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13 de agosto de 2015

6 situações que apenas pessoas canhotas encaram no dia a dia

Nesta quinta-feira (13) é comemorado o Dia Internacional do Canhoto. Para celebrar essa data, o site "Distractify" reuniu algumas situações que apenas pessoas canhotas encaram no dia a dia.
Confira:
1. Ficar com a lateral da mão borrada de grafite após a aula
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2. Não conseguir usar a tesoura
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3. E muito menos o abridor de latas
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4. Se conformar de que carteiras tradicionais da escola foram feitas para destros
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5. Ter que sempre ouvir a mesma pergunta: "Nossa, jura que você é canhoto?"
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6. E se acostumar com a cara de espanto de seus amigos ao perceberem que você escreve com a mão esquerda
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Fonte: Catraca Livre

10 de agosto de 2015

6 Elementos básicos para criar uma História em Quadrinhos


De um modo geral, as histórias em quadrinho costumam acompanhar a vida das pessoas desde a infância. De modo que suas características básicas estão de algum modo arraigadas na nossa mente. Ainda assim, muita gente simplesmente “trava” diante de uma possibilidade de para fazer quadrinhos, seja numa brincadeira criativa sem compromisso ou  para realizar alguma atividade criativa na escola, entre outras possibilidades. Seja um cartum de quadro único, uma tiraou uma história longa.

Não se preocupe tanto com isso a ponto de ficar sem ação: você verá que os princípios básicos para a produção de uma HQ são simples (claro que fazer isso com qualidade profissional e sair por aí a ganhar dinheiro com suas histórias em quadrinhos vai exigir esforço, tempo e dedicação, mas isso é uma outra história).


Resolvi então listar estes elementos básicos, que estão presentes de uma forma ou de outra em qualquer gênero de HQ, seja um infantil, adulta, graphic novel, mangá… Num esquema profissional, o trabalho de pensar cada detalhe pode ser dividido por uma equipe (desenhista, roteirista, letrista…), mas a ideia aqui é apresentar para que qualquer pessoa, criança, jovem, ou adulto possa arriscar seus passos nos quadrinhos por meio destas dicas fundamentais.
Vamos lá?

REQUADRO

As HQs são conhecidas exatamente por esta marcante característica básica: este conjunto de linhas que delimitam o espaço de cada cena e constituem o quadrinho, esta moldura mais conhecida como requadro entre os profissionais da área.
Em algumas histórias, tais linhas podem ganhar formatos diferentes, chegam a ser circulares, trêmulas… Um formato mais anguloso ajuda na narrativa visual e deixa a leitura mais dinâmica, por exemplo. Até existem casos nas quais as linhas são existem efetivamente, o autor deixa ao leitor a tarefa de imaginá-las. É uma opção estética para a obra, implica em outros questionamentos, mas como estou a tratar do básico, então fiquemos com o requadro.

CALHA

Talvez nunca tenha parado pra pensar, mas em geral existe um vão entre um quadrinho e outro. É o que chamamos de calha. Ela pode ajudar a delimitar o tempo: mais larga, indica mais tempo entre um quadro e outro; se é mais curta indica uma ação mais rápida e contínua 

BALÃO E RECORDATÓRIO

Tão amplamente conhecido como o requadro são os balões, esta figura que simboliza o ato da fala dos personagens, abrigando o texto da conversa. Os balões também podem ser desenhado de forma diferente, acumulando funções na HQ: linhas mais quadradas podem significa voz eletrônica, mais rabiscadas indicam de grito ou voz alta, aquelas que lembram nuvenzinhas constituem balões de pensamento e por aí vai…
Tipos de Balão - SaposVoadores.net
Note que o balão tem um “rabicho”, de forma a apontar para um personagem para indicar precisamente ao leitor quem está falando, ou pensando.
Já o recordatório é um painel sem rabicho, usado normalmente pelo narrador para tratar de algo não visível no quadrinho. Em algumas histórias também é usado para apresentar pensamentos dos personagens (se o balão “nuvenzinha” representar uma quebra na harmonia da arte, por exemplo, como em HQs mais adultas).

