Labels

Mostrando postagens com marcador cinema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cinema. Mostrar todas as postagens

6 de setembro de 2016

Desafio #230 - 230

230- Uma música que se remete à sua profissão

Lulu - To sir with love (Ao mestre com carinho)


A música que mais traduz a profissão de professor.

14 de agosto de 2016

Desafio #230 - 207

207-Uma música para fazer exercícios físicos

Flashdance - Maniac



Essa música motiva o pouco de vontade que tenho de fazer ginástica.

16 de julho de 2016

Desafio #230 - 179

179- Uma música que você ame por influência da sua familia

Bee Gees - Night Fever

Cenas do filme "Embalos de sábado à noite"

24 de maio de 2016

Desafio #230 - 125

125-Uma música pra ouvir sozinho

Bee Gees - Stayin' Alive


Vontade de sair andando igual o John Travolta no filme Embalos de Sábado à noite.

11 de maio de 2016

Desafio #230 - 112

112-Uma música que seja trilha sonora de um filme que você goste

Dirty Dancing - Time of my life

Este filme marcou a minha adolescência.

5 de abril de 2016

Desafio #230 - 76


76-A música mais antiga que você conseguir pensar


Singing In The Rain - Singing In The Rain (Gene Kelly)


Este filme é de 1952


4 de abril de 2016

Desafio #230 - 75

75-Uma música para acordar

The lion king - Circle of the life

Perfeita pra despertador hehe

31 de março de 2016

Desafio #230 - 71


71-Uma música tensa


Lux Aeterna - Requiem For A Dream


O filme é tenso e a música condiz com esta tensão.

11 de março de 2016

Desafio #230 - 51

51-Uma música que te de calafrios

Tema do filme "Tubarão"


16 de fevereiro de 2016

Como as princesas da Disney cantariam em seu idioma nativo

Ou você achava que o idioma nativo da Elza era o inglês?

A magia da Disney não só nos levou a descobrir a existência de várias partes do mundo, mas também nos fez acreditar por um momento que todos no mundo falam a mesma língua: inglês .
Sim, é verdade que é a língua universal, mas às vezes seria bom variar um pouco e mostrar as princesas falando em seus idiomas nativos. O canal do Youtube Movie Munchies por isso decidiu postar dois vídeos para mostrar a diferença entre a língua inglesa e a língua nativa das princesas.
No primeiro vídeo, podemos ouvir como Ariel canta em dinamarquês, Mulan em mandarim, Jasmim e Aladinn em árabe, Elsa em norueguês e Rapunzel em alemão.

Neste segundo vídeo, a Bela canta em francês,  Branca de Neve em alemão, Mágara em grego, Bela Adormecida (Aurora) em francês e Anna em norueguês.

Fonte: Catraca Livre. Acesso em 16 de fevereiro de 2016

Desafio #230 - 27

27-Uma música que te da medo

Trilha do filme Psicose

Dá medo em todos ehehe

22 de janeiro de 2016

Quando Charlie Brown conhece o Soopy - fofura do dia

Na onda de cinema, estreou semana passada nos cinemas, o longa metragem do Snoopy. Venho mostrar um curta que é uma graça, que mostra o primeiro encontro de Charlie Brown e seu fiel companheiro Snoopy.

Espero que gostem.

