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29 de maio de 2016

Desafio #230 - 130

130-Uma música que você odiava e hoje gosta

Luiz Gonzaga - Xote das Meninas

Quando era criança, achava coisa de velho. Agora sou louca por um forrozinho.

8 de agosto de 2012

Olimpíadas hoje e amanhã



Plano de Aula


Atividade: Análise da linguagem empregada em propagandas e charges sobre os Jogos Olímpicos: comparação com os Jogos de Londres (2012) e Rio de Janeiro (2016).

Objetivos: familiarizar os alunos com a linguagem do jornalismo impresso, ou digital; desenvolver a leitura crítica de anúncios publicitários, por meio da leitura de elementos da linguagem; comparar o que se veicula sobre o mesmo evento atualmente e o próximo (cediado no Brasil); desenvolver a consciência da situação em que se encontra o nosso país e se terá suporte para cediá-lo.

Conteúdo: apresentação das características da linguagem jornalística; análise textual dos elementos da linguagem das propagandas e das charges; produção de texto dissertativo. Proposta didática interdisciplinar de Língua Portuguesa, Geografia, História e Educação Física.

Público: ciclo dois do Ensino Fundamental (séries finais) e Ensino Médio.

Material necessário: fotos das propagandas e charges (impressas ou publicadas no blog, ou em apresentação de power point).


Desenvolvimento da aula:

1ª. Aula: apresentação das propagandas e dos principais elementos da linguagem jornalística: slogan, logotipo, título, fontes, imagem, cores, pluralidade de idéias, objetividade, gênero informativo etc.
As propagandas serão apresentadas numa sequência proposital: primeiro os anúncios da atual Olimpíada, uma charge criticando a desigualdade de patrocínio e investimento no esporte dos países participantes do evento. Em seguida, os anúncios favorecendo os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e, por último, as charges que criticam a estrutura do país para receber este grande evento, cada uma critica um aspecto (político, social, violência, etc.)

2ª. Aula: aplicação dessa discussão na análise das charges, em comparação com os anúncios publicitários oficiais. Em grupos, os alunos deverão identificar os elementos e, posteriormente, analisar como eles produzem sentido: se está exaltando as qualidades ou se critica algum elemento já de conhecimento prévio, ou não. Caso não tenham o devido conhecimento, poderão discutir com o outro colega, ou realizar uma pesquisa posterior. Eles deverão registrar esta análise para ter argumento na sua futura dissertação.

3ª. Aula: transposição de gêneros. Os alunos deverão produzir textos opinativos, sobre a visão da mídia sobre os próximos Jogos Olímpicos, que serão no Rio de Janeiro. O que a mídia e o próprio aluno esperam do evento. O que deve ser feito, ou melhorado, para o país desenvolver este evento com eficácia.

Critérios de avaliação: Verificar : envolvimento; aplicação dos elementos na análise e o nível de argumentação, além das questões linguísticas do texto dissertativo.


Responsável: Natassia Contrera (Aluna de Especialização em Ensino de Línguas Estrangeiras)



Análise de propagandas e charges - Olimpíadas

Londres - 2012



"igualdade" esportiva nas Olimpíadas




Rio 2016








Fonte: Google Imagens


PS. Projeto desenvolvido durante a oficina do Celacom 2012 (UNESP): "Educação às mídias e pelas mídias: uma interface possível", no dia 06/08/12

21 de maio de 2011

Oswald de Andrade é tema da FLIP 2011

Filha diz que Oswald de Andrade achava que nunca seria lido


O nome dela fala por si mesmo: Antonieta Marília de Oswald de Andrade.

"Meu nome é uma dedicatória do meu pai à minha mãe [Maria Antonieta d'Alkmin, quinta e última mulher do escritor]. Quer dizer: Antonieta é a musa do Oswald de Andrade", explica ela, lembrando o poema de Tomás Antonio Gonzaga.

Oswald teve quatro filhos. Nonê (com a francesa Kamiá), Rudá (com Pagu) e Marília e Paulo Marcos (com Maria Antonieta).

