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23 de janeiro de 2010

Los abrazos rotos



Hay abrazos de esos que nunca se llegan a dar...Y hay otros, que se hacen esperar tanto, que ya a la otra persona se le quitan las ganas, y después de tener tantas esperanzas puestas en ese momento, quizá cuando das ese abrazo, no es lo mismo...

(...) Eso es lo que pasa en la vida, y eso es lo que pasa en el cine, Los abrazos rotos de Pedro Almodóvar, son ese tipo de abrazos que esperas durante mucho tiempo, y de tanto esperar cuando te lo dan, te das cuenta de que te has quedado sin ganas de abrazo.

Por lo menos, eso ha sido lo que (...) ha pasado, (...) , me apetecía ver algo diferente, distinto, evolucionado, mejor, un abrazo profundo, después de un triunfo de película como fue Volver. Pero me he quedado como si casi no hubiera habido ni el roce necesario para que el encuentro se produjera. Sí, ha sido un abrazo, y no ha estado mal, pero no será de los que recordarás para siempre.

En Los abrazos rotos Almodóvar vuelve a homenajear al cine desde el cine. Hay menciones explícitas a Ascensor en el cadalso u 8 y medio, y la película se nutre de influencias como las de Antonioni (Blow up) o Rossellini, aparecen las imágenes de Te querré siempre.

Además, Almodóvar, al final del film hace como un homenaje a su propia película, Chicas y Maletas, que tiene un estilo claramente definido como las primeras pelis de Almodóvar, en una escena muy divertida entre Carmen Machi y Penélope [Cruz], en la que las dos están soberbias. Y quizá todos salimos del cine con la sensación de preferir a un Almodóvar de comedia castiza y disparatada, que al director de culto en el que se ha convertido. Al menos (...) no entiendo porque alguien a quién se le da tan bien hacer comedia, opta por estos semi dramas, con puntitos de comedia, que no son ni una cosa ni la otra.

Otra cosa que hay que destacar de esta peli[cula] es la fotografía, totalmente Almodovariana, con sus colores llamativos y sus planos muy publicitarios, y para mi gusto, esta vez, demasiado rebuscados, que nos apartan del hilo argumental. La música como siempre, en las pelis de Almodóvar es todo un acierto. El director manchego se rodea de los mejores y eso se nota. El músico Alberto Iglesias crea una partitura que acompaña magistralmente a la historia, aprovechando para sobresalir y subrayar con gran belleza determinados momentos.


(...)

Destacando la actuación de casi todas las actrices. Si algo se le puede decir positivo a Almodóvar, es que sabe dirigir a sus actrices. Lola Dueñas, simplemente genial, de Carmen Machi, simplemente tremenda y de Chus Lampreabe, brutal, como siempre y como es ella. Blanca Portillo, no me ha llegado a enganchar, pero la culpa no es de ella sino de una puesta en escena en contra de su personaje.

(...)

Crítica hecha por Maria Martinez Diaz De Rada, se puede leerla en su totalidad en el sitio Cinematical

El sitio oficial de la película Los abrazos rotos.



Trailer oficial


Natassia

22 de janeiro de 2010

Estados brasileiros - origem

Já se perguntou porque São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande (do Norte/ do Sul), Goiás, etc.?
Agora a curiosidade será sanada. Aqui está a origem dos nomes dos estados brasileiros:



Acre: Vem de áquiri, touca de penas usada pelos índios munducurus.

Alagoas: O nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.

Amazonas: Nome de mulheres guerreiras que teriam sido vistas pelo espanhol Orellana ao desbravar o rio. Para Lokotsch, vem de amasuru, que significa águias retumbantes.

Bahia: O nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada

Ceará: Vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.

Espírito Santo: Denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo.

Goiás: Do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.

Maranhão: Do tupi, mba’ra, mar, e nã, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome dado ao rio Amazonas.

Mato Grosso: O nome designa uma região com margens cobertas de espessas florestas, segundo antigos documentos.