21 de janeiro de 2016

Como o filme da Pixar mistura Neil Gaiman, Charlie Kaufman, Mad Men e Polanski

POR  ATUALIZADO EM 22/06/2015
INSIDE OUT
O título engana. No original, Divertida Mente chama Inside Out (De Dentro para Fora). Aqui, essa animação da Pixar indicada ao Oscar ganhou um título bem mais direto que o original, já que o filme todo acontece dentro de um cérebro. Só que o trocadilho fácil do título brasileiro passa uma imagem falsa: a de que que o filme também é fácil, e feito para crianças. Não é.
Até dá para uma criança assistir Divertida Mente e, sei lá, se divertir. Mas o roteiro desafia, inclusive, a maior parte dos adultos. O cenário é o cérebro de uma menina de 11 anos. Lá dentro, na “sala de controle” da mente da garotinha, existem cinco personagens, cada um personificando uma emoção – quem já leu Sandman não vai estranhar: a premissa parece baseada na mitologia moderna de Neil Gaiman. Você tem a Raiva (encarnada num baixinho vermelho invocado), o Medo (um sujeito roxo com transtorno agudo de ansiedade), o Nojo (uma patricinha verde insuportável), a Tristeza (uma baixinha azul – blue, de tristeza – que parece a Velma do Scooby Doo na forma de um M&M). Por último, a protagonista da mente da menina, e do filme: a dourada Alegria (“Joy”, na versão original – uma comediante espevitada, feita à imagem e semelhança de sua dubladora, a Amy Poehler).
Esse povo todo tem dois trabalhos lá dentro. Um é controlar as formas como a menina responde aos estímulos do mundo. Se ela toma um choque na tomada, o Medo assume as rédeas. Se é contrariada, vem a Raiva. Sim, tudo bem óbvio. Mas o outro trabalho das emoções personificadas é mais complexo: formar a memória de longo prazo da menina. As memórias vão aparecendo na forma de bolas, iguais a da ilustração aqui em cima. Elas se materializam na sala de controle da mente o tempo todo, já que o cérebro grava memórias o tempo todo. E cada esfera carrega uma memória específica: uma pode representar uma discussão com os pais, outra uma brincadeira no parque… Se a emoção dominante na hora da discussão tiver sido a raiva, o que aparece na sala de controle é uma bola vermelha. Se a brincadeira no parque estava alegre, surge uma bola dourada.  Depois de um tempo as bolas seguem para um tubo de sucção rumo à memória de longo prazo, onde ficam estocadas. E essa coleção de milhares de bolas, representando milhares de memórias, forma a personalidade da menina. Faz todo o sentido, porque no mundo real é a mesma coisa: jogue suas memórias no lixo, e você deixa de existir. Não sobra nem a consciência. Você é o que você viveu.
Alegria é a chefe ali dentro da mente da menina. Os outros sentimentos até assumem o controle de vez em quando, mas Alegria sempre retoma as rédeas, garantindo a felicidade geral e a formação contínua de memórias alegres para a dona do cérebro. Tristeza, coitada, mal consegue chegar perto da sala de controle: Alegria enxota ela na hora. Natural, porque a menina, Riley, é uma criança de 11 anos. Não é um poço de alegria, porque isso nenhuma criança é. Mas como nessa idade o centro de recompensas do cérebro é bastante ativo, a emoção dominante acaba sendo a Alegria mesmo. No cérebro da mãe dela, que aparece logo no começo do filme, quem manda é a Tristeza. No do pai, a Raiva. E nem por isso ela é especialmente pra baixo nem ele agressivo. Riley tampouco é uma  boba alegre. Essa são só as emoções que se manifestam com mais facilidade dentro de cada um dos três.
Posto o cenário, começa a trama: Riley se muda com os pais de uma cidadezinha no Minnesota, interiorzão dos EUA, para uma maior, São Francisco.
Tristeza, então, descobre que tem um poder estranho: o de transformar memórias alegres em tristes só de tocar nas esferas. Quando Tristeza mexe nas bolas douradas que representam as memórias recentes de Riley no Minnesota, elas vão ficando azuis. Claro: lembrar de momentos felizes ligados a alguma realidade que não existe mais não dá alegria, dá banzo – a versão depressiva da saudade. Alegria não se conforma com essa história de Tristeza ficar azulando as bolas douradas, e vai para o pau. No meio da briga, as duas tropeçam no lugar errado, caem naquele tubo de sucção e acabam tragadas para as profundezas do cérebro de Riley. Raiva e Medo assumem a sala de controle sozinhos. Resultado: a menina vira uma niilista, um zumbi movido unicamente por sentimentos negativos.
Tudo isso, e o filme ainda nem começou direito. Também não vou contar mais para não estragar nada. Mas dá para dizer que a história toda é sobre amadurecimento: a própria Alegria vai aprendendo que não é a melhor coisa que existe, que não é melhor ser alegre que ser triste, que “a luz no coração”, para continuar usando as palavras do Vinícius de Morais, pode e deve ter mais cores que o dourado da felicidade. E mais importante: que buscar a alegria só pela alegria é tão improdutivo quanto tomar uísque o dia inteiro pelo resto da vida para não deixar a felicidade ir embora, como o próprio Vinícius passou a fazer, de modo a não deixar a Tristeza, a Raiva ou o Medo assumirem a sala de controle do cérebro dele. A mensagem do filme, enfim, gira em torno da ideia de que a alegria não pode existir sem a tristeza. Que a felicidade para valer só chega depois que a gente conhece o que é a tristeza para valer. E que felicidade, mesmo assim, vai-se embora, porque tristeza não tem fim. Felicidade (você sabe), sim.
Bom, a Pixar é célebre por fazer filmes capazes de agradar crianças e adultos ao mesmo tempo. Esse é diferente. Além de apresentar essa interação complexa entre Alegria e Tristeza, o roteiro não tem uma gota de didatismo forçado: não fica explicando para o espectador o que ele está vendo na tela. Nesse sentido, Divertida Mente é parecido com Mad Men. No seriado que terminou neste ano, uma mudança no tom de voz no meio de um telefonema já podia significar que um relacionamento de três temporadas acabava ali. E se você não entendeu, azar o seu.
Se essa sutileza mastodôntica já parece complexa para um seriado sobre alcoólatras de meia-idade, imagina para uma animação. O filme mais parecido com Divertida Mente que já teve é Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança, por causa da premissa de se passar inteiro dentro de um cérebro, materializando as mesmas abstrações: o subconsciente, os traumas bobos de infância… Divertida Mente está sentado nos ombros de Charlie Kaufman. Dos de Neil Gaiman também. E nos de outros gigantes, principalmente Roman Polanski e seus filmes psiquiátricos. O Inquilino e Repulsa ao Sexo, os dois melhores Polanskis nessa linha, também acontecem, de certa forma, dentro do cérebro dos personagens. Uma das cenas mais dramáticas de Divertida Mente , aliás, tem um paralelo no final trágico deRepulsa.
Diante de tudo isso, só resta uma constatação: Divertida Mente foi indicado ao Oscar na categoria errada.
Fonte: Blog da Superinteressante Crash acesso em 13.01.16

