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28 de março de 2015

"Amar é" em espanhol

O amor da forma mais fofa, em espanhol.











*fotos tiradas de uma página do Facebook.

22 de março de 2015

Diário de Viagem: Chile - SUL: Petrohué e Peulla

Terceiro dia de passeios foi para as Cascatas de Petrohué e a pequena cidade de Peulla.

As cascatas de Petrohué ao centro do mapa e Peulla à direita

Esse passeio é um dos mais importantes feitos na Região do Lago Llanquihue, pois, além de se tratar de dois lugares belíssimos, também é caminho para Bariloche (Argentina), feito pelo caminho dos lagos, chamado de Cruce Andino (mas não fomos até a Argentina).

A agência Turistour faz esse passeio, que custa cerca de 34 mil pesos (140 reais, mais ou menos) para o passeio "Peulla por el día", que é um bate-volta, mas se quiser pousar no hotel que tem lá, o passeio sai por 43 mil (mais ou menos 180 reais). Para quem vai com tempo, compensa dormir lá, apesar de não ter muito o que fazer na cidade, assunto para mais pra frente.

Como estávamos com muitos lugares para conhecer na agenda e os dias contados, decidimos pelo passeio do "Peulla por el día", o bate-volta.
Saímos de Puerto Varas às 8h e meia hora depois chegamos às Cascatas de Petrohué, aos pés do Vulcão Osorno. Como demos azar de pegar um dia chuvoso (um dos 200 dias do ano, na região), andamos todo o parque e as cataratas debaixo de chuva e um frio violento.
Se engana que quando se fala de cataratas, lembra as do Iguaçu, não chega nem a 1/10 do tamanho, mas impressiona pela limpidez das águas, super cristalinas.

Cataratas de Petrohué
Depois, seguimos em direção ao Porto do Lago de Todos Los Santos, ou Lago Esmeralda, por causa da cor da água. Pegamos o catamarán e navegamos por duas horas no lago até a cidade de Peulla.

Catamarán

Lago Todos Los Santos

Peulla é uma cidade minúscula de 4 mil habitantes, que fica dentro do Parque Vicente Pérez Rosalez, no vale da Cordillera. Chegando lá, é possível fazer 4 tipos de passeios: 4x4 (passeio que é possível conhecer o parque através de um ônibus), passeio a cavalo, trekking, e outro, que não me lembro.

Fizemos o 4x4, que custou 20 mil a parte (80 reais). Mas foi ótimo. Para quem curte paisagem e tirar fotos, é o melhor. Andamos cerca de 2 horas no parque, visitamos uma fazenda que cria animais típicos andinos e depois atravessamos um rio, que estava quase seco, por se tratar de verão e seguimos em direção de um lago em que pudemos ouvir o som da natureza. Tudo isso no meio da CORDILHEIRA DOS ANDES!!!

4x4
llama da fazenda do parque
Vista do Hotel Natura, que é enorme, diante de um dos morros da Cordilheira
Depois do passeio 4x4, comemos uns lanches que levamos e ficamos esperando para pegar o catamarán de novo, e quando a chuva deu uma trégua, passeamos pela "parte urbana".

Uma foto que tirei nesse passeio que fiz a pé por Peulla

Depois, mais duas horas no catamarán para voltar e tomar um banho quente... caminha.

Próximo passeio: Vulcão Osorno.

Natassia

21 de março de 2015

Lampião: a variação nordestina em quadrinhos

Esta semana levei meus alunos à biblioteca da escola. E em uma das visitas, vasculhando os livros para conhecê-la melhor, encontrei este, que não resisti, e emprestei:

LIMA, A. K. V, Lampião: era o cavalo do tempo atrás da besta da vida/ uma história em quadrinhos de Klévisson; [ilustrações do autor]., 2 ed, São Paulo: Hedra, 1999
Adorei o livro, pois além de contar quem foi e como Lampião foi pego pela polícia no sertão nordestino no século passado. A história é contada por quadrinhos, e as todas as falas estão na variação nordestina.
Confesso que teve hora que deu dor de cabeça, pois estava lendo silenciosamente e tentando "traduzir" as expressões e falas nordestinas. Se tivesse lendo em voz alta, seria mais fácil. hehe

trecho do livro
Achei este livro um ótimo material para ensinar, além da história de Virgulino Ferreira, o cangaço e o governo Era Vargas, a cultura nordestina, com os costumes e vestimentas, também as variações linguísticas que acontecem no Brasil.

Nota 10!!!