Única viva, Marília, 65, é apontada pela curadoria da Flip como fundamental na concepção e organização da homenagem que a festa literária fará ao modernista.

Abriu seu arquivo pessoal e mostrou o caminho para o centro da Unicamp que guarda o acervo do autor.

Psicóloga com doutorado na Universidade Columbia (EUA), é figura de proa na dança nacional --implantou o curso de dança da Unicamp e integrou nos 70 o Ballet Stagium, pelo qual ajudou a conceber e levar ao Xingu o espetáculo "Kuarup".

"Dos 4 aos 60, nunca parei de dançar", conta.

O nome dela fala por si mesmo: Antonieta Marília de Oswald de Andrade.

Oswald com Marília em casa na Bela Vista, SP, em 1958
 Uma disputa com outros herdeiros (o sobrinho Rudazinho e as cunhadas, viúvas de Nonê e Rudá) fez com que um juiz passasse a responder pelo inventário, decidindo sobre qualquer negociação relativa aos direitos da obra.

A homenagem na Flip, portanto, só foi possível graças ao despacho do juiz.

Marília, que por causa do litígio pede reserva sobre detalhes do processo, diz que a cisão familiar é sofrida, mas se diz realizada pela celebração em torno do pai.


Folha - Por que acha que escolheram Oswald agora?
Marília de Andrade - Fui pega totalmente de surpresa. Voltei para a psicologia há dez anos e passei a clinicar numa área que trabalha trauma e corpo. Estava num trabalho intensivíssimo de psicologia aplicada ao trauma quando o Manuel [da Costa Pinto, curador da Flip] me ligou, em novembro. Foi tão emocionante, eu não previa, não tinha nenhum indício de que ele era cogitado, nunca tinha pensado.

Vivi um momento difícil da vida do Oswald, foi muito doloroso vê-lo abandonado, muito frágil e descrente até que seus livros fossem publicados. Como eu era criança [estava prestes a fazer 9 anos quando o pai morreu], fiquei com essa impressão muito marcada, de que ele não seria lido nem reconhecido.

Foram anos e anos e anos de esquecimento. Meu desejo é que Oswaldo finalmente possa ser lido e compreendido pelos jovens.

Como ele era no papel de pai?
Foi um pai muito presente. Éramos uma família muito unida. Era extremamente caseiro, adorava ficar em casa com minha mãe, trabalhando no escritório. Não era o furacão que pensavam --era um furacão de ideias.

Ôswald ou Oswáld? Por que, embora família e amigos sempre usassem Oswáld, de repente todo mundo passou a chamar Ôswald?

As pessoas chamavam Oswáld ou Oswaldo. Acho que [a mudança] foi quando chegou a cultura americana ao país. Nos anos 60, o Lee Oswald matou o Kennedy, esse nome apareceu muito na mídia. Na época do meu pai, ser culto era falar francês.

Eu me aborrecia quando ouvia. Aí Antonio Candido me disse: "Marília, deixa isso de lado, porque o Ôswald é o deles, o Oswaldo é o nosso".


Notícia retirada do site Folha Ilustrada 21.05.11

19 de maio de 2011

A situação da educação no Brasil

O depoimento desta professora do Rio Grande do Norte, na Assembleia Estadual mostra a realidade que está a educação e seus professores. Vale a pena assistir:




Falou e disse!!

Natassia

18 de fevereiro de 2011

Un seguidor especial

Tengo la honra de tener como seguidor de este blog Óscar Cerrolaza Gilli.


Óscar Cerrolaza Gilli con la profe, unas compañeras de la U. y yo. En junio 2010 en São Paulo.

Licenciado en Filología Hispánica por la Universidad Autónoma de Madrid. Profesor de español en distintas instituciones españolas y americanas. Formador de profesores en el Master de la Universidad Complutense y en los cursos de especialización de la Universidad Autónoma de Madrid y en la Universidad de Deusto. Formador de profesores en los Institutos Cervantes y en diferentes instituciones académicas. Autor de Planet@, de Cómo trabajar con libros de Texto, y de Diccionario Práctico de Gramática y Libro de ejercicios de Diccionario práctico de gramática, así como del nuevo método Pasaporte ELE. Actualmente es Responsable de Investigación Didáctica de la editorial EDELSA.