Curtas relacionados ao filme DIVERTIDAMENTE

Um dos filmes mais interessantes de animação lançado no ano passado, Divertidamente, mostra de forma lúdica e personificada as emoções, memórias, imaginações, sonhos, pensamentos, etc. O que se passa na mente das pessoas. Em especial da Riley, uma menina de 11 anos.

Trailer do filme:



Créditos finais com a mente de outros personagens, muito engraçado (em espanhol)


Extra (lançado em janeiro de 2016), o Primeiro encontro da Riley - CURTA




Curta "Razão X Emoção", que inspirou para se fazer o filme




Espero que tenham gostado.

Natassia


30 de novembro de 2015

Artista imagina como seriam as princesas da Disney se envelhecessem

Um dia após a atriz Vera Fischer ser criticada por ter sido fotografada sem maquiagem no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, o artista brasileiro Isaque Arêas mostra que envelhecer é algo natural até mesmo para personagens fictícios.
Na série de ilustrações ‘Antes e Depois’, o artista imaginou como seriam as princesas da Disney caso envelhecessem. O trabalho é sensível e mostra as rugas e as belezas da terceira idade.
Na série de ilustrações ‘Antes e Depois’, o artista imaginou como seriam as princesas da Disney caso envelhecessem (Imagem: Divulgação)
Fonte: Catraca Livre 10/11/15 

17 de maio de 2015

Entre abelhas - cinema nacional cada vez melhor



Ontem fui ao cinema assistir o filme "Entre abelhas", cuja sinopse é:

"Coisas estranhas começam a acontecer na vida de Bruno (Fábio Porchat), um jovem de quase 30 anos que acaba de se separar da mulher (Giovana Lancelotti). Bruno tropeça no ar, esbarra no que não vê - até perceber que as pessoas ao seu redor estão desaparecendo só para ele. Os dias correm e a situação só piora. Com a ajuda da mãe (Irene Ravache) e do melhor amigo (Marcos Veras), Bruno tentará se adaptar a esse novo mundo com cada vez menos gente."

Ao contrário do que andam dizendo, o filme NÃO é uma comédia, é um drama, com algumas poucas cenas engraçadas.

Indo mais além, achei este filme perturbador, pois ele deixa de ver as pessoas e passa o filme todo tentando se curar e encontrar a causa dessa "doença".

O filme também é um "prato cheio" para a área da psicologia, pois até que ponto as pessoas deixam de enxergar os outros por deixar o seu problema ser maior que a realidade que vivem?

Este filme foi uma surpresa para mim, pois não esperava uma história tão densa. O cinema nacional está cada vez com um nível melhor, assim como os vizinhos argentino e mexicano.

30 de abril de 2015

Diário de um Banana, o sucesso entre os adolescentes


Estava trabalhando o gênero "diário" com as minhas turmas do 6º ano. E como acho um horror o professor "ditar" o livro que o aluno deve ler, apenas exigi que fosse um diário ficcional. E, para minha surpresa, quando eles foram apresentar o trabalho, 90% dos alunos escolheram um dos livros da coleção "Diário de um Banana".
Como comecei agora a dar aula de português no Fundamental (estava apenas com espanhol), havia ouvido apenas de nome este livro. Mas com a explicação e conversa dos alunos no dia da apresentação, fiquei interessada na história e achei essa resenha bem resumida e explicada de como é contada:

banana



"Sinopse:
Não é fácil ser criança. E ninguém sabe disso melhor do que Greg Heffley, que se vê mergulhado no ensino fundamental, onde fracotes subdesenvolvidos dividem os corredores com garotos que são mais altos, mais malvados e já se barbeiam.
Em Diário de um Banana, o autor e ilustrados Jeff Kinney nos apresenta um herói improvável.