Natassia

8 de março de 2015

Diário de Viagem: Chile - SUL - Frutillar e Puerto Octay

Neste segundo post, vou descrever como foi o nosso passeio pelas cidades que tem em volta do lago Llanquihue: FRUTILLAR e PUERTO OCTAY

As cidades em volta do Lago Llanquihue

FRUTILLAR

Frutillar é uma pequena cidade colonizada por alemães e que a "orla" da praia é o principal destino. Fomos numa segunda-feira, não havia muita gente na rua (que sorte a nossa hehe).
Para chegar lá, há a opção de passeio pela agência Turistur, que custa em torno de 17 mil pesos (68 reais) que faz o passeio em ônibus e te leva nos principais pontos turísticos.
Mas como estávamos fazendo mochilão e o intuito era ir por conta, pegamos circular. O circular custa em torno de 900 pesos (3 reais) e nos deixava em frente ao lago.
Nisso fomos a pé pela orla e andamos nas ruas de trás. Foi um passeio mais para conhecer e desfrutar da paisagem.

Frutillar

Lá há vários cafés que servem as bebidas quentes e o famoso Kuchen, uma torta alemã com recheio de frutas vermelhas. Entramos em um café e experimentamos. Que delícia!!!

Kuchen de morango com framboesa
Quando chegamos, o tempo estava encoberto, não víamos nada além do lago. Apreciamos a natureza e a arquitetura alemã da cidade, além da areia escura, própria de solo vulcânico.

Vulcão Osorno vista da prainha de Frutillar

Porém, depois que comemos e iríamos no ponto pegar o ônibus para Puerto Octay, eis que a principal atração surge das núvens, o vulcão OSORNO. Neste momento, valeu a pena o passeio.


PUERTO OCTAY

Pegamos o circular de Frutillar a Puerto Octay, que também custou em torno de 800 pesos. Quem senta do lado direito do ônibus, em muitos trajetos, consegue ver o vulcão Osorno (indescritível a sensação).

O vulcão visto do ônibus

A cidade é pequena, quase um vilarejo, andamos um pouco para conhecê-la, mas o que estávamos procurando era o mirante.
Passamos numa vila de casas e um senhorzinho, que perguntamos, nos disse que tinha que subir um morro e andar, que acharia o cemitério.
Fizemos isso, e chegando ao cemitério, cadê o mirante? O mirante era no próprio cemitério. Muito bizarro, entramos no cemitério para ver mais de perto os vulcões Osorno e Cabulco.

Panorâmica do mirante cemitério de Puerto Octay

Depois disso, fomos na rodoviária para pegar o ônibus de volta a Puerto Varas. O percurso dura meia hora de P.V. a Frutillar, meia hora de Frutillar a P.O. e de uma hora a volta.


No próximo post, os passeios em Peulla e O vulcão Osorno

Natassia

Em tempos de Whatsapp, é a letra cursiva que chama atenção

A minha letra
Hoje em dia, tudo ou quase tudo é informatizado e a letra cursiva tem perdendo espaço.
As pessoas nem conhecem mais a letra dos amigos, pois não se envia mais bilhetes, cartas, etc. É tudo por Facebook ou mensagem no Whatsapp.
Isso é notório, pois os alunos não querem mais copiar textos grandes, muito menos escrever uma redação de 10 linhas, mas no facebook, as declarações cobrem a página...

Recentemente, tem uma febre no Instagram com a hashtag #aletradecadaum ou #aletradaspessoas que o foco é que as pessoas mostrem como é a sua letra cursiva, com frases ou outras coisas escritas. E tem feito sucesso pelo motivo que falei: quase não conhecemos a letra das pessoas próximas da gente.

Natassia

7 de março de 2015

Diário de Viagem: Chile - SUL: Puerto Montt e Puerto Varas (cidade)

Em novembro de 2014, aproveitando um recesso das aulas e comemorando a minha entrada na Prefeitura, resolvi quer era hora de realizar um sonho antigo: Voltar ao CHILE, depois de 6 anos, para conhecer o SUL (sonho de consumo) e a região de Valparaíso e Santiago.

Chegada:

Pegamos o avião das 17h30, voo direto São Paulo-Santiago pela Lan Chile, sem reclamações tanto em relação a atrasos, suportáveis - meia hora no máximo, quanto ao atendimento, refeição e conforto do avião: o internacional com tela em cada poltrona, travesseiro, cobertor e "audífonos" e o nacional com fones e 10 canais de músicas para ir escutando...
Chegamos em Santiago um pouco depois das 21h, digo que trouxemos a noite, pois até pousar estava claro (no Chile, em horário de verão, escurece depois das 21h). Isso foi ÓTIMO, pois conseguimos ver a CORDILLERA DE LOS ANDES. Eu sempre digo que a viagem no Chile começa do avião, uma paisagem linda, indescritível.