Minas Gerais: O nome deve-se às muitas minas de ouro espalhadas por quase todo o estado.

Pará: Do tupi, pa’ra, que significa mar, designação do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins.

Paraíba: Do tupi, pa’ra, rio, e a’iba, ruim, impraticável.

Paraná: Do guarani pa’ra, mar, e nã, semelhante, rio grande, semelhante ao mar.

Pernambuco: Do tupi, para’nã, rio caudaloso, e pu’ka, gerúndio de pug., rebentar, estourar. Relativo ao furo ou entrada formado pela junção dos rios Beberibe e Capibaribe.

Piauí: Do tupi, pi’au, piau, nome genérico de vários peixes nordestinos. Piauí é o rio dos piaus.

Rio de Janeiro: O nome deve-se a um equívoco: Martim Afonso de Souza descobriu a enseada a 1º de janeiro de 1532 e a confundiu com um grande rio.

Rio Grande do Norte: Derivado do rio Potengi, em oposição a algum rio pequeno, próximo, ou ao estado do Sul.

Rio Grande do Sul: Primeiramente conhecido como Rio Grande de São Pedro. A Barra do Rio Grande de São Pedro, foi um ponto geográfico estratégico para a fixação do domínio lusitano no sul do país. Local ideal para que lá se instalasse um reduto militar com acesso marítimo ao interior pelo canal Rio Grande que liga a lagoa dos Patos ao oceano.

Rondônia: O nome do estado é uma homenagem ao marechal Rondon.

Santa Catarina: Nome dado por Francisco Dias Velho a uma igreja construída no local sob a invocação daquela santa.

São Paulo: Denominação da igreja construída ali, pelos jesuítas, em 1554 e inaugurada a 25 de janeiro, dia da conversão do santo.

Sergipe: Do tupi, si’ri ü pe, no rio dos siris, primitivo nome do rio junto à barra da capitania.

Tocantins: Nome de tribo indígena que habitou as margens do rio. É palavra tupi que significa bico de tucano.

Texto retirado do site Significados dos nomes

Natassia

18 de janeiro de 2010

Camões, poeta da globalização


No último canto de “Os Lusíadas”, o décimo, o grande épico da língua portuguesa escrito por Camões, Vasco da Gama, o almirante herói, é recebido pela deusa Tétis na Ilha dos Amores. Lá, naquele espaço encantado, ela lhe descortinou a Máquina do Mundo, a visão do Cosmo e dos continentes da terra recém-descoberta pelos feitos dos lusos, cena que coloca o poeta português como quem por primeiro, no campo das letras européias, percebeu os efeitos irreversíveis da globalização que então dava os seus primeiros passos.

A festa na ilha dos amores

"...abrindo aqueles mares / Que geração alguma não abriu / As novas ilhas vendo e os novos mares..."      Camões, Os Lusíadas, Canto V, 4, 1572


Vinham os lusos em viagem de volta à boa terra, singrando pelo Oceano Índico, tendo no leme Vasco da Gama , quando as quilhas dos seus barcos deram de frente com a Ilha dos Amores. O tal acidente era uma fantasia criada por Camões no “Os Lusíadas”, espécie de paradoiro encantado encravado no azul dos trópicos. Nas praias, esperando-os estava ninguém mais do que Tétis, a deusa do mar, pronta a servir-lhes como amável hospedeira .

Um magnífico banquete logo lhes foi preparado. Cada nauta tinha ao seu lado uma bela ninfa, enquanto pela mesa espalhavam-se travessas e pratos de puro ouro ofertando-lhes as mais exóticas especiarias, vindas de cantos diversos daquele oceano. Nas taças, vinhos espumantes que deixavam longe, em paladar e aroma, os da Itália, tão apreciados naquela época em Portugal de D. Manoel o venturoso. Finda a festança, fartos de ambrosia e sexo, Tétis, assumindo-se como vidente, pôs-se a cantar os feitos magníficos que ainda aguardavam os portugueses nos anos vindouros: as façanhas de Duarte Pacheco , do próprio filho do Gama, resultantes do grande feito que se iniciara com a viagem do almirante luso.