Resenha:
O livro conta o dia-a-dia de Greg Heffley que decide deixar registrado em um caderno, não diário como sua mãe gosta de dizer, as suas aventuras de Halloween, na escola, em casa com seus dois irmãos, Manny (o bebê) e Rodrick (o rockeiro). Ele leva uma vida normal, adora jogar video game e sonha o tempo todo em ser famoso em qualquer cargo, mesmo que seja como segurança da escola.
Esse é o primeiro livro de uma série que virou Best-Seller do New York Times. Gostei muito, pois é uma história leve e engraçada, logo nas primeiras páginas você já começa a rir e mesmo depois do livro acabar você ainda está rindo lembrando-se das aventuras de Greg.
O autor Jeff Kinney é também ilustrador, então todas as páginas são recheadas de desenhos dos personagens e das situações vividas por eles de um modo cômico, assim faz com que a história fique mais engraçada ainda.

banana1
diario_de_um_banana

Fonte: Blog Club de livros"


A história parece ser bem humorada e os alunos se veem nas aventuras de Greg, pois esta personagem está na mesma série que eles (6º ano) e ele passa por conflitos e situações comuns para a idade.
Fiquei interessada em ler pelo menos o primeiro livro da série, assim que tiver tempo (hehe). Quando isso acontecer, volto aqui para colocar as minhas próprias opiniões.

Natassia

17 de agosto de 2013

As verdadeiras histórias dos filmes da Disney!

Os contos de fadas representados em filmes da Disney são até hoje os preferidos de crianças (e até adultos) que cresceram conhecendo e acompanhando essas histórias. Caracterizados por personagens que sofrem ou passam por algum obstáculo até chegarem ao final feliz, eles são originários de contos da Europa do século XIX.
Só que esses contos de fadas não foram criados originalmente do jeito que conhecemos hoje. Não é possível saber exatamente de onde vêm essas histórias - muitas devem ter origens em fatos reais, mas, como eram passadas no "boca a boca", de geração para geração, tiveram registros e detalhes perdidos no tempo.
Porém, alguns dos contos mais famosos têm versões originais publicadas por alguns autores, que posteriormente foram modificadas por outros escritores e finalmente adaptadas pela Disney. Conheça as "verdadeiras" histórias de sete filmes famosos da Disney:

Cinderela
Qual é a história original? Cinderela vivia com seus pais até que a mãe adoece. Em seu leito de morte, ela diz à filha para plantar uma árvore em seu túmulo, e, sempre que precisasse de algo, fosse chacoalhar a árvore. Cinderela obecedeu e regou a árvore com suas lágrimas.
O pai se casou novamente e Cinderela ganhou uma madrasta e duas irmãs más. Um dia, o rei anunciou não um, mas três bailes. No primeiro baile, Cinderela não pode ir porque tinha que separar lentilhas. Dois pássaros se ofereceram para ajudá-la, mas não deu tempo. No segundo dia, ela tinha que separar sementes. Os pássaros voltaram para ajudá-la e a aconselharam a ir chacoalhar a árvore. Ela foi e ganhou um vestido prata e acessórios! Quando voltou para casa, uma carruagem a esperava.
No baile, o príncipe dançou com ela e se apaixonou. Cinderela saiu correndo e voltou para casa antes da meia noite. No terceiro baile, ela devia separar ervilhas novamente, e novamente ela teve ajuda dos pássaros e de sua mãe. A árvore lhe deu um vestido dourado e sapinhos de ouro! O príncipe, dessa vez, a esperava na escadaria e se mostrou interessado. Mas Cinderela perdeu a hora e teve que sair correndo, perdendo seu sapatinho. Ela também perdeu a carona e ficou no meio da rua com sua roupa surrada.
No dia seguinte, o príncipe começou a procurar a dona do sapatinho. Na casa de Cinderela, a madrasta mandou que as irmãs dela cortassem os pés para que o sapato coubesse! A irmã mais velha cortou os calcanhares, mas os pássaros denunciaram que havia sangue no sapato. A mais nova cortou os dedos, e os pássaros denunciaram também. Finalmente, Cinderela colocou o sapato e o príncipe a reconheceu. No casamento deles, as irmãs invejosas têm seus olhos bicados pelos pássaros e ficam cegas.
Qual é a origem da história? A história da Cinderela é muito antiga - tem uma versão grega de antes de Cristo e até registros na China no século IX. Existem muitas versões (por exemplo, uma em que o próprio pai quer casar-se com ela e uma em que Cinderela faz um pacto com o diabo). A versão acima é dos Irmãos Grimm, e a versão usada pela Disney (no filme de 1950) é de Charles Perrault.
A Bela e a Fera
Qual é a história original? Bela tem duas irmãs e três irmãos. Quando o pai viaja, as irmãs pedem que ele traga coisas caras, mas Bela pede apenas uma rosa vermelha. Ele entra em um castelo, rouba uma rosa e Fera aparece. Furioso, ele diz que só perdoará o homem se ele lhe trouxer uma de suas filhas.
Bela vai para o castelo de Fera e acha que será devorada, mas ele a trata como uma princesa e ainda deixa seu pai levar dois baús cheios de riquezas. Toda noite ele a pede em casamento e ela recusa. Um dia, Bela pede para visitar seu pai. Fera concorda, desde que ela volte em até dois meses, caso contrário ele morrerá. Em sua casa, ela sonha que a Fera está morrendo e volta imediatamente ao castelo. Quando chega, vê que ela realmente estava morrendo e diz que a ama. Fera acorda, pede Bela em casamento e, dessa vez, ela aceita. Nesse momento, a Fera se transforma em um lindo príncipe.
Qual é a origem da história? É de autoria de Andrew Lang e foi escrita em 1889. A versão da Disney (do filme de 1991) muda alguns detalhes e incorpora objetos mágicos na história. Há ainda outra versão em que a Fera tem a imagem de uma cobra.