Cordillera de los Andes


Chegando no aeroporto, passando a pequena tensão de passar pela alfândega, o primeiro PERRENGUE: dormir no aeroporto.
O primeiro avião para o SUL (Puerto Montt) era às 7 da manhã, e como tínhamos que estar no aeroporto novamente às 5, e este é meio longe do centro... preferimos "evitar a fadiga" e economizar uns cascalhos... ficamos no aeroporto.

Curiosidades linguísticas encontradas na noite interminável

Como na época o aeroporto estava passando por reformas... estas encontramos em vários pontos turísticos (2015 - Copa América)... tinha uma área em que se encontravam escritórios das companhias aéreas e que tinham uns bancos, ficamos por lá mesmo. Acomodamo-nos com as malas e, conversa vai, conversa vem, uma bolachinha alí, água aqui, cochilos, frio, banco duro, gente falando... foi a noite mais longa da viagem.
Até que chegou as 5h para fazer check in:

Amanhecer no aeroporto de Santiago


CHEGANDO AO SUL - PUERTO MONTT

Pegamos outro avião da Lan para ir ao Sul, este menor, porém confortável igual. Voo mais curto: menos de 2 horas e paisagens de tirar o fôlego.

Vulcões (que não são o Osorno e Cabulco) vistas do alto do avião

Chegando lá, como já havíamos pesquisado em casa antes, pegamos o ônibus "circular" que sai de 1 em 1 hora e custa 2.500 pesos (em torno de 10 reais). O bendito guichê do ônibus fica ao lado da esteira e a porta de vidro que separa o salão principal e a área da esteira só tem sensor de dentro para fora... as perdidas foram procurar o guichê, e quando achamos, não conseguimos entrar (primeiro mico hehe), uma pessoa que estava dentro, aproximou-se da porta para entrarmos e comprar o "billete".

Aeroporto "El Tepual" de Puerto Montt
O ônibus vai do aeroporto à rodoviária da cidade. Desta rodoviária, há micro-ônibus circulares a toda hora até Puerto Varas. Custa em torno de 800 pesos (em torno de 3 reais) e tem duração de meia hora a viagem.

PUERTO VARAS: FINALMENTE CHEGAMOS!!!

Chegando na cidade, que é uma graça. Porém pequena. Como era domingo, quase tudo estava fechado, e nós, morrendo de fome e cansaço, fomos procurar algum lugar para comer COMIDA (entende-se arroz, carne, verduras e qualquer coisa salgada que sustente). Perguntamos para um senhor, uma pouca alma viva que estava na rua (e era cidade turística!!!), disse-nos que havia perto do lago. Encontramos o lugar e fomos de mala e cuia comer.

temperos chilenos

Nessas horas, dane-se o preço. Estávamos com fome!!! Pagamos em torno de 10.000 pesos no prato, mais o piscosouer (tinha que ter), em torno de 40 reais. Caro, mas ainda não tínhamos nos dado conta da conversão... depois disso, resolvemos pesquisar mais. hehe

Bebida típica do Chile: Piscosour

Pensando bem, valeu a pena os "10 luca", o lugar era ótimo, a comida excelente, e o atendimento sensacional. As garçonetes nos ajudaram a contactar a casa que ficamos, se não fossem elas... penaríamos bem mais em encontrar. Não me esqueço deste gesto das meninas.

Vila de chalés em Puerto Varas
Depois de devidamente hospedadas, tomadas banho, tinha aberto o tempo.
Ps. O tempo lá é o mais instável que conheci, começa o dia fechado e abre do nada, ou fecha do nada, chove do nada....
Demos muita sorte de abrir o tempo no primeiro dia, pudemos tirar fotos e mais fotos do Lago LLANQUIHUE e dos Vulcões OSORNO e CABULCO (sonho de consumo 1 realizado).

Lago Llanquihue: à esquerda, Vulcão Osorno; à direita Vulcão Cabulco

Depois, demos uma volta para conhecer a encantadora Puerto Varas, a essa hora com as ruas mais cheias. A cidade é pequena, com as casas em estilo alemão, mas com a diferença que vimos que lá é assim mesmo, a cidade não foi projetada para ser turística, como senti em Gramado (apesar de ter gostado da "irmã" brasileira). Ela tem seu charme natural e latino.

cidade de Puerto Varas

No próximo post, conto os passeios e os perrengues em Puerto Varas e as cidades em volta do Lago LLanquihue.


6 de março de 2015

2015: ano novo e blog renovado!!!!

O ano começou teoricamente  há um pouco mais de dois meses. Mas todos sabem que o ano começa depois do carnaval. 
Passadas algumas semanas do carnaval, algumas coisas no seu lugar. Posso tentar voltar a colocar esse blog para funcionar.  Mesmo que ninguém leia, gosto de escrever aqui e deixar as minhas memórias e pensamento. Além do que estou estudando, trabalhando ou vivendo. 