O Gama é apresentado à máquina do mundo


Em seguida, cessada a flauta, sumido o verso, calada a voz , a deusa Tétis, deixando os demais convivas, levou Vasco da Gama pela mão para o interior da ilha, escalando com ele um monte bem elevado. Do alto dele, num chão apinhado de fulgurantes pedras preciosas, esmeraldas e rubis, Tétis, erguendo os olhos para o alto, indicou-lhe um fantástico globo. A deusa disse a ele que só estava ali para apresentar-lhe ao maravilhoso engenho em “ deleitosos versos”, porque o mundo pagão que ela representava já tinha saído de cena perante a força do Cristianismo. A gente do Olimpo agora só servia como cicerone ou emprestando-se, graças às famas passadas, à fantasia inspiradora de poetas como Camões. Não mais se intrometiam na vida dos mortais como, em épocas remotas, Atena fizera com Ulisses.

Bem acima deles, dela e do Gama, uma imensa esfera pairava no ar, flutuando no éter como diziam os antigos, como se estivesse presa no nada. A visão daquilo tudo era fantástica. Era a obra divina na sua totalidade que aparecia como se fosse uma maqueta do projeto do Criador. Nela, bem à vista do Gama, de maneira que hoje chamaríamos de imagem virtual, o Cosmo e a Terra, em colossal abraço geométrico se entrelaçavam formando a Máquina do Universo.

A geografia da conquista


"Em pequeno volume" disse-lhe a deusa "aqui te dou do mundo aos olhos teus, para que vejas por onde vás e irás e o que desejas". (Canto X,79). Em cima de tudo, dominando o firmamento, via-se o céu de Saturno, sob as ordens de quem giram, em orbes diferentes, os planetas e as constelações, enquanto que embaixo de tudo, no centro do sistema, via-se a pousada dos homens: a Terra (o cosmo de Camões ainda era o mesmo de Ptolomeu, não o de Copérnico). Local de sofrimento, de dano, de insanos, onde vários reis dividiam as nações entre si, no qual se destaca a Europa cristã, "mais alta e clara", a que avança sobre as demais em virtude da lei e da força:

"Vês aqui a grande máquina do Mundo,
Etérea elemental, que fabricada
Assim foi do Saber, alto e profundo,
Quem é sem princípio e mete limitada.
Quem cerca em derredor este rotundo
Globo e superfície tão limada,
É Deus: mas o que é Deus, ninguém o entende,
Que a tanto o engenho humano não se estende"
(Canto X, 80)

É então que a deusa, abrindo os braços para enfatizar a amplidão de tudo aquilo, a magnitude do reino augusto, aponta ao Gama as mais diversas regiões do mundo. Povoam-na “gente sem lei”, a bruta multidão, “bando espesso e negro de estorninhos”, do império do Benomotapa (o Zimbabwe de hoje) ao Taprobana (o atual Sri-Lanka). Todos eles estão a espera da chegada da cruz, desenhada na vela principal da nau dos argonautas lusitanos. Mostra-lhe então o Mar Vermelho, o Monte Sinai, a secura dura e arenosa da Arábia, o Rio Tigre o Eufrates, o planalto dos cavaleiros da Pérsia, o estreito de Ormuz, o Sind, a terra dos Brâmanes onde São Tomé tentara a conversão dos gentios, o Rio Ganges e o Indo, a terra da Birmânia, o império do Sião, a Ilha de Sumatra, a ponta estreita de Singapura, o Camboja e o rio Mecong (no qual Camões naufragou mas salvou os versos). Em seguida, margeando com os olhos a costa da Cochinchina (o Vietnã de hoje), mostrou-lhe a China e mais longe ainda o Japão, regiões de onde vinha a maravilhosa seda e o ouro fino. De tudo aquilo desprendiam-se o aroma do cravo, da noz moscada, do licor perfumado do benjoim, do coco do mar, do incenso da mirra e do precioso âmbar, de onde se extraem fragrâncias mil.

