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6 de fevereiro de 2013

As marchinhas de Carnaval mais famosas de todos os tempos


Desde o início do século XX, o brasileiro pula o Carnaval ao som de marchinhas. O gênero musical teve seus altos e baixos e, com o passar das décadas, passou a competir com o axé, pop, funk, sertanejo e samba por um espaço no Carnaval. Apesar da carência de novas composições, a marchinha carnavalesca continua sendo um som característico da popular festa brasileira. Confira, em ordem cronológica, seis marchinhas que ficaram marcadas na história do Carnaval.

1. 'Ó Abre Alas' (1899)
Compositores:
 Chiquinha Gonzaga
Chiquinha Gonzaga compôs a primeira marchinha carnavalesca da história em 1899, cerca de 30 anos antes de o gênero estourar no Carnaval brasileiro. A música é uma homenagem ao Cordão Rosa de Ouro ("Rosa de Ouro é quem vai ganhar..."), que antes disso desfilava no bairro do Andaraí, zona norte do Rio de Janeiro, ao som de cantos africanos e batuques. Apesar de ter feito o maior sucesso na época, a marchinha só foi gravada em disco 72 anos depois, por Linda e Dircinha Batista. Ainda hoje, passados 114 anos, "Ó Abre Alas" é entoada nos carnavais de rua do país.



2. 'O Teu Cabelo Não Nega' (1931)
Compositores:
 Lamartine Babo, Raul Valença e João Valença
A marchinha estourou no Carnaval carioca de 1932, depois de ter embalado um show de Carmen Miranda. O sucesso marcou o início do prestígio das marchinhas carnavalescas no país. A canção era, originalmente, um frevo regional composto pelos pernambucanos irmãos Valença, que foi dado pela gravadora RCA a Lamartine Babo para que ele o adaptasse ao gosto carioca. A polêmica letra ("Mas como a cor não pega, mulata / Mulata, eu quero o teu amor...") não impediu que a música se tornasse um absoluto sucesso, que marca presença até hoje nos blocos de Carnaval do país.

3. 'Touradas em Madri' (1937)
Compositores:
 Alberto Ribeiro e Braguinha
A canção foi composta para o Carnaval de 1938, e já estreou vencendo um concurso carnavalesco organizado pela prefeitura do Rio de Janeiro. A glória durou pouco, porém. A música foi logo desclassificada da competição, por versar sobre um assunto estrangeiro (a guerra civil espanhola). Na Copa do Mundo de 1950, no entanto, a marchinha voltou a cair no gosto popular. A torcida brasileira entoou-a em uníssono no estádio do Maracanã ("Bum, bum, pa-ra-ra-tim bum..."), depois que a seleção venceu a Espanha por 6 a 1.



4. 'Turma do Funil' (1956)
Compositores:
 Mirabeau, Milton de Oliveira e Urgel de Castro
A marchinha composta para o Carnaval de 1956 fez sucesso ao versar sobre uma turma de beberrões: "Todo mundo bebe, mas ninguém dorme no ponto...". Não foi a primeira música que Mirabeau compôs sobre o tema: três anos antes, ele foi um dos coautores da marcha "Cachaça" ("Se você pensa que cachaça é água..."), também bastante entoada em Carnavais. "Turma do Funil", no entanto, destaca-se como um verdadeiro hino à boemia. Foi gravada até por Tom Jobim, Chico Buarque e Miúcha, em 1980.


5. 'Máscara Negra' (1967)

Compositores:
 Zé Keti
A canção se destaca na história das marchinhas carnavalescas por ter resgatado o gênero musical em uma época em que ele parecia estar se perdendo em meio aos sambas-enredo, bossas e músicas tropicalistas. A letra da música remete aos bailes de Carnaval e aos amores impossíveis, tendo como protagonistas os icônicos Pierrô, Arlequim e Colombina. A nostálgica marcha-rancho foi regravada recentemente pela banda Los Hermanos (2009) e pelos cantores Lenine e Roberta Sá (2007).

