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6 de março de 2015

2015: ano novo e blog renovado!!!!

O ano começou teoricamente  há um pouco mais de dois meses. Mas todos sabem que o ano começa depois do carnaval. 
Passadas algumas semanas do carnaval, algumas coisas no seu lugar. Posso tentar voltar a colocar esse blog para funcionar.  Mesmo que ninguém leia, gosto de escrever aqui e deixar as minhas memórias e pensamento. Além do que estou estudando, trabalhando ou vivendo. 

Feliz Ano Novo! !!!
Feliz blog renovado! !!!

 Natassia

Ps1: essa foca é para lembrar de focar no blog #focanopapo
Ps2: esse post é um teste de como é postar pelo celular. Santa paciência! !!

3 de abril de 2014

Gabriel García Márquez....vale a pena ler

Por que tenho convicção de que García Márquez é imortal

Não tenho como escrever um necrológio de Gabriel García Márquez.
Por que tenho convicção de que García Márquez é imortal Ele é um escritor querido demais, fundamental demais, corajoso demais para que eu não admita outra ideia senão a de que ele é imortal.
Mas chegam notícias alarmantes de que ele, aos 87 anos, já há algum tempo fora do ar, acaba de ser internado com uma pneumonia num hospital da Cidade do México – onde vive. A minha geração – e a seguinte, a seguinte... – teve em Cem Anos de Solidão o seu Dom Quixote, o seu Brás Cubas, a sua Procura do Tempo Perdido.
O que quero dizer é: muita gente reencontrou ali o esquecido prazer de ler. Macondo, o lugarejo do coronel Aureliano Buendía, é a melhor síntese de nostra América: patriarcal, suarenta, ofuscada pela chuva tanto quanto pela hipocrisia, cordialmente violenta, suavemente preconceituosa, deliciosamente medonha. Macondo não é um sítio geográfico; é, entre nós, um estado de espírito.
O colombiano García Márquez – quisera eu ter o privilégio de chamá-lo de Gabo, como fazia o Glauber Rocha, como faz o Chico Buarque, ou o Eric Nepomuceno – ganhou o Nobel de Literatura em 1982. Ateu, é o autor de língua espanhola que mais vendeu livros (a Bíblia em espanhola não está incluída). Só com Cem Anos de Solidão ultrapassou as 50 milhões de cópias.
O peruano Vargas Llosa – era inevitável que eu viesse com ele – morreu de ciúmes e teve de esperar 18 anos para chegar aonde seu rival havia chegado: o Nobel. Mereceu. Vargas Llosa é um escritor de raros méritos e um desprezível ser humano. García Márquez nasceu latino-americano e continuou a ser latino-americano, com todo o orgulho.
Vargas Llosa tem vergonha de suas raízes e finge ser um daqueles almofadinhas da City de Londres que fazem seus ternos milionários na Savile Row. Depois ainda ficou se perguntando porque perdeu a eleição presidencial no Peru, em 1990, na qual tentava se espelhar no... Fernando Collor. Humilhação maior: o candidato da eugenia branca perdeu para Alberto Fujimori, filho de um imigrante japonês.
Que depois se revelou um pilantra, mas essa já é outra história – e não tem nada a ver com o glorioso Gabo.

Fonte: Blog Nirlando Beirão


19 de março de 2014

Las Fallas de Valencia

Historia de las Fallas




E
l origen de la fiesta de las Fallas se remonta a la antigua tradición de los carpinteros de la ciudad, que en vísperas de la fiesta de su patrón San José, quemaban frente a sus talleres, en las calles y plazas públicas, los trastos viejos e inservibles junto con los artilugios de madera que empleaban para elevar los candiles que les iluminaban mientras trabajaban en los meses de invierno. Por ese motivo el día de la cremà (momento en el que arden los monumentos falleros) siempre coincide con el día 19, Festividad de San José.
    En el siglo XVIII, las Fallas se reducían a piras de materiales combustibles que recibían el nombre de Fallas y quemaban al anochecer de la víspera de San José.
    Estas Fallas fueron evolucionando y cargándose de sentido crítico e irónico, mostrándose sobre todo en los monumentos falleros escenas que reproducían hechos sociales censurables y critica social siempre con sentido del humor.