Texto estraído do site Educar Terra

Natassia

15 de janeiro de 2010

Espanhol nas escolas

País não está apto a oferecer espanhol na rede pública.


A inclusão do espanhol no currículo dos estudantes do ensino médio, obrigatória a partir deste ano, não estará implementada até o início das aulas na maior parte dos Estados brasileiros. As dificuldades para a oferta do idioma na rede pública estão na falta de planejamento, de professores e de material didático, além de divergências na interpretação da lei.

De acordo com a Lei 11.161, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em agosto de 2005, as escolas são obrigadas a oferecer espanhol no ensino médio, no horário regular de aula. A matrícula do estudante será facultativa, ele escolhe se quer ou não fazer. A lei deu cinco anos para que a medida entrasse em vigor - prazo que acaba em agosto.

De 25 Estados procurados pela reportagem, apenas 8 disseram estar com a infraestrutura pronta para oferecer espanhol: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.

No entanto, apenas o Rio terá aulas para todo o ensino médio. Os outros terão só em um dos anos, numa proposta semelhante à de São Paulo, que começará com as aulas em agosto. Todos os outros Estados, incluindo as regiões Norte e Nordeste, afirmaram que ainda estão se organizando e, para isso, esbarram na falta de professores.

Há no país 12,7 mil professores do idioma, segundo dados do Inep, do Ministério da Educação, para cerca de 8 milhões de alunos que cursam o ensino médio. A presidente do Conselho Nacional dos Secretários da Educação, Yvelise de Souza Arco-Verde, do Paraná, afirma que o ensino de idiomas é um problema histórico e que, neste caso, as redes deixaram para a última hora. "Há dificuldade para formar professor, para ter material didático. É todo um ensino que precisa ser debatido."

próprio Conselho Nacional de Educação não deliberou sobre o tema. "A lei não normatiza sobre a oferta para cada um dos anos do ensino médio. Os conselhos estaduais devem decidir sobre isso", diz Cesar Callegari, da Câmara de Educação Básica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Notícia de 15/01/10 - disponível no site UOL Educação

Natassia

7 de janeiro de 2010

Don Quijote na Sapucaí


Mal começou o ano e, como sempre, já estão aparecendo vinhetas de escolas de samba na televisão, faltando mais de um mês para o Carnaval.

Uma delas me chamou a atenção. Escutei "Dulcinea, meu amor...escudeiro é Sancho Panza" e pensei: conheço esses nomes. É isso mesmo, el "Caballero de la triste figura" é enredo de escola de samba neste Carnaval.

Nunca me interessei por enredos de escolas de samba, nem quem vai ganhar e tal, mas segue a letra do enredo. A escola de semba é "União da Ilha", desconhecida para mim até então.

Dom Quixote de La Mancha, o Cavaleiro Dos Sonhos Impossíveis

Nessa folia sou fidalgo, sou leitor
Cavaleiro sonhador
Meu mundo é de magia
Vou cavalgar no rocinante
Meu escudeiro é Sancho Pança
Se Dulcinéia é meu amor
Quem eu sou?
Dom Quixote de la Mancha

O gigante moinho me viu deu no pé
O povo grita...olé
Nesse feitiço tem castanhola
A bateria hoje deita e rola

Vesti a fantasia, fui à luta
Venci manadas, rebanhos
Fiz de uma bacia meu elmo de glórias
Meus livros se perderam pela história
Enfim, fui vencido pelo Branca Lua
Voltei pra casa esquecendo as aventuras
O tempo ficou com meus ideais
Quimeras são imortais

A Ilha vem cantar
Mais um sonho impossível... sonhar
Quem é que não tem uma louca ilusão
E um Quixote no seu coração

Para assistir o vídeo com a canção, clique aqui.