6. 'A Pipa do Vovô' (anos 80)
Compositores:
 Manoel Ferreira e Ruth Amaral
Eternizada na voz de Sílvio Santos, a divertida marchinha foi, na verdade, escrita pelo casal Manoel Ferreira e Ruth Amaral. A dupla também é responsável pela autoria de "Ritmo de Festa", interpretada pelo apresentador. A letra de "A Pipa do Vovô" remete, ironicamente, à impotência sexual de pessoas idosas ("A pipa do vovô não sobe mais...)". Junto a "Maria Sapatão", de Chacrinha (1981), é uma das últimas marchas carnavalescas a se enraizarem na cultura popular.

Fonte: Yahoo Notícias 05.02.13

28 de janeiro de 2013

Película "Machuca" - Chile



La historia de Chile es también la historia de muchos países de Latinoamérica: tentativas de un gobierno más justo que terminaron en un terrible golpe militar en 1973 a manos del general Augusto Pinochet. A esto le siguieron abusos, torturas, desapariciones, exilios que llegaron hasta los años 90. Y aun persisten las consecuencias de este período.

"Machuca", del director Andrés Wood, cuenta la historia de dos niños, Gonzalo Infante y Pedro Machuca. Gonzalo pertenece a la clase acomodada de Chile que no ve con buenos ojos la llegada al poder de Salvador Allende y sus deseos de crear un país más justo e igualitario, dándole más poder a las clases populares. Pedro es parte de la otra cara de la moneda: vive en un asentamiento ilegal y precario cuya familia y amigos apoya las medidas del presidente y ven en él la esperanza de tener una vida mejor. Todo transcurre en 1973, pocos meses antes de que Pinochet diera su golpe de estado y acabara con los sueños de un país más justo.

Gracias a la iniciativa del padre Mcenroe (director de un exclusivo colegio privado) de aceptar niños de clases más bajas gratuitamente en la escuela, Pedro y Gonzalo se conocen y traban una amistad que logra superar las diferencias sociales. O no.

Es aquí donde la historia resulta interesante y muy útil para discutir con nuestros alumnos: los niños son niños, pero no están abstraídos de sus condicionamientos sociales. Pedro y Gonzalo parecen ser la prueba de que no hay diferencias sociales que impidan una hermosa amistad...hasta que la historia determina lo contrario.

Una película que invita a los alumnos a conocer uno de los acontecimientos más tristes de la historia latinoamericana: el fin de un sueño y una generación que luchó por ver un Chile justo y digno. Un Chile que hoy recupera la lucha, que nunca acabó, a través de sus estudiantes.

Porque aprender español no es sólo aprender gramática y vocabulario. Es aprender su historia.


Fuente: Comunidad Todoele

9 de janeiro de 2013

Estamos criando um exército de asnos



Até que demorou a acontecer...

Já faz muito tempo que venho tendo uma postura absolutamente intolerante com todas as pessoas – incluindo meus fiéis leitores aqui do blog e de minhas redes sociais – que escrevem errado. Não, não me refiro a pessoas que cometem um ou outro erro de digitação, e sim a todos aqueles que escrevem errado por problemas de alfabetização. Faço questão de corrigir todo mundo, muitas vezes de modo sarcástico, justamente para que estas pessoas não venham a ser prejudicadas no futuro, seja em suas carreiras profissionais ou em seus respectivos cotidianos domésticos.

E é justamente o que está acontecendo agora...

Uma imensa parcela dos estudantes que foram muito mal na prova de Redação do último Enem está exigindo uma revisão de seus textos. Até aí, nada contra. Acho que o estudante tem todo o direito de saber onde errou. Há uma série de petições espalhadas pela internet colhendo assinaturas para que seja feita uma representação ao Ministério Público Federal. Se não me engano, uma estudante carioca conseguiu na Justiça o direito de ver a sua redação corrigida. O problema é que esta turma não se conforma – ou não quer acreditar – que tenha ido mal e quer que as notas sejam modificadas. Aí não, né?
Segundo dados do próprio Exame Nacional de Ensino Médio, foram avaliadas mais de quatro milhões de redações no exame de 2012. Deste montante, acredite se quiser, cerca de 75 mil foram entregues em branco! Em branco!!!! Ou seja, o aluno sequer tentou escrever algo a respeito do tema proposto – no caso, “A imigração para o Brasil no século 21” – ou, pior, sequer teve noção daquilo que foi pedido. Uma catástrofe total!