Um parênteses: O uso de representação da fala é tão marcante para os quadrinhos que sua utilização pelo cartunista norte-americano Richard Outcault na série At the Circus in Hogan’s Alley, criada em 1895, é considedo como marco da criação dos quadrinhos. Embora não usasse balões, o personagem principal, Yellow Kid, o Garoto Amarelo, apresentava suas falas por meio de texto inserido em sua vestimenta. Claro que representação de histórias por meio de desenhos existem desde o tempo das cavernas – e mesmo aqui no Brasil tivemos um dos precursores das HQs, o italianoAngelo Agostini, que lançou seu Nhô Quim em 1869 na imprensa nacional – mas isso é conversa pra outra hora…

ONOMATOPEIA
Assim como o balão indica o som da fala, a onomatopeia é uma representação de um som ambiente, que for importante para o desenrolar da história.
 Como não tem o rabicho, é desenhada bem próxima ao emissor do som. Assim, “TOC, TOC” indica o som de duas batidas na madeira, “CABRUM” uma explosão, “PLOFT” uma coisa caindo no chão e por aí vai. Normalmente vem acompanhada de algum incremento gráfico às letras, como nos exemplos acima.

DESENHO/ IMAGEM
É a desculpa clássica pra alguém se recusar a tentar fazer uma história em quadrinhos: “Não sei desenhar”. O que, em geral, não é bem verdade: estamos acostumados a rabiscar desde a infância embora a maioria pare de evoluir seu desenho depois de alguns anos. Mas ainda assim sabem tentar reproduzir o que vêem ou imaginam graficamente, nem que seja por esquemas e “homens palitinho”. Volta e meia, quando alguém não consegue se expressar com palavras pedem: “Desenha aí!”, não é verdade? Sem contar, que é possível produzir quadrinhos usando fotos ao invés de desenhos, ou mesmo colagens…
As Cobras, por Luís Fernando Veríssimo
Claro que, se o objetivo é uma qualidade profissional,  você terá que treinar bastante, seja sozinho ou por meio de cursos específicos de quadrinhos. Mas aqui estou me atendo ao básico, a existência do desenho/imagem é fundamental, mas a sua qualidade estética é discutível (não é por que o desenho não parece uma foto que a HQ é ruim, vide o escritor Luís Fernando Veríssimo e sua genial tira das Cobras). Essa suposta qualidade do traço importa menos que o item a seguir, por exemplo.

NARRATIVA VISUAL
Você, como leitor de quadrinhos, usufrui disso, talvez sem saber. Há certas regras a serem seguidos na escrita, certo? Para que o processo de leitura de uma HQ aconteça naturalmente, também existem padrões a seguir na construção da narrativa visual, ou seja a que é possibilitada por meio do desenho.
É básico, por exemplo: nós ocidentais escrevemos da esquerda para a direita, de cima para baixo. A diagramação dos quadrinhos e da arte nele contidos devem levar isso em conta, do contrário dá um nó na cabeça do leitor, que não sabe bem a ordem de “leitura” tanto do texto quanto das imagens. Em geral as pessoas sabem posicionar bem os quadrinhos, mas se esquecem do conteúdo de cada um. Por exemplo, se há dois personagens em cena. Em geral, quem fala primeiro deve ficar mais à esquerda, assim como seu balão. Se duas pessoas estão conversando, tente posicioná-las como seria na vida real, é só observar: elas procuram se olhar na maior parte do tempo. E se alguém aponta pra uma direção, a outra pessoa da cena acaba por olhar pra lá e não mais pro interlocutor. E por aí vai.