    Sobre 1870 se persiguió duramente los festejos populares como el Carnaval y las Fallas. Esta presión provocó que en 1885 surgiera un movimiento en defensa de las tradiciones típicas, otorgando la revista "La Traca" premios a los mejores monumentos falleros. Este hecho provocó la competición entre los vecinos y dio lugar al nacimiento de la falla artística, donde no desaparecía la crítica, pero predominaba la preocupación estética.
    En 1901, el propio Ayuntamiento de Valencia, otorgó los primeros premios municipales a las mejores Fallas. Este fue el comienzo de la unión entre el pueblo y el poder político, evolucionando con pasos agigantados esta fiesta popular en número, estructura y organización.

LAS FALLAS HOY
    Valencia, ejemplo de modernidad, puerto del Mediterráneo y capital de grandes eventos, se transforma en marzo para convertirse en una ciudad entregada a su fiesta, a la música y a la pólvora.
    Las Fallas, las fiestas del fuego por excelencia, se mantienen desde hace siglos tan espectaculares, desmesuradas y barrocas como el propio valenciano. En los albores del invierno, la ciudad se tiñe del color de las flores y de la pólvora para recibir la primavera y a más de un millón de visitantes, que entre la música de las bandas y el estruendo de las mascletàs recorren los monumentos falleros, este año más de 700. Sin embargo, no hay que olvidar que durante esos días, también se puede disfrutar de las exposiciones del Institut Valencià d’Art Modern (IVAM) y del Museo de Bellas Artes San Pío V, visitar la Ciudad de las Artes y las Ciencias e incluso descubrir el alma marinera de la ciudad degustando una buena paella después de la mascletà.
    La Exposición del Ninot, la plantà, la Cabalgata del Reino, los castillos de fuegos artificiales, la Ofrenda de flores a la Virgen y la Nit del Foc, son algunas de algunas de las imprescindibles citas falleras.
    Lo más tradicional es recorrer las calles de la ciudad contemplando las fallas, mientras se disfruta de un exquisito chocolate con bunyols de carabassa.
    El día 15 de marzo empieza la plantà y el 16 a las ocho de la mañana ya está cada falla en su lugar, más de 700 monumentos algunos de 25 metros de altura.
    El arte y la sátira se conjugan en unos monumentos que durante la semana fallera, del 12 al 19 de marzo, se levantan en cada una de las calles y esquinas de la ciudad y en los que se critica y caricaturiza vida social y política. Como cada año la cridà, la invitación de las falleras mayores de Valencia, Marta Agustín y María Berbel, a participar en las Fallas, ha sido el pistoletazo de salida de las celebraciones falleras.
    Como presagio primaveral, las Fallas se viven en la calle por el buen tiempo que normalmente hace y porque la ciudad se convierte, toda ella, en peatonal. El sonido de la música festera y el olor a la pólvora y a las flores acompañan a otro aroma típicamente fallero para los valencianos: el de los buñuelos. Lo más tradicional es recorrer las calles de la ciudad contemplando las fallas, mientras se disfruta de un exquisito chocolate con bunyols de carabassa.

    D
esde el 1 de marzo en Valencia, todo el mundo tiene una cita a las dos en la plaza del Ayuntamiento para ver la mascletà, la sinfonía del ruido. Las mascletà es un espectáculo para los sentidos: se oyen los masclets, se ve el fuego y el humo y se huele la pólvora, pero sobre todo se siente la vibración que sube por las piernas y recorre todo el cuerpo.



Fuente: http://www.fallasvalencia.es/



27 de fevereiro de 2014

Morre aos 66 anos o violonista espanhol Paco de Lucía



O guitarrista espanhol Paco de Lucía morreu aos 66 anos no México, anunciaram nesta quarta-feira (26) as autoridades de Algeciras, sua cidade natal no sul da Espanha. Paco de Lucía, um dos mestres do violão flamenco, sofreu um infarto, segundo a assessoria de imprensa.

O local exato da morte não foi informado. Segundo a agência EFE, ele morreu na praia de Cancún. A morte constitui "uma perda irreparável para o mundo da cultura, para a Andaluzia", disse o prefeito da cidade de Algeciras, José Ignario Landaluce. A cidade de Algeciras decretou luto oficial pela morte.