A Bela Adormecida
Qual é a história original? A princesa, que se chama Tália, morre imediatamente depois que uma farpa de linho entra sob sua unha. Seu pai, o rei, a coloca em uma cadeira no palácio e vai embora para sempre, para esquecer a dor. O tempo passa e outro rei que andava por ali vê Tália e se apaixona por ela. Ele não consegue acordá-la e a estupra! Nove meses depois, nascem gêmeos, e Tália continua adormecida. Um dos gêmeos, sem conseguir achar o seio da mãe para mamar, acaba sugando seu dedo, retirando a farpa e acordando a princesa.
Algum tempo depois, o rei volta a ver sua amada. A esposa dele descobre e manda cozinhar os filhos bastardos, mas o cozinheiro coloca carne de cabrito no lugar. A rainha ainda tenta jogar Tália ao fogo, só que o rei lança a própria esposa no lugar dela. Assim, Tália, o rei e os gêmeos vivem felizes para sempre.
Qual é a origem da história? A primeira versão foi um conto de Giambattista Basile, chamado "Sol, Lua e Tália". Esse conto foi o que inspirou Charles Perrault a escrever a história que você leu acima, chamada "A Bela Adormecida". O conto de Perrault foi o que inspirou os Irmãos Grimm a criar a história que conhecemos pelo filme da Disney, lançado em 1959. E o nome Aurora foi invenção de Tchaikovsky, que compôs o balé de A Bela Adormecida em 1888 (Aurora era o nome de sua mãe).

Pequena Sereia
Qual é a história original? A Pequena Sereia é a mais nova das seis filhas do Rei dos Mares. Quando elas completam 15 anos, são autorizadas a ir à superfície. Lá, ela se apaixona por um príncipe e o salva quando o navio em que ele estava afunda.
Ariel procura a bruxa do mar porque quer ganhar pernas. A bruxa diz que pode fazer esse feitiço, mas terá efeitos colaterais: ela perderá a voz, sentirá dor como se estivesse pisando em facas e, se o príncipe não se casar com ela, Ariel se transformará em espuma do mar.
Depois do feitiço, ela encontra o príncipe. Só que ele passa a ter um amor fraternal por ela, não um amor apaixonado. Ele confunde uma princesa de um reino próximo com a mulher que o salvou e se casa com ela. As irmãs da sereia dão seus cabelos para a bruxa para tentar salvar Ariel. Em troca, ela dá uma faca que, se cravada no coração do príncipe, faz com que Ariel volte a ser uma sereia de novo. Mas ela não tem coragem de matá-lo e termina como espuma do mar.
Qual é a origem da história? Foi escrita por Hans Christian Andersen em 1837. É a mesma versão usada pelo filme da Disney (1989), que apenas fez modificações.

Branca de Neve
Qual é a história original? Branca de Neve tem 7 anos quando a madrasta, com inveja de sua beleza, manda que o caçador a leve para a floresta e a mate. Mas ele fica com dó, deixa a garota fugir e leva órgãos de um javali para que a madrasta pense que ela está morta.
Branca de Neve encontra a casa dos sete anões e eles deixam que ela fique lá, desde que lave, passe, arrume e limpe a casa. O tempo passa e a madrasta descobre que Branca de Neve continua viva. Então, ela faz três tentativas de matar a garota: a primeira, com um corpete de seda amarrado bem forte. A segunda, com um pente de cabelo envenenado. E a terceira, com uma maçã envenenada, finalmente funciona.
Os anões não têm coragem de enterrar Branca de Neve e fazem uma cripta de vidro para ela. Um príncipe que passava por lá viu a cripta e quis comprá-la. Os anões não quiseram vender, mas, vendo que o príncipe gostou tanto de Branca, ficaram com pena e deram para ele. Quando os empregados dele carregavam a cripta, deixaram que ela caísse. Na queda, Branca de Neve cospe o pedaço de maçã que estava engasgado e volta à vida.
A madrasta má é convidada para o casamento, sem saber que a noiva é Branca de Neve. Ela pergunta sobre sua beleza ao espelho e descobre que Branca ainda está viva, mas decide ir à festa mesmo assim. Lá, os anões colocam um par de sapato na brasa e depois vestem na madrasta, que é obrigada a dançar até a morte.
Qual é a origem da história? Quem escreveu a história foram os Irmãos Grimm, mas eles se inspiraram na história que ouviram de duas irmãs, Jeannette e Amalie Hassenpflug. O filme da Disney, de 1937, faz algumas adaptações, mas mantém os pontos principais.