Há muitas outras situações que podem ser melhor resolvidas no desenho por meio de um bom estudo de narrativa visual. Claro que isso demanda certa “cultura visual”, aprender a observar estes pequenos detalhes, realizar estudo específico.  Mas se você conseguir ao menos cumprir o básico tá ótimo: a arte deve seguir o sentido tradicional de leitura. Se não, fica esquisito, como é, por exemplo, ler um mangá com texto traduzido, mas com a arte mantendo o padrão oriental (que não só lê da direita para a esquerda, mas escreve em vertical de cima para baixo, não horizontal como nós), como comentei neste arquivo na Rede RPG. Me agrada mais os mangás com arte invertida para leitura da esquerda para a direita (como num espelho): cria algumas situações estranhas, com personagens destros virando canhotos, mas é um preço a se pagar por uma melhor narrativa visual.
E é isso. Tendo em vista estes itens que tratei acima, só pensar numa história que mereça ser contada e mãos à obra. Comece com ideias de um quadrinho só e vá aumentando… Deixa aqui um comentário com sua experiência depois.
E então? Está preparado para se arriscar a criar suas próprias histórias em quadrinhos?

29 de maio de 2015

Diário de Viagem: Chile - SUL - Vulcão Osorno: o Fuji Chileno

No dia seguinte ao passeio de Peulla, seguimos o roteiro.
Na agência Turistour são oferecidos dois passeios: o primeiro é o Vulcão Osorno com Petrohué e o segundo é apenas o Vulcão Osorno. Como reparamos que Petrohué se trata das mesmas cataratas que foramos no dia anterior, optamos apenas pela subida do vulcão (este mais em conta - pagamos 18.000 pesos (uns 70 reais)).
Como este passeio era apenas um período (o da tarde), aproveitamos a manhã para andar e conhecer melhor a cidade de Puerto Varas, pois não havíamos feito isso antes, por falta de tempo.


Subimos o Cerro Filippe, conhecemos a Iglesia Sagrado Corazón (cartão postal da cidade), andamos a orla toda do lago Llanquihue e andamos mais pelo centro.



O Passeio:

Subimos numa van, o guia foi explicando a origem do lago, tipo de vegetação, como e quando foi a colonização da região e aspectos do vulcão: última erupção (1870 e pouco), se está inativo ou "dormido" (é a segunda), como é feita a erupção (pelos lados por crateras), por isto o pico é certo e o seu apelido de Fuji Chileno.

Ao subir sentimos que o tempo mudava rápido, ora abria, ora encobria de neve... e o frio também.

No alto do vulcão há uma estação de ski, porém, como fomos em novembro (primavera), não havia neve, mas o frio era presente.

O guia nos orientou a comprar os tickets das telesillas (teleféricos) para conhecer o topo (e a neve, no meu caso), assim que descermos da van. Foi o que fizemos.
No guichê, eles vendem 2 tramos (pontos) separados e os dois juntos, compramos os dois juntos por 14.000 pesos (50 reais, mais ou menos)... estes não são inclusos no passeio da agência, pagamos à parte.
Depois fomos alugar roupa, pois o frio era intenso e não nos deixariam subir sem roupa adequada. A sorte ou o azar é que fui com um moletom apenas, e quando coloquei o casaco de neve, entrou direito. O casaco e a calça custaram 4.000 (16 reais), havia gorro e bota, à parte, porém não foi necessário.

E passei um medo, tensão antes de subir, pois o guia vivia falando que se virar muito o tempo, fecham as estações do teleféricos e perderíamos a oportunidade de subir no topo.

Eis que subimos, depois de relutar um pouco. A primeira estação foi tranquila, o percurso é menor, mas o frio.... um vento e um medo de perder as minhas coisas (máquina, touca...). Fora que é bem alto o teleférico e lá em cima venta muito.
Já víamos o início da neve logo no primeiro "tramo".





No segundo trajeto, mais comprido e mais demorado e mais alto e mais frio e mais....
Chegou uma hora que estava tudo encoberto, só víamos quem descia quando estava perto. Confesso, deu muito medo, pois estava frio e ventava demais... sabe aquela impressão de que estava num filme de terror? hehehehe
Quando avistamos a casinha da estação, foi uma felicidade imensa: íamos descer!!!





Lá em cima, com neve, foi a felicidade... nem sei ao certo quantos minutos ficamos lá, mas foram inesquecíveis... parecíamos crianças na neve.
Foto, foto, foto, foto, foto, foto, foto, foto, foto, foto, foto....