 Renovação do flamenco 

Paco de Lucía, cujo nome de batismo era Francisco Sánchez Gómez, nasceu em 21 de dezembro de 1947 na cidade andaluza, na província de Cádiz. Tornou-se um músico mundialmente conhecido, que teve o mérito de, ao lado de Camarón de la Isla, modernizar e popularizar mundialmente a música flamenca tradicional, combinando-a com o jazz e outros gêneros, como a bossa-nova brasileira e a música erudita. Ele começou a tocar aos 7 anos, com o instrumento do pai. Ganhou seu apelido por conta de sua mãe portuguesa, sendo chamado, na infância, de "Paco, el de Lucía" (Paco, o filho de Lucía), como se costumava fazer na Andaluzia.

 Com 12 anos, formou o dueto "Los Chiquitos", com seu irmão Pepe como cantor. Em 1961, eles foram premiados em um concurso em Jerez, o que o permitiu gravar seu primeiro disco. Contratado pelo bailarino José Greco em 1960 como terceiro guitarrista da Companhia de Balé Clássico Espanhol, fez sua primeira turnê pelos EUA, ao lado de Camarón, El Lebrijano, El Farruco e Juan Moya. Foi promovido a segundo guitarrista e correu o mundo. Nesta época, conheceu os guitarristas Sabicas e Mario Escudero, que o estimularam a compor.
Aos 17 anos, participou de um grupo do "Festival Flamenco Gitano", com o qual viajou a Europa. Acompanhado por seus irmãos Ramón de Algeciras e Pepe de Lucía, gravou seus primeiros discos solo em meados dos anos 1960: "La Fabulosa Guitarra de Paco de Lucía" (1967) e "Fantasía Flamenca" (1969). Mas a consagração veio nos anos 1970, com memoráveis atuações no Palau de Barcelona (1970), no Tearo Real e no Teatro Monumental de Madri (1975), além de seu primeiro registro ao vivo ("Paco en vivo desde el Teatro Real"), que lhe rendeu um disco de ouro. Foi em Madri que surgiu a mítica dupla El Camarón-De Lucía, que renovou o flamenco com purismo e virtuosismo e que se traduziu em mais de dez discos de estúdio, como "El Duende Flamenco" (1972) e "Fuente y Caudal" (1973).
Ganhou o Prêmio Castillete de Oro del Festival de Las Minas em 1975; o single de ouro em 1976 por "Entre dos Águas"; e o disco de ouro em 1976 por "Fuente y Caudal". No final dos anos 1970, ganhou muita popularidade fora da Espanha por seus trabalhos com os guitarristas John McLaughlin, Al Di Meola e Larry Coryell. Fundou em 1981 seu "Sexteto", com Ramón de Algeciras (segundo violão), Pepe de Lucía (vocais e palmas), Jorge Pardo (saxofone e flauta), Rubén Dantas (percussão) e Carles Benavent (baixo). Colaborou no disco "Potro de Rabia y Miel" de Camarón, e a morte deste, em 1992, o fez cancelar suas apresentações por todo o mundo durante quase um ano. Inclusive pensou em se aposentar, retornando um ano depois aos palcos com uma nova turnê. Entre seus discos, estão "Fantasía Flamenca", "Recital de Guitarra", "El Duende Flamenco de Paco de Lucía", "Almoraima", "Solo Quiero Caminar", "Paco de Lucía en Moscú", "Zyryab", "Siroco' e 'Lucía" (1998)
Após um hiato de cinco anos, em 2004 gravou "Cositas Buenas", considerado pela crítica uma "obra prima", com oito temas inéditos, acompanhado pelo violão de Tomatito e pela voz recuperada de Camarón, e que lhe rendeu o Grammy Latino de melhor álbum de flamenco. Um ano antes, lançou sua primeira coletânea, "Paco de Lucía Por Descubrir", com seus trabalhos de 1964 a 1998.
Em 29 de junho de 2010, ofereceu um concerto para 2,5 mil espectadores na Puerta del Ángel de Madri. Em 2011, participou em um disco de flamenco tradicional do músico Miguel Poveda. Tornou-se Doutor Honoris Causa pela Universidade de Cádiz e pelo Berklee College of Music de Boston (EUA, 2010).
Discípulo de Niño Ricardo e de Sabicas, e respeitado por músicos de jazz, rock e blues por seu estilo próprio, alcançou, entre muitos outros reconhecimentos, um Grammy para o melhor álbum de flamenco em 2004; o Prêmio Nacional de Guitarra de Arte Flamenco; a Medalha de Ouro ao Mérito das Belas Artes em 1992; o Prêmio Pastora Pavón La Niña de los Peines de 2002; e o Prêmio Honorário da Música de 2002. O músico estava morando na cidade espanhola de Toledo e passava temporadas em Cancún, no México, onde praticava pesca submarina. De seu primeiro casamento, em 1977, com Casilda Varela, teve três filhos: Casilda, Lucía e Francisco.