Feliz Ano Novo! !!!
Feliz blog renovado! !!!

 Natassia

Ps1: essa foca é para lembrar de focar no blog #focanopapo
Ps2: esse post é um teste de como é postar pelo celular. Santa paciência! !!

3 de abril de 2014

Gabriel García Márquez....vale a pena ler

Por que tenho convicção de que García Márquez é imortal

Não tenho como escrever um necrológio de Gabriel García Márquez.
Por que tenho convicção de que García Márquez é imortal Ele é um escritor querido demais, fundamental demais, corajoso demais para que eu não admita outra ideia senão a de que ele é imortal.
Mas chegam notícias alarmantes de que ele, aos 87 anos, já há algum tempo fora do ar, acaba de ser internado com uma pneumonia num hospital da Cidade do México – onde vive. A minha geração – e a seguinte, a seguinte... – teve em Cem Anos de Solidão o seu Dom Quixote, o seu Brás Cubas, a sua Procura do Tempo Perdido.
O que quero dizer é: muita gente reencontrou ali o esquecido prazer de ler. Macondo, o lugarejo do coronel Aureliano Buendía, é a melhor síntese de nostra América: patriarcal, suarenta, ofuscada pela chuva tanto quanto pela hipocrisia, cordialmente violenta, suavemente preconceituosa, deliciosamente medonha. Macondo não é um sítio geográfico; é, entre nós, um estado de espírito.
O colombiano García Márquez – quisera eu ter o privilégio de chamá-lo de Gabo, como fazia o Glauber Rocha, como faz o Chico Buarque, ou o Eric Nepomuceno – ganhou o Nobel de Literatura em 1982. Ateu, é o autor de língua espanhola que mais vendeu livros (a Bíblia em espanhola não está incluída). Só com Cem Anos de Solidão ultrapassou as 50 milhões de cópias.
O peruano Vargas Llosa – era inevitável que eu viesse com ele – morreu de ciúmes e teve de esperar 18 anos para chegar aonde seu rival havia chegado: o Nobel. Mereceu. Vargas Llosa é um escritor de raros méritos e um desprezível ser humano. García Márquez nasceu latino-americano e continuou a ser latino-americano, com todo o orgulho.
Vargas Llosa tem vergonha de suas raízes e finge ser um daqueles almofadinhas da City de Londres que fazem seus ternos milionários na Savile Row. Depois ainda ficou se perguntando porque perdeu a eleição presidencial no Peru, em 1990, na qual tentava se espelhar no... Fernando Collor. Humilhação maior: o candidato da eugenia branca perdeu para Alberto Fujimori, filho de um imigrante japonês.
Que depois se revelou um pilantra, mas essa já é outra história – e não tem nada a ver com o glorioso Gabo.

Fonte: Blog Nirlando Beirão


19 de março de 2014

Las Fallas de Valencia

Historia de las Fallas




E
l origen de la fiesta de las Fallas se remonta a la antigua tradición de los carpinteros de la ciudad, que en vísperas de la fiesta de su patrón San José, quemaban frente a sus talleres, en las calles y plazas públicas, los trastos viejos e inservibles junto con los artilugios de madera que empleaban para elevar los candiles que les iluminaban mientras trabajaban en los meses de invierno. Por ese motivo el día de la cremà (momento en el que arden los monumentos falleros) siempre coincide con el día 19, Festividad de San José.
    En el siglo XVIII, las Fallas se reducían a piras de materiales combustibles que recibían el nombre de Fallas y quemaban al anochecer de la víspera de San José.
    Estas Fallas fueron evolucionando y cargándose de sentido crítico e irónico, mostrándose sobre todo en los monumentos falleros escenas que reproducían hechos sociales censurables y critica social siempre con sentido del humor.

    Sobre 1870 se persiguió duramente los festejos populares como el Carnaval y las Fallas. Esta presión provocó que en 1885 surgiera un movimiento en defensa de las tradiciones típicas, otorgando la revista "La Traca" premios a los mejores monumentos falleros. Este hecho provocó la competición entre los vecinos y dio lugar al nacimiento de la falla artística, donde no desaparecía la crítica, pero predominaba la preocupación estética.
    En 1901, el propio Ayuntamiento de Valencia, otorgó los primeros premios municipales a las mejores Fallas. Este fue el comienzo de la unión entre el pueblo y el poder político, evolucionando con pasos agigantados esta fiesta popular en número, estructura y organización.