A descida foi mais tranquila, além de já conhecermos o caminho, demos muita sorte: abriu o tempo e pudemos ver o lago Llanquihue do alto do teleférico, vista indescritível!!!




No fim, tomamos um chocolate quente na estação e descemos cansadas, com frio, porém felizes!!!

Natassia

Ps. A ducha que tomei no hostel foi a melhor do mundo!!! Quentinha!!!

17 de maio de 2015

Entre abelhas - cinema nacional cada vez melhor



Ontem fui ao cinema assistir o filme "Entre abelhas", cuja sinopse é:

"Coisas estranhas começam a acontecer na vida de Bruno (Fábio Porchat), um jovem de quase 30 anos que acaba de se separar da mulher (Giovana Lancelotti). Bruno tropeça no ar, esbarra no que não vê - até perceber que as pessoas ao seu redor estão desaparecendo só para ele. Os dias correm e a situação só piora. Com a ajuda da mãe (Irene Ravache) e do melhor amigo (Marcos Veras), Bruno tentará se adaptar a esse novo mundo com cada vez menos gente."

Ao contrário do que andam dizendo, o filme NÃO é uma comédia, é um drama, com algumas poucas cenas engraçadas.

Indo mais além, achei este filme perturbador, pois ele deixa de ver as pessoas e passa o filme todo tentando se curar e encontrar a causa dessa "doença".

O filme também é um "prato cheio" para a área da psicologia, pois até que ponto as pessoas deixam de enxergar os outros por deixar o seu problema ser maior que a realidade que vivem?

Este filme foi uma surpresa para mim, pois não esperava uma história tão densa. O cinema nacional está cada vez com um nível melhor, assim como os vizinhos argentino e mexicano.

30 de abril de 2015

Diário de um Banana, o sucesso entre os adolescentes


Estava trabalhando o gênero "diário" com as minhas turmas do 6º ano. E como acho um horror o professor "ditar" o livro que o aluno deve ler, apenas exigi que fosse um diário ficcional. E, para minha surpresa, quando eles foram apresentar o trabalho, 90% dos alunos escolheram um dos livros da coleção "Diário de um Banana".
Como comecei agora a dar aula de português no Fundamental (estava apenas com espanhol), havia ouvido apenas de nome este livro. Mas com a explicação e conversa dos alunos no dia da apresentação, fiquei interessada na história e achei essa resenha bem resumida e explicada de como é contada:

banana



"Sinopse:
Não é fácil ser criança. E ninguém sabe disso melhor do que Greg Heffley, que se vê mergulhado no ensino fundamental, onde fracotes subdesenvolvidos dividem os corredores com garotos que são mais altos, mais malvados e já se barbeiam.
Em Diário de um Banana, o autor e ilustrados Jeff Kinney nos apresenta um herói improvável.

Resenha:
O livro conta o dia-a-dia de Greg Heffley que decide deixar registrado em um caderno, não diário como sua mãe gosta de dizer, as suas aventuras de Halloween, na escola, em casa com seus dois irmãos, Manny (o bebê) e Rodrick (o rockeiro). Ele leva uma vida normal, adora jogar video game e sonha o tempo todo em ser famoso em qualquer cargo, mesmo que seja como segurança da escola.
Esse é o primeiro livro de uma série que virou Best-Seller do New York Times. Gostei muito, pois é uma história leve e engraçada, logo nas primeiras páginas você já começa a rir e mesmo depois do livro acabar você ainda está rindo lembrando-se das aventuras de Greg.
O autor Jeff Kinney é também ilustrador, então todas as páginas são recheadas de desenhos dos personagens e das situações vividas por eles de um modo cômico, assim faz com que a história fique mais engraçada ainda.

banana1
diario_de_um_banana

Fonte: Blog Club de livros"


A história parece ser bem humorada e os alunos se veem nas aventuras de Greg, pois esta personagem está na mesma série que eles (6º ano) e ele passa por conflitos e situações comuns para a idade.
Fiquei interessada em ler pelo menos o primeiro livro da série, assim que tiver tempo (hehe). Quando isso acontecer, volto aqui para colocar as minhas próprias opiniões.