Fonte: G1 Música 26.02.14

26 de fevereiro de 2014

Morre Ernesto Paulella, o 'Arnesto' do samba de Adoniran Barbosa

Ernesto Paulella, o "Arnesto", do samba de Adoniran Barbosa, morreu por volta do meio-dia desta quarta-feira (26), aos 99 anos. Ele faria cem anos em 15 de dezembro de 2014 e morava ainda no bairro do Brás.

Arnesto sofreu uma fratura de fêmur e foi internado na sexta-feira (21), passou por cirurgia e estava no hospital.  Ele era advogado aposentado, viúvo e estudioso de latim.

Ele garantia que nunca convidou o amigo para um samba e nunca lhe deu "um bolo", como diz a canção. "Isso é coisa da cabeça dele", assegurou, em entrevista ao G1 em 2010. Ele lembrava com carinho que Adoniran, semanas após serem apresentados, em 1935, pediu-lhe um cartão de visitas.
"Ele falou: 'Você é Arnesto, porque seu nome dá samba. Você aduvida?'", contava Ernesto, imitando a voz rouca do amigo.

 "Eu não aduvido mais",  respondeu. O compositor prometeu escrever, então, uma canção para o amigo.


Adoniran-Arnesto (Foto: Leticia Macedo/G1)Ernesto fala ao G1 em 2010 sobre música de Adoniran (Foto: Arquivo/Leticia Macedo/G1)

Aproximadamente 17 anos depois, Ernesto foi surpreendido com a música em sua homenagem sendo tocada na rádio. "Fiquei muito emocionado", conta.

Mais tarde, Ernesto tentou dar um puxão de orelhas no amigo. "Adoniran, você me meteu em uma encrenca. Todo mundo me pergunta por que eu convidei você para o samba", diz o advogado, que também era músico. Adoniran foi incisivo: "Arnesto, se não tinha mancada, não tinha samba". Quando questionado pelo amigo se havia gostado do samba, Ernesto declarou a ele: "Você me abriu ao meio. [Esse samba] foi a coisa mais bonita que me aconteceu".

24 de fevereiro de 2014

CARNAVAL, quem estipula o dia?

Papa Gregório XIII, no séc. 16, entrou
em vigor com o calendário gregoriano 
O Carnaval é um dos feriados mais esperados de todo brasileiro e até de muitos estrangeiros que escolhem essa data para vir ao Brasil. Mas você já se questionou o porquê dessa data não ser fixa e poder cair tanto no mês de fevereiro quanto em março? 
É que o Carnaval é estipulado dependendo do dia da Páscoa, também um feriado com "data móvel"! A Igreja Católica tolerou essa celebração de origem pagã nos primórdios do Cristianismo, e assim estipulou que a partir da "Quarta-feira de Cinzas", após o feriado de Carnaval, se inicia um processo preparatório de todos os cristãos para o dia mais importante da religião, o domingo de Páscoa, em que se comemora a ressurreição de Cristo.

Como é definida a data da Páscoa? 
O dia da Páscoa é comemorado sempre no primeiro domingo após a lua cheia que seguir o equinócio de primavera do hemisfério norte. Equinócio é o nome atribuído à posição do sol que marca o começo da estação primaveril, pois a Páscoa judaica sempre esteve associada à primavera e às fases da lua, e a versão cristã também resolveu seguir das mesmas associações.
Porém, durante a Idade Média, a Igreja Católica obteve muitas dificuldades para estabelecer os dias no calendário para a lua cheia e o equinócio de primavera. Essa situação só se regularizou, quando o papa Gregório XIII, no século 16, entrou em vigor com o calendário gregoriano, justamente é o que adotamos até os dias de hoje. A partir disso, a data da Páscoa ficou variando entre 22 de março e 25 de abril.