LAS FALLAS HOY
    Valencia, ejemplo de modernidad, puerto del Mediterráneo y capital de grandes eventos, se transforma en marzo para convertirse en una ciudad entregada a su fiesta, a la música y a la pólvora.
    Las Fallas, las fiestas del fuego por excelencia, se mantienen desde hace siglos tan espectaculares, desmesuradas y barrocas como el propio valenciano. En los albores del invierno, la ciudad se tiñe del color de las flores y de la pólvora para recibir la primavera y a más de un millón de visitantes, que entre la música de las bandas y el estruendo de las mascletàs recorren los monumentos falleros, este año más de 700. Sin embargo, no hay que olvidar que durante esos días, también se puede disfrutar de las exposiciones del Institut Valencià d’Art Modern (IVAM) y del Museo de Bellas Artes San Pío V, visitar la Ciudad de las Artes y las Ciencias e incluso descubrir el alma marinera de la ciudad degustando una buena paella después de la mascletà.
    La Exposición del Ninot, la plantà, la Cabalgata del Reino, los castillos de fuegos artificiales, la Ofrenda de flores a la Virgen y la Nit del Foc, son algunas de algunas de las imprescindibles citas falleras.
    Lo más tradicional es recorrer las calles de la ciudad contemplando las fallas, mientras se disfruta de un exquisito chocolate con bunyols de carabassa.
    El día 15 de marzo empieza la plantà y el 16 a las ocho de la mañana ya está cada falla en su lugar, más de 700 monumentos algunos de 25 metros de altura.
    El arte y la sátira se conjugan en unos monumentos que durante la semana fallera, del 12 al 19 de marzo, se levantan en cada una de las calles y esquinas de la ciudad y en los que se critica y caricaturiza vida social y política. Como cada año la cridà, la invitación de las falleras mayores de Valencia, Marta Agustín y María Berbel, a participar en las Fallas, ha sido el pistoletazo de salida de las celebraciones falleras.
    Como presagio primaveral, las Fallas se viven en la calle por el buen tiempo que normalmente hace y porque la ciudad se convierte, toda ella, en peatonal. El sonido de la música festera y el olor a la pólvora y a las flores acompañan a otro aroma típicamente fallero para los valencianos: el de los buñuelos. Lo más tradicional es recorrer las calles de la ciudad contemplando las fallas, mientras se disfruta de un exquisito chocolate con bunyols de carabassa.

    D
esde el 1 de marzo en Valencia, todo el mundo tiene una cita a las dos en la plaza del Ayuntamiento para ver la mascletà, la sinfonía del ruido. Las mascletà es un espectáculo para los sentidos: se oyen los masclets, se ve el fuego y el humo y se huele la pólvora, pero sobre todo se siente la vibración que sube por las piernas y recorre todo el cuerpo.



Fuente: http://www.fallasvalencia.es/



27 de fevereiro de 2014

Morre aos 66 anos o violonista espanhol Paco de Lucía



O guitarrista espanhol Paco de Lucía morreu aos 66 anos no México, anunciaram nesta quarta-feira (26) as autoridades de Algeciras, sua cidade natal no sul da Espanha. Paco de Lucía, um dos mestres do violão flamenco, sofreu um infarto, segundo a assessoria de imprensa.

O local exato da morte não foi informado. Segundo a agência EFE, ele morreu na praia de Cancún. A morte constitui "uma perda irreparável para o mundo da cultura, para a Andaluzia", disse o prefeito da cidade de Algeciras, José Ignario Landaluce. A cidade de Algeciras decretou luto oficial pela morte.

 Renovação do flamenco 

Paco de Lucía, cujo nome de batismo era Francisco Sánchez Gómez, nasceu em 21 de dezembro de 1947 na cidade andaluza, na província de Cádiz. Tornou-se um músico mundialmente conhecido, que teve o mérito de, ao lado de Camarón de la Isla, modernizar e popularizar mundialmente a música flamenca tradicional, combinando-a com o jazz e outros gêneros, como a bossa-nova brasileira e a música erudita. Ele começou a tocar aos 7 anos, com o instrumento do pai. Ganhou seu apelido por conta de sua mãe portuguesa, sendo chamado, na infância, de "Paco, el de Lucía" (Paco, o filho de Lucía), como se costumava fazer na Andaluzia.