Natassia

25 de abril de 2015

Livro de colorir para adulto tem proposta antiestresse



O que você faz para aliviar o estresse? Algumas pessoas praticam lutas, outras meditam. Agora, também, você pode voltar à infância e colorir um livro. Essa é a proposta de Jardim Secreto - Livro de Colorir e Caça ao Tesouro Antiestresse, debut da escocesa Johanna Basford na literatura interativa.

A publicação, lançamento da Editora Sextante, é curiosa. São 96 páginas com desenhos dos mais variados jardins - todos em branco, esperando que o leitor pare e dê cor às paisagens.
Assim, o livro de pintura para adultos ganha vida e os leitores podem relaxar enquanto interagem com Jardim Secreto. Ao mesmo tempo, precisam encontrar animais e pequenos objetos escondidos entre as paisagens, além de descobrir o caminho certo para pequenos labirintos - tudo, claro, colorindo.

Mania de cores

Nas últimas semanas, o livro  encabeçou a lista dos mais vendidos de não ficção de A TARDE. Traduzido para mais de dez países, tem tido destaque por conta de sua proposta.
Nana Vaz de Castro, gerente de aquisições da Editora Sextante, explica que o interesse em trazer o livro para o Brasil vem da proximidade do mesmo com a linha editorial da Sextante. "Buscamos sempre publicar livros que ajudem o leitor a terminá-lo melhor do que quando começou", comenta.
A ideia da obra é que não haja lugar para o estresse durante a interação. Assim, enquanto colore e procura por animais escondidos, o leitor abandona seus problemas e relaxa - ao mesmo tempo em que retorna à infância e relembra os tradicionais livros de colorir.
Vivaldo Gomes, psicólogo, salienta que a proposta de um livro como Jardim Secreto não é propriamente terapêutica, mas que o entretenimento causado pela obra pode  aliviar o estresse.
"Muito provavelmente vai haver um momento de relaxamento, de absorção", explica Gomes. O exercício artístico na vida adulta, comenta, "vai sendo deixado para trás, e essa manipulação é fundamental para o desenvolvimento cognitivo".

Lápis à mão

"O que me parece mais atraente no Jardim Secreto é que mesmo quem acha que não tem muito talento artístico consegue criar um resultado maravilhoso", comenta Nana Vaz de Castro.
Com um conjunto de lápis de cor à mão, as flores, folhas, árvores e animais tornam o livro único para cada leitor - um jardim muito dificilmente vai ser igual ao outro.
A jornalista e pesquisadora Carolina Pinho, 34, já concluiu 80% do livro e guarda as páginas restantes para não ficar sem nada para colorir.
"As horas passam e eu nem reparo, é um relaxante ótimo, é aquela pausa necessária para refrescar a cabeça", afirma. "Pegar uma caixa de lápis de cor, selecionar como se vai pintar e se perder no processo é fantástico".
A autora, Johanna Basford, que, de licença maternidade, não deu entrevista, explica em seu blog que sua relação com a natureza vem de sua criação na fazenda da família, na área rural da Escócia.
O Jardim é a estreia oficial de Johanna na literatura interativa - antes disso, ela havia publicado uma edição limitada do livro Wonderlands, com algumas peças favoritas  do seu acervo de ilustrações.

Seu trabalho, predominantemente em preto e branco, é todo feito à mão. A razão, explica a ilustradora em seu blog, é que Johanna acredita que desenhos assim captam mais a energia do artista do que aqueles criados através do computador.

Fonte: A Tarde UOL

29 de março de 2015

Rosas de EVA

Em 2013, fiz rosas de EVA para meus alunos presentearem suas mães no Dia das Mães. Não sei por qual motivo não postei aqui na época, mas enfim.