Como é definida a data do Carnaval?
Definido o domingo de Páscoa, basta contar 47 dias antes e sabemos o dia do Carnaval. Neste ano de 2014, a Páscoa será no dia 20 de abril, portanto, o Carnaval será no dia 04 de março.
Esses 47 dias foram definidos com a explicação de que depois do Carnaval (terça-feira), se inicia a "Quaresma", os 40 dias entre a "Quarta-feira de Cinzas" e o "Domingo de Ramos". E em seguida, vem a "Semana Santa", os 7 dias entre o "Domingo de Ramos" e o "Domingo de Páscoa".
Concluindo, os 47 dias são os 40 dias da "Quaresma" mais os 7 dias da "Semana Santa" e assim sabemos como é estipulada a data do Carnaval e sua relação com a Páscoa.

Como era o Carnaval de antigamente?




O Carnaval brasileiro, amado por outros e odiado por alguns, é uma das maiores manifestações artísticas do mundo. Mas você sabia que quando surgiu no Brasil, em meados do século 19, era uma festa em que negros e trabalhadores não se misturavam à elite?
"Os escravos e os pequenos comerciantes brincavam jogando água, farinha, ovos, uns nos outros e se agrupavam em volta de batucadas, dançavam o 'lundu'. Era o chamado Entrudo, legado português", conta o jornalista e pesquisador, Nelson Cadena, que prepara um livro sobre a história do Carnaval na Bahia.
Integrantes da alta sociedade baiana, por exemplo, também jogavam água nos outros só que perfumada, e em negros, mas não admitiam que fosse o contrário. "Um negro jogar água num branco dava cadeia e um tanto de chicotadas", diz.
A elite também celebrava a festa ao som de música clássica, que tinha seu ritmo acelerado. "Giuseppe Verdi chegou a ser convidado para criar um tema carnavalesco por encomenda do bloco Congresso das Sumidades Carnavalescas do Rio de Janeiro", conta Cadena. O compositor não aceitou o convite, mas suas óperas eram as preferidas dos foliões.
A comemoração tinha seu apogeu a noite. "Todo mundo correndo de um lado para o outro, modismo inspirado nos galopes dos bailes carnavalescos do Maestro Philippe Musard, em Paris", diz o jornalista e pesquisador.


Festa proibida
Incomodados com as festas que tomavam conta das ruas
, o Entrudo foi proibido por decreto, sobrevivendo "clandestinamente". Do outro lado, a elite começou a se mexer e a criar clubes que seguiam os modelos dos carnavais de Nice, na França, com carros enfeitados, dando origem aos carros alegóricos para ocupar as ruas e "minar" os eventos populares. "Em paralelo, as pessoas que não participavam desses grupos improvisavam fantasias e seguiam pela rua em grupos que se convencionou chamar de cordões ou batucadas", diz Nelson Cadena.
Com essa separação ainda mais latente, o povo e a elite contribuíram para a formação do Carnaval como conhecemos hoje, opina Cadena. "A elite criou seus espaços carnavalescos em clubes sociais e ia às ruas com carros alegóricos. O povo também criou seus espaços, desfilando em cordões e batucadas, exibindo suas insígnias baseadas nos símbolos dos Ranchos e Ternos de Reis que mais tarde inspirariam o modelo de desfile das escolas de samba", diz.
Os temas escolhidos para esses desfiles, mais tarde batizados de enredo, surgiram na década de 1920. "Era um desfile que representava uma história, no início inspirada nos mitos e épicos universais, dando lugar a temas nacionais com o passar dos anos", diz o jornalista e pesquisador.
Para Nelson Cadena, cada canto do Brasil construiu seu próprio modelo. "No Rio, se fortaleceram as Escolas de Samba, herdeiras dos Ranchos baianos. Em Pernambuco o frevo se impôs e repaginou elementos das culturas afro e lusitana; na Bahia se fortaleceu a miscigenação do afro e do frevo baiano, absorvendo influências da Jamaica e do Caribe, resultando no axé music", diz Cadena.