Provavelmente não assistirei ao desfile, mas caso assista, voltarei aqui para comentar. Mas pela letra, eles conseguiram transmitir o "grosso" desta história 'increíble'.

Natassia

3 de janeiro de 2010

Simba & Eu

Aproveitei as férias para alugar uns filmes que fazia tempo que queria vê-los, mas nunca tinha tempo para fazê-lo durante o semestre. Um desses filmes é “Marley & Eu”.

Ao alugar, fui pelas recomendações que havia recebido desde quando o livro foi lançado e, posteriormente, o filme. É inegável a existência de certo estigma com “best-sellers”, mas há livros que vai além disso e consegue surpreender-nos.

No começo não dei muito crédito – “é só um filme de comédia sobre o que um cachorro ‘infernal’ faz na vida de um casal” – pensava, mas ao longo do filme fui revendo meus conceitos.

Fazia tempo que não me identificava, de verdade, com um filme. Claro que junto com este, aluguei uns muito bons, profundos. Mas esse mexeu comigo, por um motivo em especial: possuo um cachorro que completou 14 anos em novembro passado e é indiscutível o seu ‘parentesco’ na família.

Ele chegou filhote, como o Marley, eu tinha sete anos. No começo foi um pouco difícil a sua adaptação em casa, mas não demorou muito para se adaptar conosco. Ao contrário do Marley, o Simba sempre foi muito bonzinho e não mastiga nada, não é porque ele está praticamente sem dentes, é que ele nunca mastigou mesmo. Ele quase não late e não nos dá trabalho.

Em 1997

12 anos depois, em 2009

Das várias características, as que mais se assemelham o Marley do Simba são duas. A primeira é que é próprio da raça do Simba (Pastor de Shatland) correr muito, quando ele era jovem, corria muito e rápido. Hoje, ele anda duas quadras já não agüenta mais, se cansa muito rápido. A outra, na minha opinião, é a mais incrível, ele sabe a hora que chegamos em casa. Sempre nos espera na porta abanando o rabo de felicidade.

As controvérsias da célebre frase “o cão é o melhor amigo do homem” são inquestionáveis. Uns dizem que ele não é amigo, é companheiro. Duvido. O cão é sim um amigo, e dos verdadeiros. Ele não nos chega oferecendo sua lealdade e ‘amizade’ pelo que temos em material, mas sim pelo que temos a oferecer em troca: carinho e gratidão por sua fidelidade.

Um cão é diferente de um peixe e um rato, por exemplo, nada contra quem os tem, pelos motivos dos quais um cachorro vive mais tempo, com isso nos apegamos mais ao animal. E é nítida no olhar de um cãozinho a afeição que ele possui pelo seu dono e para quem o trata com respeito.

Sei que um dia a hora do Simba chegará, como é certo que a de todos nós também, que após esse dia, não irei mais ouvir seus poucos latidos, não terei ninguém me esperando na porta quando chegar em casa, toda vez que comerei, não o olharei mais me olhando com aqueles olhinhos pedindo um teco, nem toda a vez que quiser refletir, terei o calor de seus pelinhos perto de mim e sua cabeça apoiada na minha perna. Às vezes olho para ele, não sinto preparada, mas pesando bem, cada dia estou mais preparada para isso, pois ele já tem 14 anos e nenhum ser vivo vive para sempre, infelizmente. E quando ela chegar, vou lembrá-lo com maior carinho, como de irmão, pois esse animalzinho fez e faz parte da minha vida, cresci junto com ele, e isso jamais será esquecido.

Para quem não assistiu ou leu “Marley & eu”, recomendo que leiam ou assistam para os que gostam e os que não gostam de cachorro, pois é uma lição de vida.