Rapunzel
Qual é a história original? Rapunzel era o nome de uma planta, e a mãe dela teve desejo desse vegetal na gravidez. O pai entrou em um jardim proibido para procurar a planta, só que uma bruxa má o encontrou. para deixá-lo ir embora, ela exigiu que, em troca, ele lhe entregasse sua filha.
A bruxa dá à criança o nome de Rapunzel e a cria muito bem até os 12 anos. Quando chega a essa idade, ela é levada para uma torre. O cabelo de Rapunzel, que nunca tinha sido cortado e estava sempre trançado, servia para que a bruxa conseguisse subir. Ela gritava "'Jogue suas tranças de ouro Rapunzel" e a menina obedecia.
Um dia, um príncipe ouve Rapunzel cantando e fica apaixonado. Ele faz exatamente igual a bruxa para subir à torre. Eles se apaixonam e começam a se encontrar. A garota acaba engravidando e a bruxa descobre. Como castigo, ela corta as tranças de Rapunzel, a expulsa da torre e a larga sozinha em um deserto. Quanto ao príncipe, a bruxa joga as tranças de sua amada para que ele suba, e, quando ele consegue, ela o atira do alto da torre. O príncipe cai em um espinheiro, fura os olhos e fica cego.
Mesmo assim, o príncipe e Rapunzel acabam se encontrando, pois ele é guiado pela música que ela canta. As lágrimas de Rapunzel curam a cegueira do príncipe e eles vivem felizes para sempre longe da bruxa.
Qual é a origem da história? A história acima foi escrita por Charlotte-Rose de Caumont de La Force e publicada em 1698. Os Irmãos Grimm fizeram a versão mais conhecida em 1812. A Disney fez suas adaptações e lançou a história de Rapunzel no cinema como "Enrolados" (2010).

Os Três Porquinhos

Qual é a história original? A história dos três porquinhos que constroem casas diferentes é mantida. A diferença é que, nessa versão, o lobo come os dois primeiros porquinhos. Quando o lobo invade a casa do terceiro porquinho, pela chaminé, ele cai em um caldeirão com água fervendo e morre. O pouquinho sobrevivente cozinha o lobo e o faz de jantar.
Qual é a origem da história? Sabe-se apenas que foi escrita em 1890 por Joseph Jacobs. O filme da Disney data de 1933.

1 de junho de 2013

15 filmes com erros históricos

Esta lista vai mostrar vários erros históricos em filmes que fizeram algum estrondo no seu lançamento. Confira! Você vai se surpreender.
10.000 a.C.
10.000 a.C. é um filme de 2008, dirigido por Roland Emmerich. D’Leh é um jovem caçador de mamutes, que se apaixonou por Evolet. Quando um bando de perigosos guerreiros a sequestra, D’Leh é obrigado a liderar um pequeno grupo de caçadores em uma expedição para resgatá-la.
Erros Históricos:
- O filme mostra mamutes sendo utilizados na construção das pirâmides do Egito. Porém, estes animais viviam em terras geladas da América do Norte e norte da Ásia e não poderiam ser encontrados no deserto.
- D’Leh e seus aliados vão ao Egito resgatar seu povo, os quais foram tomados como escravos para a construção da pirâmide e da esfinge. Entretanto, tais construções só seriam criadas quase oito mil anos depois, por volta de 2500 a.C.
- As aves carnívoras da família Phorusrhacidae viveram na América do Sul e haviam sido extintas 1,8 milhões antes.
- A tribo Naku alimenta D’Leh com pimentas-vermelhas e o presenteiam com milho. Ambos são originários das Américas.
- Os mamutes e o tigre de dentes-de-sabre possuíam tamanho desproporcional no filme.

Coração Valente

Coração Valente é um filme de 1995, dirigido por Mel Gibson. No século XIII, soldados ingleses matam mulher do escocês William Wallace, bem na sua noite de núpcias. Ele resolve então liderar seu povo numa vingança pessoal que acaba deflagrando violenta luta pela liberdade. Compre o filme aqui.
Erros Históricos:
- Segundo os historiadores, o rei Edward I nunca instituiu o recurso da primae noctis, que permitia a nobres e oficiais ingleses tirar a virgindade de uma noiva no dia de seu casamento.- Durante o filme, os guerreiros da Escócia usam kilts nas batalhas. Porém, esta vestimenta só foi incorporada aos escoceces a partir do século XVI.
- Após a Batalha de Falkirk, Isabella se sentiu atraída por Wallace, e eles tiveram um romance. O problema é que, quando ocorreu esta batalha, Isabella tinha apenas 3 anos de idade.
- O filme mostra que Isabella teve um filho com Wallace, Edward III. No entanto, Edward III só nasceu sete anos depois da morte de Wallace.