 Com 12 anos, formou o dueto "Los Chiquitos", com seu irmão Pepe como cantor. Em 1961, eles foram premiados em um concurso em Jerez, o que o permitiu gravar seu primeiro disco. Contratado pelo bailarino José Greco em 1960 como terceiro guitarrista da Companhia de Balé Clássico Espanhol, fez sua primeira turnê pelos EUA, ao lado de Camarón, El Lebrijano, El Farruco e Juan Moya. Foi promovido a segundo guitarrista e correu o mundo. Nesta época, conheceu os guitarristas Sabicas e Mario Escudero, que o estimularam a compor.
Aos 17 anos, participou de um grupo do "Festival Flamenco Gitano", com o qual viajou a Europa. Acompanhado por seus irmãos Ramón de Algeciras e Pepe de Lucía, gravou seus primeiros discos solo em meados dos anos 1960: "La Fabulosa Guitarra de Paco de Lucía" (1967) e "Fantasía Flamenca" (1969). Mas a consagração veio nos anos 1970, com memoráveis atuações no Palau de Barcelona (1970), no Tearo Real e no Teatro Monumental de Madri (1975), além de seu primeiro registro ao vivo ("Paco en vivo desde el Teatro Real"), que lhe rendeu um disco de ouro. Foi em Madri que surgiu a mítica dupla El Camarón-De Lucía, que renovou o flamenco com purismo e virtuosismo e que se traduziu em mais de dez discos de estúdio, como "El Duende Flamenco" (1972) e "Fuente y Caudal" (1973).
Ganhou o Prêmio Castillete de Oro del Festival de Las Minas em 1975; o single de ouro em 1976 por "Entre dos Águas"; e o disco de ouro em 1976 por "Fuente y Caudal". No final dos anos 1970, ganhou muita popularidade fora da Espanha por seus trabalhos com os guitarristas John McLaughlin, Al Di Meola e Larry Coryell. Fundou em 1981 seu "Sexteto", com Ramón de Algeciras (segundo violão), Pepe de Lucía (vocais e palmas), Jorge Pardo (saxofone e flauta), Rubén Dantas (percussão) e Carles Benavent (baixo). Colaborou no disco "Potro de Rabia y Miel" de Camarón, e a morte deste, em 1992, o fez cancelar suas apresentações por todo o mundo durante quase um ano. Inclusive pensou em se aposentar, retornando um ano depois aos palcos com uma nova turnê. Entre seus discos, estão "Fantasía Flamenca", "Recital de Guitarra", "El Duende Flamenco de Paco de Lucía", "Almoraima", "Solo Quiero Caminar", "Paco de Lucía en Moscú", "Zyryab", "Siroco' e 'Lucía" (1998)
Após um hiato de cinco anos, em 2004 gravou "Cositas Buenas", considerado pela crítica uma "obra prima", com oito temas inéditos, acompanhado pelo violão de Tomatito e pela voz recuperada de Camarón, e que lhe rendeu o Grammy Latino de melhor álbum de flamenco. Um ano antes, lançou sua primeira coletânea, "Paco de Lucía Por Descubrir", com seus trabalhos de 1964 a 1998.
Em 29 de junho de 2010, ofereceu um concerto para 2,5 mil espectadores na Puerta del Ángel de Madri. Em 2011, participou em um disco de flamenco tradicional do músico Miguel Poveda. Tornou-se Doutor Honoris Causa pela Universidade de Cádiz e pelo Berklee College of Music de Boston (EUA, 2010).
Discípulo de Niño Ricardo e de Sabicas, e respeitado por músicos de jazz, rock e blues por seu estilo próprio, alcançou, entre muitos outros reconhecimentos, um Grammy para o melhor álbum de flamenco em 2004; o Prêmio Nacional de Guitarra de Arte Flamenco; a Medalha de Ouro ao Mérito das Belas Artes em 1992; o Prêmio Pastora Pavón La Niña de los Peines de 2002; e o Prêmio Honorário da Música de 2002. O músico estava morando na cidade espanhola de Toledo e passava temporadas em Cancún, no México, onde praticava pesca submarina. De seu primeiro casamento, em 1977, com Casilda Varela, teve três filhos: Casilda, Lucía e Francisco.


Fonte: G1 Música 26.02.14

26 de fevereiro de 2014

Morre Ernesto Paulella, o 'Arnesto' do samba de Adoniran Barbosa

Ernesto Paulella, o "Arnesto", do samba de Adoniran Barbosa, morreu por volta do meio-dia desta quarta-feira (26), aos 99 anos. Ele faria cem anos em 15 de dezembro de 2014 e morava ainda no bairro do Brás.

Arnesto sofreu uma fratura de fêmur e foi internado na sexta-feira (21), passou por cirurgia e estava no hospital.  Ele era advogado aposentado, viúvo e estudioso de latim.

Ele garantia que nunca convidou o amigo para um samba e nunca lhe deu "um bolo", como diz a canção. "Isso é coisa da cabeça dele", assegurou, em entrevista ao G1 em 2010. Ele lembrava com carinho que Adoniran, semanas após serem apresentados, em 1935, pediu-lhe um cartão de visitas.
"Ele falou: 'Você é Arnesto, porque seu nome dá samba. Você aduvida?'", contava Ernesto, imitando a voz rouca do amigo.

 "Eu não aduvido mais",  respondeu. O compositor prometeu escrever, então, uma canção para o amigo.