Fonte: Yahoo 24.02.14

20 de fevereiro de 2014

Día de los muertos en México

El Día de Muertos no es una celebración cristiana, es una mezcla entre lo prehispánico y lo católico.
Es una tradición que ha perdurado por muchos años y espero que siga mostrándose en nuestro México.
El día 1 de noviembre, llamado Día de Todos los Santos, es cuando llegan las ánimas de los niños.
El 2 de noviembre, el día de Muertos, es cuando llegan los adultos.
Existen lugares mágicos como Mixquic o Janitzio, en donde vemos como se adornan las tumbas con flores de Cempazuchitl, una exquisita flor con un aroma único.
dia de muertos NG
Se prepara un altar con ofrendas. En donde el color es un símbolo ideal, se hacen cadenas de papel morado y amarillo que significan la unión entre la vida y la muerte.
Adornan el altar con papel picado, dando un ambiente colorido y festivo.
Las flores simbolizan la bienvenida a las almas, blancas representando el cielo, amarillas la tierra y moradas por el luto.
Las velas juegan un papel importante, significan la luz que debe guíar a las ánimas en su camino.
En esa época se quema copal, donde el humo simboliza el el paso de la vida a la muerte.
altar dia de muertos2
Lo que contiene cada altar es único, algunos los colman de frutas, como las cañas, naranjas, mandarinas, tejocotes, jícamas, limas, etc.
La comida que se ofrece es la que en vida le gustaba al difunto. Podemos ver cazuelas de mole, tamales, mole verde, corundas, cochinita pibil, etc. etc.
pan de muerto y calaveras de azucar
El tradicional Pan de Muerto y las Calaveras de azucar son abundantes en esta época, encontramos mil y una formas de ellos en los mercados, tiendas de autoservicio, tianguis, panaderías, etc.
No puede faltar una botellita de tequila, mezcal, charanda, una cerveza Victoria, etc.
Más que el hecho de morir, importa más lo que sigue al morir. Ese otro mundo sobre el que hacemos representaciones, costumbres y tradiciones que se convierten en culturas, todas de igual importancia, pues ante el camino desconocido que la muerte nos señala, sólo es posible imaginarla con símbolos.
Esta cita es del sitio Celebración del día de muertos
altar de muertos

Fuente: Blog Vecindad Gráfica

*em tempo: Esta postagem era para ter sido postada no dia 01 de novembro de 2013, porém com os problemas apontados no post anterior, não foi possível.

Ele voltou!!!!



O bloq "pifou"durante um bom tempo, pelo menos no meu computador... mas agora tive tempo de formatá-lo.

Antes de tudo: FELIZ 2014!!!


Agora vamos aos acontecimentos recentes:

- terminei a pós e entreguei o TCC;
- estudei;
- trabalhei;
- entrei em férias;
- voltei a trabalhar....

Espero postar mais agora em 2014 e que este pc não "pife" mais!!!

Natassia

24 de outubro de 2013

Día de Muertos : calaveritas de popotes (canudos)

Hola, yo sigo con los preparativos de la ofrenda me entusiasma mucho hacer las cosas yo misma...ya hemos visto como hacer papel picado, unas canastitas de cartón forradas de papel china y ahora les traigo como hacer unas calaveritas hechas con popotes de plástico, es una decoración muy muy fácil, sencilla y se ven muy bonitas.

Catrina y Catrín

Ya esta muy cerca el día y me dispondré a ir a comprar las calaveras de azúcar, fruta, el pan de muerto y todo lo que haga falta para poner la ofrenda, pero sin más les dejo como hacer éstas calaveritas...

El material es:



+ popotes blancos
+ hilo blanco y aguja
+ tijeras
+ pegamento
+ cartulina blanca
+ plumones de colores
+ brillantina para decorar


Primero vamos a empezar cortando los popotes en trozos, ésto es a ojo de buen cubero ya que dependerá del tamaño que quieras la calavera, en mi caso no son muy grandes así que en total utilice 3 popotes y un pedacito de otro para realizar una calavera. 
La cantidad de trozos es la siguiente:

2 trozos para los hombros y la cadera, el primero un poco más grande que el segundo.
4 trozos largos para las piernas.
4 trozos para los brazos, son un poco más pequeños que los de las piernas.
4 trozos pequeños para las rodillas y los codos.
2 trozos chicos para las manos.
2 trozos para los pies, un poco mas grandes que las manos
10 trozos pequeños para la columna.
1 trozo pequeño para el cuello

Comenzaremos haciendo primero la parte inferior del cuerpo iniciando con el pie atravesando uno de los trozos que usaremos para los pies, pasamos la aguja por dentro del popote para hacer la pierna, luego atravesamos un trozo que sera la rodilla y así sucesivamente hasta terminar al final del otro pie, la parte superior del cuerpo se hace igual solo que el tamaño sera mas chico...