Gladiador
Gladiador é um filme de 2000, dirigido por Ridley Scott. Nos dias finais do reinado de Marcus Aurelius, o imperador desperta a ira de seu filho Commodus ao tornar pública sua predileção em deixar o trono para Maximus, o comandante do exército romano. Sedento pelo poder, Commodus mata seu pai, assume a coroa e ordena a morte de Maximus, que consegue fugir antes de ser pego e passa a se esconder sob a identidade de um escravo e gladiador do Império Romano.
Erros Históricos:
- O filme retrata o governo de Commodus como um período de 2 anos. Na verdade, seu governo durou 12 anos.- Commodus era filho de Marco Aurélio. Porém, nunca matou seu pai, como mostra o filme.
- O filme mostra batalhas que não aconteceram, catapultas que não foram usadas, uma raça de cão que simplesmente não existia nesta época e região, e inscrições em latim escritas de forma errada.
- No filme, os oficiais gritam “fogo” para soldados com arcos e flechas. No entanto, esta expressão só passou a ser usada com o advento das armas de fogo.

300
300 é um filme de 2007, dirigido por Zack Snyder. Em 480 a.C., o Imperador da Pérsia, Xerxes, envia seu exército para conquistar a Grécia. No entanto, a cidade grega de Esparta tem os melhores guerreiros de sua época e 300 deles estão escalados para lutarem contra os persas.
Erros Históricos:
- É pouco provável que o imperador persa Xerxes usasse vestimentas e adereços tão caricatos como mostra o filme.- O conselho espartano era composto por membros com mais de sessenta anos de idade. O filme mostra membros mais jovens, como Theron, na faixa dos trinta e poucos anos.
- Os soldados de Esparta usavam armaduras de bronze reforçadas, e não apenas tiras de couro, como aparece no filme.
- Ao invés de apenas 300 guerreiros espartanos, como mostra o filme, os historiadores dizem que mais de 1000 soldados se juntaram ao grupo para enfrentar os persas.
O Último Samurai
O Último Samurai é um filme de 2003, dirigido por Edward Zwick. O capitão Nathan Algren, um respeitado militar norte-americano, chega ao Japão em 1870 para treinar as tropas do Imperador Meiji e eliminar os últimos samurais, acabando com as tradições milenares. Compre o filme aqui.
Erros Históricos:
- No final do século XIX, os japoneses realmente contrataram conselheiros estrangeiros para modernizar o seu exército. Porém, a maioria vinha da França, não dos Estados Unidos.- Katsumoto foi inspirado em Saigo Takamori, que cometeu suicídio por ter sido derrotado em batalha. Todavia, no filme, ele é morto por outra pessoa.
- É pouco provável que um soldado da Guerra Civil, como Algren, tivesse tanta facilidade em empunhar uma katana com maestria.

Apocalypto
Apocalypto é um filme de 2006, dirigido por Mel Gibson. Durante o declínio do Império Maia, pouco antes da colonização européia na América Central, um pequeno grupo que vive na floresta tropical é dizimado e capturado. Jaguar Paw é um dos capturados que tenta a todo custo defender sua família dos violentos ataques.
Erros Históricos:
- Os Maias faziam sacrifícios humanos. Porém, somente os mais fortes guerreiros capturados em batalha eram sacrificados. Além disso, o sacrifício não era uma homenagem ao deus-sol Kulkulkan, como mostra o filme.- A civilização maia desapareceu muito antes da chegada dos conquistadores espanhóis. Logo, o encontro que aparece no fim do filme não poderia ter acontecido.

Memórias de uma Gueixa
Memórias de uma Gueixa é um filme de 2005, dirigido por Rob Marshall. Em 1929, Chiyo é uma menina pobre vendida a uma casa de gueixas, na cidade japonesa de Kyoto. Logo, ela começa a ser maltratada pelos donos e também pela principal gueixa, Hatsumomo, invejosa de sua beleza natural. Até que Chiyo é acolhida pela maior rival de Hatsumomo, Mameha.
Erros Históricos:
- O filme mostra as gueixas como prostitutas de luxo. Porém, estas mulheres, com trajes e maquiagem característicos, apenas flertavam com os clientes. Nunca passavam disto.- As gueixas são características da cultura japonesa, mas o filme mostra mulheres chinesas desempenhando este papel.

Elizabeth: A Era de Ouro
Elizabeth: A Era de Ouro é um filme de 2007, dirigido por Shekar Khapur. Inglaterra, 1585. Elizabeth I está quase há três décadas no comando da Inglaterra, mas ainda precisa lidar com a possibilidade de traição em sua própria família. Simultaneamente a Europa passa por uma fase de catolicismo fundamentalista, que tem como testa-de-ferro o rei Felipe II, da Espanha.
Erros Históricos:
- Em 1585, a rainha Elizabeth tinha 52 anos de idade. A atriz que a interpretou, Cate Blanchet, tinha apenas 36 anos.- Ivan, o Terrível não poderia ter cortejado a rainha Elizabeth em 1585, pois havia falecido em 1584.
- O filme mostra a rainha lutando ao lado de seus soldados, com armadura e espada, no melhor estilo “Joana D’Arc”. Os historiadores dizem que isto nunca ocorreu.