Natassia

15 de junho de 2010

1° Encuentro Disal-Edelsa para profesores de E/LE

Evento ocurrido en la librería DISAL en São Paulo para profesores de lengua española el último día 11 de junio. Sigue un resumen de cada charla.



Una nueva era editorial: la pizarra interactiva y el uso de los soportes digitales como facilitadores de la enseñanza - Federica Toro

En esta charla se presentarán las diferentes propuestas digitales aplicables a la enseñanza del E/LE.
e reflexionará sobre el reto que suponen tanto para el editor como para el profesor. En qué formas se van a modificar los hábitos de dar clase. Perspectivas y realidades en el aula de E/LE.


Federica Toro Licenciada en enseñanza del español por la universidad de Nantes (Francia), diplomada del CREDIF (Centre de Recherche et d’Etudes pour la Diffusion du Français). Profesora de Francés como lengua extranjera y responsable de la formación del profesorado de francés en la Consejería de Educación de la Embajada de de Francia en España durante 10 años, abandona la enseñanza del FLE para entrar en el mundo editorial. Se encarga de analizar el mercado de ELE mundial y diseña el plan editorial que incluye VEN. Es la fundadora de la editorial EDELSA que dirije desde 1989.




El Marco Común Europeo de Referencia. Nuevas perspectivas de las pruebas DELE y el proyecto SICELE - Juan Jorge Fernández Marrero

La introducción del Marco Común Europeo de Referencia (MCER) como plataforma del trabajo docente en la enseñanza de lenguas extranjeras supuso un replanteo de los niveles y contenidos de enseñanza, así como una revisión de la evaluación del dominio lingüístico y de las pruebas conducentes a la obtención de los Diplomas de Español como Lengua Extranjera. En consecuencia, han surgido proyectos que persiguen la mayor armonización, transparencia y coherencia en el reconocimiento mutuo de las certificaciones de la lengua española. El objetivo de esta intervención será, pues, dar a conocer el nuevo enfoque que el Instituto Cervantes le da a sus diplomas y cómo se insertan éstos en otros sistemas internacionales de acreditación.

Juan Jorge Fernández Marrero Doctor en Ciencias Filológicas y Master en Lingüística Hispánica Profesor desde 1978, ha ejercido la docencia universitaria en Cuba, Alemania, España, Francia, Perú, Brasil. Profesor del Curso de Especialización Lato Sensu para profesores de E/LE (PUC-SP). Se desempeña actualmente como Jefe de Estudios del Instituto Cervantes de SP, institución en la que trabaja desde 1999.




¿Jóvenes… y autónomos? - Estrategias para fomentar la autonomía en el aprendizaje para adolescentes - Óscar Cerrolaza Gilli

Como profesora de Metodología de la Enseñanza de ELE es frecuente que muchos profesores y futuros profesores me pregunten qué libro de texto les sugiero usar en sus clases –en diferentes contextos y para diferentes alumnos–, cuál considero más adecuado, o si el libro “x” es bueno.
Además del aspecto ético que me impide darles mi opinión personal o recomendar un manual determinado, las preguntas anteriores sugieren haber una cierta falta de claridad sobre qué es esencial tener en cuenta a la hora de elegir el libro de texto.
En esta ponencia comentaré algunos principios de especial importancia a considerar en el momento de elegir el libro de texto que mejor atienda a los objetivos del curso, a las necesidades de los alumnos, al contexto de enseñanza y a las concepciones lingüísticas y metodológicas del profesor.




El uso de los textos literarios en la enseñanza comunicativa de idiomas - Óscar Cerrolaza Gilli

La literatura y el uso de los textos literarios en la clase de español con fines generales siempre ha tenido un papel en nuestras aulas. Con la llegada de los enfoques comunicativos parece que este papel se cuestionó. Sin embargo, hoy en día sigue teniendo una gran importancia en la enseñanza de la lengua. En este taller analizaremos qué es la competencia literaria y qué papel juega dentro de la competencia comunicativa, revisaremos también la literatura como estimuladora de las tres dimensiones del alumno (como agente social, hablante intercultural y aprendiente autónomo), plantearemos criterios para la selección de los textos y revisaremos los diferentes procedimientos y tipos de actividades que estimulan el aprendizaje a través de la literatura con fines no especializados.