Al tener las dos partes del cuerpo las vamos a unir comenzando por la parte de en medio de la cadera y pasamos la aguja hacia arriba, luego vamos introduciendo los 10 trozos pequeños para hacer la columna, luego de igual manera por la mitad de los hombros y colocamos el cuello como se ve en la foto... 


Ya que tenemos el cuerpo, hacemos la cara de la calavera y la decoramos como queramos, hacemos dos caras ya que el hilo ira entre las dos y las unimos con pegamento


Para decorar yo utilice plumón azul cielo y brillantina con pegamento que ya viene dentro de un tubo y solo aplicas 

Y puedes hacer tantas quieras por ahora yo hice dos, la Catrina y el Catrín...


Como lo ven son muy fáciles de hacer y quedan muy bonitas! , luego se las mostrare como quedo nuestra ofrenda y otras cositas más...

(Me pareció una buena idea, por esto se los compartí....)

Fuente: Blog Manitas de gato

As sete regras da vida


9 de outubro de 2013

Passatempo - unhas

Quando não estou trabalhando, nem estudando, nem no face, nem dançando forró, tenho um passatempo semanal que adoro. Fazer unhas!! (as minhas).

Nunca fui uma pessoa muito pacienciosa, e fazer unha é algo que demanda paciência, pois tem que fazer um certo "ritual". 

Fiquei anos sem fazer unhas e elas nunca paravam grandes, pois também sou bem ansiosa, então, elas eram as primeiras "vítimas".

Mas quando fiz fono, para melhorar a minha dicção e imposição de voz, a profissional me disse que não deveria roer unha porque força o maxilar e tals.

Então, voltei a fazer unhas para melhorar este meu pequeno probleminha, mas, na maioria das vezes, faço uma nail art diferente e simples. Por isso que estou postando, para que vejam os "meus trabalhos" :)


Esmaltes craquelados:

1. Primeiro craquelado que fiz: Fundo rosa e craquelado branco.
2. Craquelado vermelho e fundo amarelo.
3. Francesinha craquelado.
4. Vintage com bolinhas craqueladas.


Efeito esponjado e adesivos:

5. Bicolor azul.
6. Era pra ser rosa e fundo azul, mas acabou ficando roxo. :O
7. Francesinha esponjada com adesivo.
8. Adesivo delicado.


Formas (com fita adesiva ou pincel):

9. Francesinha invertida prata e preto.
10. Meia lua carmim e renda. (clássica meia lua)
11. Espanhola preto e branco.

Vintage e glitter:

12. Vintage rosa e branco. (clássica)
13. (tentativa de ) Vintage colorida com esmalte metálico.
14. Verde e glitter. (esmalte olográfico)
15. Glitter grande verde com fundo preto.


Espero que tenham gostado, talvez, mais pra frente, eu volte com mais cores e desenhos novos.

Natassia

Ps: para ver maiores as fotos, é só clicar na própria foto.

4 de outubro de 2013

Cantar em outro idioma ajuda aprendizado, mostra estudo



Cantar em outro idioma ajuda em seu aprendizado, segundo um estudo coordenado pela psicolinguista portuguesa Fernanda Ferrera e divulgado nesta terça-feira (6) pela Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos.
Em um projeto recente, Fernanda ajudou a estudante de doutorado Karen Ludke a verificar a crença de que cantar em um idioma estrangeiro auxilia a que a pessoa aprendê-lo.
O estudo oferece as primeiras provas experimentais de que cantar pode facilitar a aprendizagem de frases associadas de curta duração em um idioma desconhecido para a pessoa, no caso o húngaro. 
"Esta é uma conclusão importante", constatou Fernanda. "Aprender uma língua pode ser difícil e, no entanto, com a crescente internacionalização e globalização é cada vez mais importante que as pessoas possam se comunicar em mais de um idioma", acrescentou.
"Tudo o que possamos encontrar que facilite a aprendizagem de um idioma pode ser muito útil", completou.
Os 66 participantes do experimento, todos eles adultos, foram submetidos, ao acaso, a três condições de aprendizagem que consistem em escutar e repetir: falar, falar com ritmo e cantar.
Os que cantaram tiveram um desempenho geral superior após um período de aprendizagem de 15 minutos se comparados com os participantes que falaram com e sem ritmo.
As diferenças no desempenho não consideraram fatores como idade, gênero, estado de ânimo, capacidade de memória fonológica e talento e conhecimentos musicais. Os resultados indicam que o método de "escutar e cantar" pode facilitar a memória verbal para frases em um idioma estrangeiro. 
O idioma húngaro foi escolhido por ser uma linguagem desconhecida para os participantes, além de ser diferente de línguas mais conhecidas como espanhol, francês, alemão e holandês.
"Como psicóloga experimental, eu vi os resultados com um pouco de ceticismo", comentou Fernanda.
"Nossa comprovação de que o canto resulta em um desempenho superior na aprendizagem de um idioma, ainda mais se comparada com a fala rítmica, claramente ratifica os benefícios únicos de cantar", afirmou a pesquisadora.