Só que as notícias ruins não param por aqui. Além das redações “em branco”, cerca de 72 mil foram anuladas por não obedecerem aos requisitos pré-estabelecidos, como o de escrever sete linhas de texto – sim, míseras SETE linhas!

Volto a escrever que não há qualquer problema em um aluno saber quais os erros que cometeu. Isto é justo. Só que a questão reside em um ponto muito mais delicado, espinhoso e, por isto mesmo, necessário de apertar: estamos criando uma geração inteira de analfabetos funcionais, que até sabem ler, mas não compreendem o significado das palavras, não consegue interpretar um texto e muito menos elaborar um pensamento coerente em forma de sentenças.

Infelizmente, a juventude brasileira é o retrato fiel do descaso com que a Educação vem sendo tratada ao longo dos anos em nosso País. Ninguém sabe nada. Ninguém consegue interpretar fatos, coletar informações, compreender as circunstâncias, selecionar ideias e oferecer um argumento plausível que venha a sustentar uma opinião. Ninguém consegue sequer pensar por si mesmo...
Sempre que corrijo os erros de meus leitores, a maioria vem com a seguinte desculpa esfarrapada: “não preciso escrever certo (sic) na internet; quando precisar, escrevo certo; aqui é lugar de escrever fácil (sic)”. Pois, toda vez que retruquei dizendo que se você se acostuma a escrever errado, vai continuar fazendo isto em sua vida justamente pelo hábito de cometer estes erros constantemente, fui recebido com grosserias e desprezo. Agora, por ocasião das redações do Enem, as pessoas estão percebendo como o buraco é mais embaixo...

E não pense que estou botando toda a culpa por esta situação nas imbecilidades que as pessoas cometem nos “facebooks” e “twitters” da vida. Infelizmente, tantos as escolas e faculdades quanto o mercado de trabalho em geral preferem ter em suas fileiras gente burrinha e obediente, que não tenha autonomia de pensamento, que saiba apenas decorar aquilo que lhe imposto, sem questionamentos. Com isto, a última coisa que alguém consegue é desenvolver a sua capacidade de raciocínio.

Pense nisto na hora de deixar o seu filho escrever e ler o que bem entender por aí...

Escrito por Régis Tadeu, do blog Na Mira do Régis


5 de janeiro de 2013

Pressão para ser feliz deixa as pessoas mais infelizes, dizem especialistas

Para a psicóloga Maria Teresa Reginato, ser feliz virou moda e
 isso compromete a satisfação genuína


No último capítulo de uma novela, todos se casam com os amores de suas vidas. Se falta par para algum personagem, logo um estrangeiro rico aparece e se apaixona pela mais condenada das solteironas. Nos comerciais de TV, a exemplo dos clássicos anúncios ensolarados de margarina, todos são muito felizes. E têm todas as contas pagas, filhos perfeitos, carros que não quebram e dentes sem cáries. Tamanho volume de informações, e histórias que não se parecem com as da vida real, acaba funcionando como pressão para conquistar a felicidade –ainda que ela não seja tão fácil de se resumir.

Tanta pressão tem provocado o efeito oposto: as pessoas estão ansiosas, tensas, inquietas e, consequentemente, infelizes, segundo especialistas procurados por UOL Comportamento. A psicóloga Maria Teresa Reginato diz que "ser feliz virou moda". E como acontece com toda tendência, há o risco de muita gente se sentir na obrigação de abandonar o próprio estilo para corresponder a um padrão fantasioso de felicidade. "Até porque essa felicidade pregada vem acompanhada de critérios de sucesso que também são momentâneos, como ter emprego estável, atingir certo patamar financeiro, ter vida amorosa bem-sucedida, adquirir carro e casa, ter curso superior e especializações, esbanjar beleza e popularidade", diz Maria Teresa. Assim, quem se sentia razoavelmente feliz –porque felicidade completa é uma utopia– passa a achar que é um tolo por ter se sentido, até então, satisfeito com tão pouco.