Peguei este molde da Internet, não lembro mais de qual blog, me perdoe o dono original do molde. (hehe)


Não fiz os moldes das folhas, apenas da sépalas, que coloquei como base. Em vez de arames, cortei um pedaço de EVA verde de 2cm de altura e mais ou menos 4cm de largura (a largura de um lápis e mais um dedo para a cola).

E ficou assim:

Corte dois moldes das pétalas e um da sépala.

Cole os cantinhos para que fique em forma de botão, um tem que ser mais apertado que o outro para poder encaixar, senão perde o trabalho.

Depois cole um dentro do outro e a sépala em baixo para cobrir os defeitinhos e fazer a base

Fica assim, agora falta colar a o suporte para encaixar o lápis ou caneta.

Pronto, com o suporte e o lápis.



Ótima ideia de presente, simples, fácil e barato!!!

Natassia

28 de março de 2015

"Amar é" em espanhol

O amor da forma mais fofa, em espanhol.











*fotos tiradas de uma página do Facebook.

22 de março de 2015

Diário de Viagem: Chile - SUL: Petrohué e Peulla

Terceiro dia de passeios foi para as Cascatas de Petrohué e a pequena cidade de Peulla.

As cascatas de Petrohué ao centro do mapa e Peulla à direita

Esse passeio é um dos mais importantes feitos na Região do Lago Llanquihue, pois, além de se tratar de dois lugares belíssimos, também é caminho para Bariloche (Argentina), feito pelo caminho dos lagos, chamado de Cruce Andino (mas não fomos até a Argentina).

A agência Turistour faz esse passeio, que custa cerca de 34 mil pesos (140 reais, mais ou menos) para o passeio "Peulla por el día", que é um bate-volta, mas se quiser pousar no hotel que tem lá, o passeio sai por 43 mil (mais ou menos 180 reais). Para quem vai com tempo, compensa dormir lá, apesar de não ter muito o que fazer na cidade, assunto para mais pra frente.

Como estávamos com muitos lugares para conhecer na agenda e os dias contados, decidimos pelo passeio do "Peulla por el día", o bate-volta.
Saímos de Puerto Varas às 8h e meia hora depois chegamos às Cascatas de Petrohué, aos pés do Vulcão Osorno. Como demos azar de pegar um dia chuvoso (um dos 200 dias do ano, na região), andamos todo o parque e as cataratas debaixo de chuva e um frio violento.
Se engana que quando se fala de cataratas, lembra as do Iguaçu, não chega nem a 1/10 do tamanho, mas impressiona pela limpidez das águas, super cristalinas.

Cataratas de Petrohué
Depois, seguimos em direção ao Porto do Lago de Todos Los Santos, ou Lago Esmeralda, por causa da cor da água. Pegamos o catamarán e navegamos por duas horas no lago até a cidade de Peulla.

Catamarán

Lago Todos Los Santos

Peulla é uma cidade minúscula de 4 mil habitantes, que fica dentro do Parque Vicente Pérez Rosalez, no vale da Cordillera. Chegando lá, é possível fazer 4 tipos de passeios: 4x4 (passeio que é possível conhecer o parque através de um ônibus), passeio a cavalo, trekking, e outro, que não me lembro.

Fizemos o 4x4, que custou 20 mil a parte (80 reais). Mas foi ótimo. Para quem curte paisagem e tirar fotos, é o melhor. Andamos cerca de 2 horas no parque, visitamos uma fazenda que cria animais típicos andinos e depois atravessamos um rio, que estava quase seco, por se tratar de verão e seguimos em direção de um lago em que pudemos ouvir o som da natureza. Tudo isso no meio da CORDILHEIRA DOS ANDES!!!

4x4
llama da fazenda do parque
Vista do Hotel Natura, que é enorme, diante de um dos morros da Cordilheira
Depois do passeio 4x4, comemos uns lanches que levamos e ficamos esperando para pegar o catamarán de novo, e quando a chuva deu uma trégua, passeamos pela "parte urbana".

Uma foto que tirei nesse passeio que fiz a pé por Peulla

Depois, mais duas horas no catamarán para voltar e tomar um banho quente... caminha.

Próximo passeio: Vulcão Osorno.

Natassia