Adoniran-Arnesto (Foto: Leticia Macedo/G1)Ernesto fala ao G1 em 2010 sobre música de Adoniran (Foto: Arquivo/Leticia Macedo/G1)

Aproximadamente 17 anos depois, Ernesto foi surpreendido com a música em sua homenagem sendo tocada na rádio. "Fiquei muito emocionado", conta.

Mais tarde, Ernesto tentou dar um puxão de orelhas no amigo. "Adoniran, você me meteu em uma encrenca. Todo mundo me pergunta por que eu convidei você para o samba", diz o advogado, que também era músico. Adoniran foi incisivo: "Arnesto, se não tinha mancada, não tinha samba". Quando questionado pelo amigo se havia gostado do samba, Ernesto declarou a ele: "Você me abriu ao meio. [Esse samba] foi a coisa mais bonita que me aconteceu".

24 de fevereiro de 2014

CARNAVAL, quem estipula o dia?

Papa Gregório XIII, no séc. 16, entrou
em vigor com o calendário gregoriano 
O Carnaval é um dos feriados mais esperados de todo brasileiro e até de muitos estrangeiros que escolhem essa data para vir ao Brasil. Mas você já se questionou o porquê dessa data não ser fixa e poder cair tanto no mês de fevereiro quanto em março? 
É que o Carnaval é estipulado dependendo do dia da Páscoa, também um feriado com "data móvel"! A Igreja Católica tolerou essa celebração de origem pagã nos primórdios do Cristianismo, e assim estipulou que a partir da "Quarta-feira de Cinzas", após o feriado de Carnaval, se inicia um processo preparatório de todos os cristãos para o dia mais importante da religião, o domingo de Páscoa, em que se comemora a ressurreição de Cristo.

Como é definida a data da Páscoa? 
O dia da Páscoa é comemorado sempre no primeiro domingo após a lua cheia que seguir o equinócio de primavera do hemisfério norte. Equinócio é o nome atribuído à posição do sol que marca o começo da estação primaveril, pois a Páscoa judaica sempre esteve associada à primavera e às fases da lua, e a versão cristã também resolveu seguir das mesmas associações.
Porém, durante a Idade Média, a Igreja Católica obteve muitas dificuldades para estabelecer os dias no calendário para a lua cheia e o equinócio de primavera. Essa situação só se regularizou, quando o papa Gregório XIII, no século 16, entrou em vigor com o calendário gregoriano, justamente é o que adotamos até os dias de hoje. A partir disso, a data da Páscoa ficou variando entre 22 de março e 25 de abril.

Como é definida a data do Carnaval?
Definido o domingo de Páscoa, basta contar 47 dias antes e sabemos o dia do Carnaval. Neste ano de 2014, a Páscoa será no dia 20 de abril, portanto, o Carnaval será no dia 04 de março.
Esses 47 dias foram definidos com a explicação de que depois do Carnaval (terça-feira), se inicia a "Quaresma", os 40 dias entre a "Quarta-feira de Cinzas" e o "Domingo de Ramos". E em seguida, vem a "Semana Santa", os 7 dias entre o "Domingo de Ramos" e o "Domingo de Páscoa".
Concluindo, os 47 dias são os 40 dias da "Quaresma" mais os 7 dias da "Semana Santa" e assim sabemos como é estipulada a data do Carnaval e sua relação com a Páscoa.

Como era o Carnaval de antigamente?




O Carnaval brasileiro, amado por outros e odiado por alguns, é uma das maiores manifestações artísticas do mundo. Mas você sabia que quando surgiu no Brasil, em meados do século 19, era uma festa em que negros e trabalhadores não se misturavam à elite?
"Os escravos e os pequenos comerciantes brincavam jogando água, farinha, ovos, uns nos outros e se agrupavam em volta de batucadas, dançavam o 'lundu'. Era o chamado Entrudo, legado português", conta o jornalista e pesquisador, Nelson Cadena, que prepara um livro sobre a história do Carnaval na Bahia.
Integrantes da alta sociedade baiana, por exemplo, também jogavam água nos outros só que perfumada, e em negros, mas não admitiam que fosse o contrário. "Um negro jogar água num branco dava cadeia e um tanto de chicotadas", diz.
A elite também celebrava a festa ao som de música clássica, que tinha seu ritmo acelerado. "Giuseppe Verdi chegou a ser convidado para criar um tema carnavalesco por encomenda do bloco Congresso das Sumidades Carnavalescas do Rio de Janeiro", conta Cadena. O compositor não aceitou o convite, mas suas óperas eram as preferidas dos foliões.
A comemoração tinha seu apogeu a noite. "Todo mundo correndo de um lado para o outro, modismo inspirado nos galopes dos bailes carnavalescos do Maestro Philippe Musard, em Paris", diz o jornalista e pesquisador.