Para a psicóloga Heloisa Schauff, essa sensação de obrigação pode ser positiva ao instigar as pessoas a refletirem se estão satisfeitas ou não com suas próprias vidas. "Indivíduos com senso crítico, centrados, maduros e conscientes não se deixarão levar. Vão avaliar como estão gerenciando suas vidas e quais seus planos para o futuro", explica. Já os imaturos e inseguros podem cair na armadilha de acreditarem e aceitarem que ser feliz é ter o carro novo ou fazer uma viagem para um destino exótico. "Por causa disso, muitas vezes, as pessoas se perdem em despesas ou desenvolvem sentimentos depressivos. Acham que como não têm certas coisas suas vidas são incompletas", diz Heloisa.

Falsa felicidade

Aparência se sobrepõe à realidade frequentemente. Quem não é feliz tem de dar um jeito de ao menos parecer ser. Com o atual exibicionismo geral, todo mundo sente, vez ou outra, que "a grama do vizinho é mais verde". Como lidar com a frustração se nem sempre a gente teve um dia divino, uma balada incrível ou uma viagem para exibir? Parece que todo mundo se diverte e curte a vida, menos nós, que temos de trabalhar (e muito) para pagar as contas. Então, vale a falsa felicidade . "Por uma questão da cultura atual, em que o ter é o que importa e as aparências é que abrem portas, a deterioração dos valores acaba impedindo a possibilidade de viver a realidade, mascarando-a", fala Heloisa Schauff. Segundo a psicóloga Maria Teresa Reginato, as pessoas usam as redes sociais para mostrar somente a imagem que interessa cultivar. "Mesmo quem é mais centrado acaba achando que tem algo de errado com sua vida. A cultura das aparências é uma diversão semelhante a uma festa à fantasia em que, por uma noite, é possível fingir ser outra pessoa para os outros e muitas vezes para si mesmo", explica.

Obviamente, quando se olha para a vida de alguém, só vemos a superfície, a não ser quando há muita intimidade. É como a ponta de um iceberg: por baixo tem muito mais que não enxergamos. "Isso vale tanto para a felicidade como para a infelicidade", afirma Maria Teresa, que declara ainda que as pessoas desenvolvem a frustração quando não têm coisas interessantes para postar sobre si mesmas. "E isso se acentua quando veem as coisas bacanas que foram postadas pelos outros. Muitas pessoas criam uma personalidade para exibir nas redes", conta. As especialistas dizem que a valorização extrema do mundo virtual tira a atenção dos contatos reais e do sentido de privacidade, gerando atrito nas relações interpessoais e piorando a qualidade de vida, entre outras consequências.

Busca interna

A profusão de livros de autoajuda oferece fórmulas mágicas para todos os tipos de problemas: financeiros, amorosos, de autoestima, com os filhos, com os sogros, no trabalho etc. Tanto material à disposição indica, de maneira implícita, que só é infeliz quem quer. "Esses livros pregam coisas, mas não ensinam como alcançá-las; dizem, por exemplo, para as pessoas pensarem positivo, mas não ensinam como elas podem parar o pensamento negativo", diz Deborah Epelman, psicóloga especialista em programação neurolinguística (PNL). Deborah explica que a escolha entre ser feliz ou infeliz realmente é de cada um. "Só que as pessoas precisam saber como fazer, e isso acontece quando elas olham para dentro de si e transformam aquilo que impede a felicidade. Quando as pessoas pararem de olhar para fora encontrarão tudo o que existe de melhor na vida delas". 