O Patriota
O Patriota é um filme de 2000, dirigido por Roland Emmerich. Desde o término da guerra, Benjamin Martin renunciou à luta, vivendo em paz com sua família. Quando os ingleses levam a guerra da independência americana para dentro de sua casa, Benjamin não vê outra saída a não ser pegar em armas novamente.
Erros Históricos:
- O soldado Francis Marion inspirou o personagem Benjamin Martin. Mas ele não era um homem de família como mostra o filme. Ele foi um proprietário de escravos que só se casou ao final da guerra.- Historiadores também dizem que Francis Marion perseguia e matava índios Cherokee.
- O filme mostra a vitória dos revolucionários sobre os britânicos, na Batalha de Guilford Court House. Na verdade, os britânicos saíram vitoriosos desta batalha.

O Intrépido General Custer
O Intrépido General Custer é um filme de 1941, dirigido por Raoul Walsh. Drama de guerra que conta a história real do general Custer, desde o momento em que ele se alista na Academia Milita de West Point, passando por sua participação na guerra civil americana até sua morte.
Erros Históricos:
- O filme sugere que a promoção do general Custer dentro do exército foi causada por um erro administrativo, o que não aconteceu.
- O filme afirma que o general virou alcoólatra em 1865, quando, na verdade, ele largou o álcool depois de um incidente em 1862.
- O filme também passa a idéia que ele entrou em sua última batalha por simpatia aos indígenas. Historiadores apontam que ele entrou contrariado no campo de batalha, e não tinha nenhuma das boas intenções mostradas no filme.

Pocahontas
Pocahontas é um filme de 1995, dirigido por Eric Goldberg. Um navio parte da Inglaterra com objetivo de encontrar um “Novo Mundo”, tendo, entre os tripulantes, o ganancioso governador da Inglaterra, que só pensa em descobrir ouro, e o aventureiro capitão John Smith. Ao chegarem em uma terra desconhecida, John sai para explorar a região e encontra uma bela índia chamada Pocahontas.
Erros Históricos:
- No filme, Pocahontas foi retratada como adulta. Porém, segundo os historiadores, ela não tinha mais de 11 anos quando se envolveu com o inglês John Smith.- John Smith realmente conheceu uma nativa americana, mas eles nunca se casaram. Ela acabou se unindo a outro inglês, chamado John Rolfe.

JFK: A Pergunta Que Não Quer Calar
JFK: A Pergunta Que Não Quer Calar é um filme de 1991, dirigido por Oliver Stone. Sem estar convencido do parecer final da Comissão Warren, que conclui ter sido o Presidente John F. Kennedy assassinado por uma única pessoa, o promotor Jim Garrison tenta provar a existência de uma conspiração. Compre o filme aqui.
Erros Históricos:
- No filme, David Ferrie admite ter participado de uma conspiração com o objetivo de matar Kennedy. Na vida real, ele negou a participação e inclusive se voluntariou a passar por um detector de mentiras.- O filme também se omitiu no fato de a principal testemunha de Garrison ter sido trazida através do uso de drogas e hipnose.
- O filme afirma que o FBI, a CIA e até o exército americano estavam por trás de uma conspiração tramando a morte do presidente para que ele não acabasse com a guerra do Vietnã. Não há documentos que comprovem o fato.

Pearl Harbor
Pearl Harbor é um filme de 2001, dirigido por Michael Bay. Pouco antes do bombardeio japonês em Pearl Harbor, dois amigos que são como irmãos um para o outro se envolvem de maneira distinta nos eventos que fazem com que os Estados Unidos entrem na 2ª Guerra Mundial.
Erros Históricos:
- No filme, os dois amigos dão um jeito de entrar em seus aviões e abater diversos inimigos no ar. Na vida real, nenhum dos pilotos conseguiram abater tantos aviões.- Os personagens são enviados para a missão de bombardear Tóquio, mas, na verdade nenhum piloto de caça foi enviado para esta missão.
- O filme mostra uma cena onde o presidente americano Franklin Delano Roosevelt levanta de sua cadeira de rodas, o que nunca aconteceu.

A Ponte do Rio Kwai
A Ponte do Rio Kwai é um filme de 1957, dirigido por David Lean. Durante a Segunda Guerra Mundial, o Coronel Nicholson (Alec Guinness) e sua tropa são aprisionados pelos japoneses. Forçados a construir uma ponte sobre o Rio Kwai, o Coronel decide fazê-la bem feita, afim de humilhar os japoneses e deixar clara a superioridade britânica.
Erros Históricos:
- No filme, o coronel Nicholson tem a obsessão de construir uma ponte sólida, para elevar a moral da tropa. Na vida real, o tenete coronel Philip Toosey realmente tinha uma obsessão, manter seus homens vivos.- O tenente coronel não queria ajudar os japoneses, mas sabia que,sem construir a ponte, seus homens acabariam mortos.
Fonte: História Digital