Festa proibida
Incomodados com as festas que tomavam conta das ruas
, o Entrudo foi proibido por decreto, sobrevivendo "clandestinamente". Do outro lado, a elite começou a se mexer e a criar clubes que seguiam os modelos dos carnavais de Nice, na França, com carros enfeitados, dando origem aos carros alegóricos para ocupar as ruas e "minar" os eventos populares. "Em paralelo, as pessoas que não participavam desses grupos improvisavam fantasias e seguiam pela rua em grupos que se convencionou chamar de cordões ou batucadas", diz Nelson Cadena.
Com essa separação ainda mais latente, o povo e a elite contribuíram para a formação do Carnaval como conhecemos hoje, opina Cadena. "A elite criou seus espaços carnavalescos em clubes sociais e ia às ruas com carros alegóricos. O povo também criou seus espaços, desfilando em cordões e batucadas, exibindo suas insígnias baseadas nos símbolos dos Ranchos e Ternos de Reis que mais tarde inspirariam o modelo de desfile das escolas de samba", diz.
Os temas escolhidos para esses desfiles, mais tarde batizados de enredo, surgiram na década de 1920. "Era um desfile que representava uma história, no início inspirada nos mitos e épicos universais, dando lugar a temas nacionais com o passar dos anos", diz o jornalista e pesquisador.
Para Nelson Cadena, cada canto do Brasil construiu seu próprio modelo. "No Rio, se fortaleceram as Escolas de Samba, herdeiras dos Ranchos baianos. Em Pernambuco o frevo se impôs e repaginou elementos das culturas afro e lusitana; na Bahia se fortaleceu a miscigenação do afro e do frevo baiano, absorvendo influências da Jamaica e do Caribe, resultando no axé music", diz Cadena.

Fonte: Yahoo 24.02.14

20 de fevereiro de 2014

Día de los muertos en México

El Día de Muertos no es una celebración cristiana, es una mezcla entre lo prehispánico y lo católico.
Es una tradición que ha perdurado por muchos años y espero que siga mostrándose en nuestro México.
El día 1 de noviembre, llamado Día de Todos los Santos, es cuando llegan las ánimas de los niños.
El 2 de noviembre, el día de Muertos, es cuando llegan los adultos.
Existen lugares mágicos como Mixquic o Janitzio, en donde vemos como se adornan las tumbas con flores de Cempazuchitl, una exquisita flor con un aroma único.
dia de muertos NG
Se prepara un altar con ofrendas. En donde el color es un símbolo ideal, se hacen cadenas de papel morado y amarillo que significan la unión entre la vida y la muerte.
Adornan el altar con papel picado, dando un ambiente colorido y festivo.
Las flores simbolizan la bienvenida a las almas, blancas representando el cielo, amarillas la tierra y moradas por el luto.
Las velas juegan un papel importante, significan la luz que debe guíar a las ánimas en su camino.
En esa época se quema copal, donde el humo simboliza el el paso de la vida a la muerte.
altar dia de muertos2
Lo que contiene cada altar es único, algunos los colman de frutas, como las cañas, naranjas, mandarinas, tejocotes, jícamas, limas, etc.
La comida que se ofrece es la que en vida le gustaba al difunto. Podemos ver cazuelas de mole, tamales, mole verde, corundas, cochinita pibil, etc. etc.
pan de muerto y calaveras de azucar
El tradicional Pan de Muerto y las Calaveras de azucar son abundantes en esta época, encontramos mil y una formas de ellos en los mercados, tiendas de autoservicio, tianguis, panaderías, etc.
No puede faltar una botellita de tequila, mezcal, charanda, una cerveza Victoria, etc.
Más que el hecho de morir, importa más lo que sigue al morir. Ese otro mundo sobre el que hacemos representaciones, costumbres y tradiciones que se convierten en culturas, todas de igual importancia, pues ante el camino desconocido que la muerte nos señala, sólo es posible imaginarla con símbolos.
Esta cita es del sitio Celebración del día de muertos
altar de muertos

Fuente: Blog Vecindad Gráfica

*em tempo: Esta postagem era para ter sido postada no dia 01 de novembro de 2013, porém com os problemas apontados no post anterior, não foi possível.

Ele voltou!!!!



O bloq "pifou"durante um bom tempo, pelo menos no meu computador... mas agora tive tempo de formatá-lo.

Antes de tudo: FELIZ 2014!!!


Agora vamos aos acontecimentos recentes:

- terminei a pós e entreguei o TCC;
- estudei;
- trabalhei;
- entrei em férias;
- voltei a trabalhar....

Espero postar mais agora em 2014 e que este pc não "pife" mais!!!

Natassia