E há quem persiga a felicidade mais para provar algo aos outros do que por pura realização pessoal. Segundo a psicóloga Maria Teresa Reginato, é provável que uma parte razoável de nossas buscas seja motivada pela necessidade de autoafirmação e reconhecimento. "É preciso ter uma boa dose de autoconhecimento para saber se o que procuramos corresponde ao que realmente necessitamos. O que eu desejo não é necessariamente o que necessito e o que me fará feliz. Pode ser apenas uma compensação por aquilo que julgo ter faltado ou excedido em minha vida", explica.

A obsessão em ser feliz pode tirar a atenção de coisas não tão grandiosas, mas que realmente importam. Coisas pequenas acontecem milhares de vezes em uma vida, enquanto as grandes só em poucas ocasiões. "Se você sonha com apoteoses no cotidiano viverá frustrado. Quando nos comparamos aos outros, só vemos o final do processo. Aí concluímos que as pessoas receberam aquela dádiva num golpe só, pela sorte e sem esforço. E não é verdade", afirma Heloisa Schauff.


Manual para 2013


Saúde

1.  Beba muita água
2.  Coma mais o que nasce em árvores e plantas, e menoscomida produzida em fábricas;
3.  Viva com os 3 E's: Energia, Entusiasmo e Empatia;
4.  Arranje tempo para orar;
5.  Jogue mais jogos;
6.  Leia mais livros do que leu em 2012;
7.  Sente-se em silêncio pelo menos 10 minutos por dia;
8.  Durma 8 horas por dia;
9. Faça caminhadas de 20-60 minutos por dia, e enquanto caminha sorria.

Personalidade:

11.  Não compare a sua vida a dos outros. Ninguém faz ideia de como é a caminhada dos outros;
12.  Não tenha pensamentos negativos ou coisas de que não tenha controle;
13.  Não se exceda. Mantenha-se nos seus limites;
14.  Não se torne demasiadamente sério;
15.  Não desperdice a sua energia preciosa em fofocas;
16.  Sonhe mais;
17.  Inveja é uma perda de tempo. Tem tudo que necessita....
18.  Esqueça questões do passado. Não lembre seu parceiro dos seus erros do passado. Isso destruirá a sua felicidade presente;
19.  A vida é curta demais para odiar alguém. Não odeie.
20.  Faça as pazes com o seu passado para não estragar o seu presente;
21.  Ninguém comanda a sua felicidade a não ser você;
22.  Tenha consciência que a vida é uma escola e que está nela para aprender. Problemas são apenas parte, que aparecem e se desvanecem como uma aula de álgebra, mas as lições que aprende, perduram uma vida inteira;
23.  Sorria e gargalhe mais;
24.  Não necessite ganhar todas as discussões. Aceite também a discordância;

Sociedade:

25.  Entre mais em contato com sua família;
26.  Dê algo de bom aos outros diariamente;
27.  Perdoe a todos por tudo;
28.  Passe tempo com pessoas acima de 70 anos e abaixo de 6;
29.  Tente fazer sorrir pelo menos três pessoas por dia;
30.  Não te diz respeito o que os outros pensam de você;
31. O seu trabalho não tomará conta de você quando estiver doente. Os seus amigos o farão. Mantém contato com eles.

A Vida:

32.  Faça o que é correto;
33.  Desfaça-se do que não é útil, bonito ou alegre;
34.  DEUS cura tudo;
35.  Por muito boa ou má que a situação seja.... Ela mudará...
36.  Não interessa como se sente, levanta, se arruma e aparece;
37.  O melhor ainda está para vir;
38.  Quando acordar vivo de manhã, agradeça a DEUS pela graça.
39.  Mantenha seu coração sempre feliz.

Fonte: Blog UATI em Ação


15 de dezembro de 2012

Assaltaram a Gramática - Os Paralamas do Sucesso


Assaltaram a gramática
Assassinaram a lógica
Meteram poesia, na bagunça do dia-a-dia
Sequestraram a fonética
Violentaram a métrica
Meteram poesia onde devia e não devia
Lá vem o poeta com sua coroa de louro
Agrião, pimentão, boldo
O poeta é a pimenta do planeta
(Malagueta!)