Óscar Cerrolaza Gilli Licenciado en Filología Hispánica por la Universidad Autónoma de Madrid. Profesor de español en distintas instituciones españolas y americanas. Formador de profesores en el Master de la Universidad Complutense y en los cursos de especialización de la Universidad Autónoma de Madrid y en la Universidad de Deusto. Formador de profesores en los Institutos Cervantes y en diferentes instituciones académicas. Autor de Planet@, de Cómo trabajar con libros de Texto, y de Diccionario Práctico de Gramática y Libro de ejercicios de Diccionario práctico de gramática, así como del nuevo método Pasaporte ELE. Actualmente es Responsable de Investigación Didáctica de la editorial EDELSA.

Natassia

22 de março de 2010

III Simpósio de Linguagens Educativas

Educação, Mídia e Cultura

09 a 12 de março de 2010

Seguem resumos de algumas palestras, conferências, mesas-redondas, etc.


Conferencia 2: 10/03/10

El lenguaje emocional en los niños con trastornos del aprendizaje
Profª Drª Neva Milicic – Universidad do Chile – Chile


Los conceptos y las emociones que los niños tienen acerca de si mismos están a la base de su identidad y de la construcción de su narrativa personal. Estos conceptos acerca de si mismo, se adquieren en forma importante a través del lenguaje que los adultos a cargo de los niños utilizan para referirse a ellos. El lenguaje emocional es uno de los aprendizajes más significativos en el contexto del Aprendizaje Socio Emocional.
Este lenguaje está cargado de emociones y desde la forma en que los adultos se comunican y desde la manera que los niños procesan esta información, se va configurando su percepción acerca de si mismo , de los otros y de la realidad.
Se entiende por Aprendizaje Socioemocional , el proceso por el cual los niños desarrollan las competencias emocionales básicas , tales como la habilidad para reconocer emociones y manejar emociones , la capacidad de empatizar, cuidar y preocuparse de los otros, la habilidad para comunicarse y establecer vínculos afectivos positivos, la capacidad de tomar y asumir decisiones en forma responsable y de enfrentar situaciones de manera efectiva.
En los niños con dificultades de aprendizaje con frecuencia especialmente en relación a sí mismo, hay un predominio de emociones negativas, ya que por sus problemas de rendimiento y de conducta son frecuentemente etiquetados de manera negativa , lo que daña su imagen personal y su autoestima, lo que termina interfiriendo en forma significativa su aprendizaje socioemocional.


Palestra 3: 11/03/10

Educação, Sociedade e Globalização
Profª Drª Milagros Otero – Universidad Santiago de Compostela / España

Vivimos en la sociedad de la globalización. La búsqueda de información no constituye un problema, sino la gestión y elección de la misma, dentro del amplio margen de posibilidades que la técnica ofrece. Esta nueva situación plantea graves retos a la educación universitaria. No se trata de obtener cultura a través de la información. El problema es proporcionar la información adecuada que forme a la vez que informa.
El derecho a la información ha cambiado de signo y compete a los educadores actuar en consecuencia respondiendo a los nuevos retos que la sociedad les plantea.
Por eso cobra especial relevancia la formación en valores, la necesidad de mostrar que no todo vale, que el ser humano es superior a la máquina porque es un ser creado a la imagen y semejanza de Dios y por lo mismo su dignidad le exige el cumplimiento de un destino.
El ser humano debe dominar a las máquinas y no dejarse dominar por éstas. Las universidades no deben ser ajenas a esta necesidad puesto que tienen la obligación de velar por la educación de los jóvenes proporcionándoles una educación que usando de la información les aporte una cultura de paz en solidaridad y libertad.