Fonte: UOL Ciência 03.08.13

3 de outubro de 2013

Cientista divulga gravação de idioma que deu origem a línguas europeias


Mapa ilustra a hipótese Kurgan, a explicação mais aceita sobre como a cultura e a língua se espalharam pela Europa e pela Ásia

Cientistas dizem ter conseguido, pela primeira vez, criar um registro fonético de um antigo idioma falado por nosso ancestrais há 4.000 anos.
Acredita-se que o idioma, conhecido como PIE (língua protoindo-europeia), era falado entre 4.500 e 2.500 a.C na Europa e na Ásia, e deu origem a línguas atuais como o português.
Em 1868, o linguista alemão August Schleicher reconstruiu um vocabulário da PIE e escreveu uma fábula no idioma, chamada A ovelha e os cavalos.
Em uma gravação, o linguista Andrew Byrd, da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, lê a fábula em uma simulação da língua.
Aproximação educada
A língua protoindo-europeia teria sido um ancestral comum das línguas indo-europeias.
Uma descrição desta protolíngua, feita a partir da observação sobre as semelhanças e diferenças sistemáticas entre as línguas indo-europeias, é tida como uma das grandes realizações dos linguistas a partir do início do século 19.
Apesar de não haver registro concreto da PIE, Byrd recriou a fala baseada no som de palavras antigas de idiomas indo-europeus como latim, grego e sânscrito,
Não há maneira de criar uma versão definitiva da língua, e Byrd disse à BBC Brasil que sua pronúncia é uma aproximação baseada em uma "visão particular de como os sons seriam pronunciados."
A fábula foi primeiramente escrita em alemão, para depois ser traduzida para PIE como uma forma de experimentar o vocabulário.
"As línguas diferem em como elas combinam os sons, e elas usam essas combinações para criar novas palavras", contou Byrd.
A gravação foi publicada na versão online da revista Archaeology, como parte de um estudo baseado em descobertas arqueológicas ligadas a tradições da cultura indo-europeia.
Apesar do interesse gerado por sua gravação, Byrd diz que não tem intenção de fazer outras, principalmente porque ele teria que criar novas histórias que ainda não foram escritas.
A mesma fábula é usada por outros linguistas e é atualizada à medida que mais descobertas são feitas sobre a língua.
Controvérsias
As línguas indo-europeias descendem de um idioma comum que deu origem tanto às línguas europeias quanto às asiáticas. Algumas das muitas línguas modernas que provêm da família indo-europeia incluem inglês, sueco e persa.
"Há 6.500 anos, farsi [persa] e inglês eram a mesma língua. Isso é muito legal, e te dá um sensação de união", disse Byrd ao site de notícias Huffington Post.
Devido à falta de informação disponível, a PIE é um tema bastante discutido entre pesquisadores.
Byrd acredita que a PIE provavelmente foi falada nas estepes da Eurásia há cerca de 6.500 anos, mas outros pesquisadores defendem a teoria de que ela teria sido falada na Turquia milhares de anos antes.
Provavelmente nunca saberemos o verdadeiro som da PIE, e Byrd brincou dizendo que a única maneira de criar uma gravação definitiva seria com a criação de uma máquina do tempo.

às moscas

Perdoem-me pela falta de postagens.

Motivo:

(sem) tempo....
sem inspiração.....
sem vontade.....

:(



Pois hoje me inspirei e irei postar coisas que valem pelo mês anterior também :)