29 de novembro de 2012

Hasta que te conocí - Maná

La más nueva canción de la banda mexicana Maná.

Hasta que te conocí


El video oficial:



El video con la letra

Natassia

24 de novembro de 2012

Aos 89, Lygia Fagundes Telles diz que escreve todo dia



É quinta-feira, passa um pouco das seis horas da tarde e imortais da Academia Paulista de Letras estão reunidos para o seu chá semanal no Largo do Arouche, região central de São Paulo. Na ponta da grande mesa do salão onde são feitas as refeições, a escritora Lygia Fagundes Telles belisca acepipes e discute o atual estado das coisas com colegas de imortalidade como a autora Anna Maria Martins, o maestro Júlio Medaglia e o médico Raul Cutait.
“Está aumentando enormemente o número de drogados, de cocainômanos. É uma fuga da realidade”, lamenta. “Precisamos de creches, o Chalita vai resolver isso”, diz, indicando a sua preferência eleitoral. Espera-se, aliás, que ela não seja tão fã do escritor como do candidato, que parece entusiasmá-la.
É preciso dizer, num aparte, que a conversa fez uma grande curva até chegar aí. A partir de uma pergunta da reportagem, interessada em saber se a APL tinha algum projeto para promover a profissionalização da atividade de escritor, os imortais passaram a falar da proposta que levou alguns deles a dar palestras em escolas da rede pública, e daí à situação difícil da periferia e, depois, ao estado social e cultural do país.
“O que me dói é que na lista dos livros mais vendidos não tem um brasileiro”, continuou Lygia, que se absteve de fazer comentários quando disseram que Paulo Coelho estava lá.
Aos 89 anos, frequentar a APL não é a única ação ligada à literatura feita por Lygia, imortal também pela Academia Brasileira de Letras (ABL). A escritora, que não lança um livro inédito há cinco anos, diz que segue escrevendo diariamente. Sobre um possível novo livro, porém, faz suspense. Podem vir contos? “Quem sabe um romance”, responde, evasiva.
Fonte próxima a ela, no entanto, acredita que não se verá um inédito de Lygia. Procurada, a Companhia das Letras, que adquiriu o passe da escritora em 2008 e vem republicando toda a sua obra, diz que não há nenhum projeto em discussão com a editora. O último título inédito de Lygia foi a reunião de contos Conspiração de Nuvens, lançada pela Rocco em 2007.
Maria Carolina Maia

Fonte: Entrevista para Revista Veja 01.09.12

14 de outubro de 2012

Qual a origem da Língua Portuguesa?

O português é resultado da transformação do latim vulgar (uma das variantes da língua romana) e do galego (falado na província da Galícia - hoje em território espanhol). Essas línguas sofreram muitas transformações ao longo do tempo, e só no século 13 foi publicado um texto mais próximo do que hoje consideramos a língua portuguesa (leia mais sobre essa evolução abaixo). O idioma falado no Brasil sofreu ainda várias influências, como as dos povos africanos e indígenas.