Minicurso 4: 11/03/10
Dislexia
Profª Drª Neva Milicic – Universidad do Chile – Chile

Conferência 3: 11/03/10

Novas realidades, novas tecnologias: Investigando o papel do Professor
Prof. Dr. Nilson Machado – Faculdade de Educação da USP SP

As Tecnologias e a Economia impregnam nossas vidas de modo intenso nas últimas décadas. Da separação nítida entre os universos da Educação e do Trabalho, marca da cultura grega, passamos a uma integração quase absoluta entre tais domínios: o conhecimento transformou-se no principal fator de produção.
Em conseqüência, muitos pretendem redesenhar o papel do Professor. Em meio a fogos de artifício espetaculares, que elidem as distinções entre meios e fins, alguns invariantes em tal papel precisam ser destacados. Em qualquer circunstância, o Professor é e será sempre: - um mediador de conflitos de interesse, na busca da aproximação entre os alunos e a escola; - um tecelão de significações, articulando a diversidade dos conteúdos escolares com múltiplos e relevantes contextos; - um cartógrafo de relevâncias, ponderando os conteúdos disponíveis e inspirando mapas para orientar caminhos; - e um construtor de narrativas fabulosas, reveladoras dos tesouros a serem perseguidos em projetos pessoais

Mesa-Redonda 11: 12/03/10

Cultura Midiática
Prof. Dr. Alberto Albertin – FGV
 Profª Drª Milagros Otero – Universidad Santiago de Compostela / España

A educação, em destaque do ensino superior, apresenta três dimensões: criação e sistematização de conhecimento, composta de professores, pesquisadores e alunos, organizados em grupos de interesse e atuação; programas e cursos, com suas propostas, currículos e processos de ensino e aprendizagem; e os resultados de impacto econômico-social, por meio de publicações, participação na sociedade, e contribuições sociais e econômicas. A dimensão dos programas e cursos pode ser organizada por meio dos componentes de educação: objetivos do curso, objetivos pedagógicos e público, considerado básico por ser a base para os demais componentes; conteúdo que atende o componente básico; metodologia de ensino e aprendizagem, que conta com formas e princípios variados de acordo com o componente básico e deve ser integrado ao conteúdo; e infra-estrutura e tecnologia, que permitirá a realização dos cursos com a metodologia e conteúdos definidos. Estes componentes estão diretamente integrados e tem entre si interação de restrição e exigência recíproca. As dimensões dos programas e cursos e os componentes de educação estão fortemente relacionados com o uso de Tecnologia de Informação que faz parte de um destes componentes, e que influencia e é influenciado pelos demais, como o corpo docente e o corpo discente. Esta estrutura serve de base para analisar as perspectivas para os cursos e a relação com a cultura.

Conferência 4: 12/03/10

Educação, Linguagem e Cultura
Ernesto Schiefelbein – Universidad de Santiago de Chile / Chile

Nuestra interacción académica, y por lo tanto nuestra educación, está condicionada por tradiciones culturales bastante precisas. Todavía predomina la exposición verbal como método de enseñanza y la prueba “con libros cerrados” como método de evaluación. Se suele decir “así se ha enseñado y de igual manera debemos seguir enseñando”. Eso explica que sean muy pocos los cambios, en los últimos cinco siglos, en las tradiciones académicas. El único cambio apreciable, en las dos últimas décadas, ha consistido en presentar imágenes o mensajes en diapositivas (slides) con ayuda del proyector (power point).
Sin embargo, Aurelio Agustín ya comentó (hace quince siglos) las limitaciones que tiene el uso de las palabras para enseñar. Palabras como “analfabeto”, “educación”, “átomo”, “cerebro”, “mercado” o “esclavitud” suelen tener un distinto significado para cada persona. Gran parte de lo que sabemos de historia, física o biología solo lo creemos de buena fe, pero no lo sabemos a ciencia cierta. Como no hay tiempo para aprender todo con certeza es necesario aceptar (por fe o confianza) lo que otros investigadores “nos cuentan” que han comprobado.
Educación se suele relacionar con memorizar, replicar, informarse, relacionar elementos, modelar la realidad, aceptar normas, cambiar conductas, desarrollar competencias, socializarse, tomar decisiones o llegar a ser lo mejor que sería posible llegar a ser. Además algunos pueden vincularla a lo que ocurre en la escuela o a algún periodo de la vida. Habrían diferencias considerables entre estas alternativas Por ejemplo, no sería lo mismo instrucción que educación. Para F. D. Schleiermacher educación es “toda ayuda exterior para la autorrealización de la persona” y, por ende, es algo que puede ocurrir en cualquier momento de la vida.
Se necesita precisar la idea de educación para organizar un adecuado sistema escolar.
Toda creación implica una idea, que se puede representar por una palabra, que permita ordenar el conjunto de elementos para obtener el resultado deseado. Es por esto que las características del proceso de perfeccionamiento del ser humano (su auto-creación) son: “razón, libertad y lenguaje”.
Todo esto tiene implicaciones directas en la efectividad de los modelos de enseñanza.
 Natassia

