

  •          Cantigas de escárnio - crítica indireta e irônica
  •          Cantigas de maldizer - crítica direta e mais grosseira


A prosa medieval retrata com mais detalhes o ambiente histórico-social desta época. A temática das novelas medievais está ligada à vida dos cavaleiros medievais e também à religião.

A Demanda do Santo Graal é a novela mais importante para a literatura portuguesa. Ela retrata as aventuras dos cavaleiros do Rei Artur em busca do cálice sagrado (Santo Graal). Este cálice conteria o sangue recolhido por José de Arimatéia, quando Cristo estava crucificado. Esta busca (demanda) é repleta de simbolismo religioso, e o valoroso cavaleiro Galaaz consegue o cálice.

 Fonte: Grau 10

Dia da poesia


Poesia é uma forma de se expressar e transmitir sentimentos, emoções e pensamentos.

Antigamente, as poesias eram cantadas, acompanhadas pela lira, um instrumento musical muito comum na Grécia antiga.

Por isto, diz-se que a poesia pertence ao gênero lírico.

A poesia ganhou um dia específico, sendo este criado em homenagem ao poeta brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves (1847-1871), no dia de seu nascimento, 14 de março.

Castro Alves ficou conhecido como o “poeta dos escravos”, pois lutou grandemente pela abolição da escravidão. Além disso, era um grande defensor do sistema republicano de governo, onde o povo elege seu presidente através do voto direto e secreto.

Sua indignação quanto ao preconceito racial ficou registrada na poesia “Navio Negreiro”, chegando a fazer um protesto contra a situação em que viviam os negros. Mas seu primeiro poema que retratava a escravidão foi “A Canção do Africano”, publicado em A Primavera.

Cursou direito na faculdade do Recife e teve grande participação na vida política da Faculdade, nas sociedades estudantis, onde desde cedo recebera calorosas saudações.

Castro Alves era um jovem bonito, esbelto, de pele clara, com uma voz marcante e forte. Sua beleza o fez conquistar a admiração dos homens, mas principalmente as paixões das mulheres, que puderam ser registradas em seus versos, considerados mais tarde como os poemas líricos mais lindos do Brasil.





8 de março de 2012