Para poder ler com conforto, clique na imagem

Fonte: Revista Nova Escola

O bota abaixo e a Revolta da Vacina


Rua do Mercado: exemplo de uma das estreitas vias
do Rio de Janeiro que resistiu ao "bota abaixo"
No início do século passado, a então capital federal, cidade do Rio de Janeiro, ainda apresentava características urbanas do período colonial. O centro era repleto de vielas e pequenas ruas, por onde escoava a produção nacional de café em direção ao porto e por onde deveria circular a mercadoria que chegava pelo mesmo. As ruas eram estreitas, nelas não seria possível passar um carro, andavam somente pessoas, carroças, carrinhos de mão. Esta formação urbana era consequência do crescimento desordenado da cidade.
Em 1763, o Rio de Janeiro tornou-se a capital da colônia. Em 1808, a família real chegou ao país junto da corte portuguesa. Foram aumentos populacionais significativos muito rapidamente. Ao mesmo tempo, milhares de desfavorecidos procuravam a cidade em busca de oportunidades. No início do século XX, suapopulação era de mais de 500 mil habitantes.
Exemplo de cortiço
Essa população mais pobre habitava justamente o centro da cidade. Suas moradias eram os antigos casarões, onde diversas famílias viviam juntas em situação de penúria e de pouca qualidade de vida. Estes prédios eram conhecidos como cortiços. Tal realidade está retratada no livro “O Cortiço” de Aluísio de Azevedo, lançado no fim do século XIX. Essa obra descreve a vida num destes lugares, não sem escorregar numa perspectiva preconceituosa: a de que o meio determina o comportamento humano. Assim, as pessoas que ali habitavam eram corrompidas pelo meio. Ou seja: os mais pobres tinham hábitos que poderiam desvirtuar os demais, como é o caso de Jerônimo, um português trabalhador que, ao chegar ao cortiço, transforma-se num malandro; ou de Pombinha, que era uma moça rica, pudica e mimada, perde seu pai, vai morar no cortiço e, ao fim, acaba se prostituindo.
O Rio de Janeiro ainda era um “antro” de doenças tropicais, como a febre amarela e a varíola. Acreditava-se que a acumulação de pessoas em espaços reduzidos era a causa dessas doenças. Os miseráveis do centro do Rio de Janeiro eram considerados culpados pelas autoridades de espalhar as enfermidades, de disseminar a violência e o banditismo. As elites acreditavam que eles deveriam ser retirados da região, para transformá-la numa região “limpa”, ou seja, própria para a burguesia local.
Quem colocou esse plano em prática foram o prefeito do Rio de Janeiro, Pereira Passos, e o presidente da República, Rodrigues Alves, a partir de 1901. A ideia era simples: derrubar os velhos casarões que serviam de cortiço, retirar os mais pobres, considerados pelas elites como “classes perigosas” do centro da cidade e abrir largas avenidas, dando fim às ruelas e pequenas vias do período colonial. Lembram de “O Cortiço”? Pois bem, a visão das elites da época era exatamente essa: a população mais necessitada era perigosa, composta de meliantes e, afinal, “o meio corrompe”. O objetivo ainda era possibilitar a circulação de pessoas e dificultar a formação de barricadas por parte da população mais pobre. A política de derrubar as velhas construções da capital federal foi conhecido popularmente como “bota abaixo”.
Pereira Passos
Rodrigues Alves

A ação baseou-se nas práticas do prefeito de Paris, Eugene Haussmann, trinta anos atrás. Na sua gestão, ele remodelou a capital francesa, pondo fim às antigas e estreitas ruas, palcos da Comuna de Paris, e das trincheiras montadas pelos populares, abrindo largos bulevares. Pereira Passos morava em Paris na época e viu esse processo de perto. Mas para onde essa população expulsa do centro da cidade foi? Alguns bairros mais periféricos já eram habitados pela classe média da época. A solução foi construir barracos nos abundantes morros, dando origem às atuais favelas. Como se vê, o problema é antigo, causado pelas próprias autoridades cariocas.
As demolições começaram em fevereiro de 1904. Em novembro do mesmo ano, foi imposta a vacinação obrigatória contra a varíola. Era o estopim: a maioria do povo pertencente à classe menos favorecida se revoltou contra a determinação. Em geral, os agentes da vacinação eram truculentos, invadindo as residências e aplicando as vacinas muitas vezes a força. Várias ruas da cidade foram tomadas pelos amotinados. Foi o movimento conhecido como Revolta da Vacina. Claro que foi massacrado pela repressão do governo de Rodrigues Alves.
Bonde virado por
amotinados durante
a Revolta da Vacina
A rigor foi uma rebelião contra os excessos cometidos pelas autoridades contra uma população carente e necessitada. Por muitos anos, ao invés de auxílio, essa população só ganhou reprimendas e se viu prejudicada. A vacina foi somente a gota d’água, a causa imediata da revolta.