3 de março de 2010

Espanhol: o português mal hablado?

A concepção que o brasileiro tem com relação à Língua Espanhola

A língua espanhola e a língua portuguesa são muito próximas por serem derivadas do latim. Dessa forma, devido a essa proximidade, muitos brasileiros vêem o espanhol como uma língua fácil e a classificam sendo como o português mal falado.

Como toda língua, o espanhol tem suas peculiaridades e seus encantos, o que nos faz tão apreciadores de tal idioma. A proximidade com a língua portuguesa faz com que aumente esta ideia de que basta colocarmos o “ion” como, por exemplo, na palavra em português “coração” para torná-la espanhola, como “coración”. Isto já é um equívoco gravíssimo, já que coração em espanhol se diz “corazón”. A essas “adivinhações”, damos o nome de portunhol.

Primeiramente, faz-se necessário esclarecer e entender a origem deste preconceito e suas conseqüências para o ensino do espanhol aqui no Brasil. A partir desse entendimento é importante analisar em quais níveis o espanhol e o português são parecidos para direcionar sobre a desmistificação desta idéia tão enraizada. Os erros são comuns porque assimilamos nossa língua com a língua estrangeira, isto é, fazemos isto inconscientemente, já que nos expressamos na língua materna. Entretanto, com os erros podemos aprender e desmistificar essa pseudo idéia do espanhol como sendo uma língua de fácil entendimento. O equívoco, por parte dos que não sabem, é algo normal, mas dentro de um contexto dos quais já estão familiarizados com o espanhol, o erro é mais uma forma de aprendizagem da língua. Quanto mais se pratica um erro, mais se aprende que não se deve repeti-lo, e que, ao depararmos com o erro provocado por outrem, saberemos identificá-lo de imediato, aprendendo assim com os próprios equívocos provocados pela falsa idéia.

Após a análise desses erros, é importante investigarmos a contribuição da mídia televisiva para o aumento desse preconceito, já que ela exerce uma grande influência na formação do pensamento dos indivíduos. Observamos que os equívocos são originados devido à proximidade que o espanhol tem com a língua portuguesa e, principalmente, ao desconhecimento do espanhol por parte dos brasileiros, sendo aumentado pela influência midiática.

Natassia e Giseli

Esse é o resumo do artigo que vamos apresentar na semana que vem na universidade. Porque o espanhol, apesar de ser parecido como português, não é igual. E não queremos que mais pessoas pensem igual a ele:

CQC encontro Cristina Kirchner e Lula 23 nov. 09

7 de agosto de 2009

Eles meteram poesia na bagunça do dia-a-dia

Há exatamente um mês, estava em Ribeirão Preto expondo um artigo, em forma de painel, elaborado em 2008 na área da Semiótica. O evento foi o congresso do Grupo de Estudos Linguisticos do Estado de São Paulo (GEL).
A autora com o seu painel no 57° GEL
O artigo é uma análise feita com a música "Alagados", escrita por Hebert Viana e Bi Ribeiro, da banda "Os Paralamas do Sucesso". A música tem como conteúdo uma crítica social. A análise contém duas teorias da semiótica e a própria análise de estrofes.
Resumo enviado para o evento - Rio de Janeiro: Uma antítese social
Fotos tiradas durante o evento aqui
Natassia