Bibliografia:
BENCHIMOL, Jaime. “Reforma urbana e Revolta da Vacina na cidade do Rio de Janeiro”. in: FERREIRA, Jorge. e DELGADO, Lucília de Almeida Neves. O Brasil Republicano. Vol.1 O tempo do liberalismo excludente. Da proclamação da República à Revolução de 1930. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2003.
SEVCENKO, Nicolau. A Revolta da Vacina: mentes insanas em corpos rebeldes. São Paulo, Ed. Scipione, 1997.


Fonte: Blog História é vida


P.S.: A atual novela das 18h, da Globo, Lado a Lado, tem a história ambientada neste período (primeira década do séc. XX) 

1 mês sem postar


Desculpem, gente. É que o semestre tá pegando fogo....


....sem tempo....

....nem ideias para postar.

16 de setembro de 2012

Gonzaga: de pai para filho

Mais um ícone da música brasileira vai ser homenageado pela produção nacional. Gonzaga - De Pai para Filho, além de contar a história do Rei do Baião, retrata ainda a relação conturbada com seu filho, Gonzaguinha. Ou seja, homenagem dupla.

O filme de Breno Silveira também vai tratar do preconceito racial e social que Luiz Gonzaga sofreu na adolescência e durante o período de ascensão no cenário musical brasileiro. Outro tema de destaque é o conflito de gerações e a forma mais harmônica de resolvê-los: a música.

No dia 27 de junho  foi liberado um vídeo sobre a importância de Gonzagão para as festividades juninas e mais fotos de cenas inéditas foram publicadas na fan page do filme. Confira algumas abaixo:




Adélio Lima, Chambinho do Acordeon e Land Vieira interpretam Luiz Gonzaga em diferentes fases, enquanto Gonzaguinha será vivido por Júlio Andrade, Giancarlo di Tomazzio e Alison Santos.

O vídeo promocional, também liberado este mês, faz um belo apanhado de momentos importantes na carreira do músico, embalado pelas deliciosas Asa Branca e A Vida do Viajante. Se o longa seguir o caminho de 2 Filhos do Francisco, a bilheteria promete ser generosa e a emoção vai tomar conta do público brasileiro.



Fuente: Cinemáticos

15 de setembro de 2012

Jamás se te olviden tus raíces

Latinoamérica – Maná

Alerta esto es un llamado
Es valiosa su atención
Estan discriminando latinos
No me parece que tienen razón

Somos gente que nunca se raja
Ante cualquier situación
Vamos a mostrar quienes somos con coraje y valor

No vamos, no vamos
A quejarnos jamás

Latino tu, latino yo
La misma sangre y corazón
Esto es mi Latinoamérica
Hay que luchar Latinoamérica

Y si nos quieren marginar
Nunca nos vamos a dejar
Sólo existe una América
Hay que soñar, Latinoamérica

Si no aprendemos de nuestra historia
No habrá forma de progresar
Cometeremos los mismos errores
Atrasados nos vamos a quedar
Ahora es nuestro momento
De brillar como el Sol
Tenemos todo para hacerlo
Con cojones, dignidad y valor

No vamos, no vamos
A quejarnos jamás

Latino tu, latino yo
La misma sangre y corazón
Esto es mi Latinoamérica
Hay que luchar Latinoamérica

Y si nos quieren marginar
Nunca nos vamos a dejar
Sólo existe una América
Hay que soñar, Latinoamérica

Jamás se te olviden tus raíces
Jamás se te olviden tus raíces
Jamás se te olviden tus raíces
Jamás se te olviden tus raíces

Latino tu, latino yo
La misma sangre y corazón
Esto es mi Latinoamérica
Hay que luchar Latinoamérica

Y si nos quieren marginar
Nunca nos vamos a dejar
Sólo existe una América
Hay que soñar, Latinoamérica

Jamás se te olviden tus raíces
Jamás jamás nunca más
Jamás se te olviden tus raíces
Jamás se te olviden tus raíces
Jamás se te olviden tus raíces
Jamás se te olviden tus raíces




Fuente: Letras Terra