Natassia

1 de janeiro de 2010

CHE


Che es una película biográfica de 2008, dirigida por Steven Soderbergh y protagonizada por Benicio del Toro en el papel principal. Trata sobre el revolucionario argentino Ernesto "Che" Guevara. Basada en dos escritos del Che: Pasajes de la Guerra Revolucionaria y Diario del Che en Bolivia.

La película está dividida en dos partes: Che, El Argentino (The Argentine) La primera parte se centra en la Revolución cubana, desde el momento en que Fidel Castro, Guevara y otros combatientes desembarcan en la isla caribeña, hasta que derrocan a la dictadura de Fulgencio Batista, dos años después.

Che: Guerrilla (Guerrilla). La segunda parte se enfoca en el intento del Che de crear una revolución en Bolivia y en el fracaso de su empresa.


Argumento

El argentino

26 de noviembre de 1956: liderados por Fidel Castro, un grupo de más de 80 rebeldes parte hacia Cuba. Entre estos jóvenes rebeldes está el médico, soldado y marxista argentino Ernesto "Che" Guevara. Alimentado sólo por la determinación, el grupo se involucra en una rápida y sangrienta batalla para liberar al pueblo cubano de la corrupta dictadura de Fulgencio Batista. La victoria llega el 1ro de enero de 1959. En el filme también se puede apreciar como Guevara representa a Cuba ante las Naciones Unidas en 1964.

Guerrilla

El filme se enfoca en los intentos del Che de comenzar una revolución en Bolivia. A la altura de su fama y poder, desaparece del ambiente público y se introduce de incógnito en Bolivia, seguido de otros militares cubanos. Ya allí, comienza a reclutar a bolivianos para formar una guerrilla en las selvas del sureste del país. La misión está matizada por traiciones y falta de apoyo, que llevan el movimiento hacia el fracaso, y a él, a su muerte.

(Fuente: Wikipedia - La enciclopedia libre)

Apreciación


El argentino

Para comprender la Revolución Cubana: sus causas, sus revolucionarios y lo que se sucedió. Es una película muy detallista en este aspecto, pues muestra la Revolución desde la reunión en la casa de Fidel, Che es presentado a Fidel por Raúl, hasta la ida a La Habana, con la Revolución practicamente hecha.
Muestra un Che idealista, politizado, popular y polémico. Pues allí, Che era el "representante de Cuba" - El Comandante, principalmente en varios fragmentos que se pasan en ONU y en la propia revolución.

Guerrilla

Che ya había desaparecido de Cuba y estaba luchando en una guerrilla en Bolivia, la película muestra sus últimos meses como guerrillero, luchador, médico y comandante. Pero nunca dejando de buscar a sus ideales de igualitad, de una sociedad latinoamericana con mejores condiciones de vida.
Es una película más 'triste', pues no muestra a Che como el vencedor, sino como un "Quijote" - el que tiene buenas intenciones, pero éstas no se pasan de la manera que él quisiera que sucediera.


Pero las dos películas son muy bien hechas. Steven Soderbergh quiso dar realidad a las historias, por esto el audio es practicamente todo en español, con excepción a las escenas de ONU y en las que hay estadonidenses en ellas. Benicio del Toro fue muy bien como CHE, tanto en la caracterización, como en el acento y su postura en las escenas, muy parecido con el verdadero Ernesto. Las dos películas merecen la pena verlas, y no una vez sola.

Los trailers de las películas

El Argentino


La Guerrilla


Natassia

31 de dezembro de 2009

Para comenzar con un año nuevo feliz



Haz que todas tus mañanas sean brillantes, llénate de optimismo, piensa que todo te saldrá bien y no precipites los acontecimientos.

No te apresures a tomar decisiones, date tiempo para pensar.

No dejes que otro piense por ti, porque tú tienes tu propia personalidad.

Sé tú mismo, no dejes de serlo para complacer a otros.

No busques amistades cuyos hábitos sean diferentes a los tuyos, pero si tienes buenos amigos, disfruta de su compañía y de su amistad.

Comparte con tu familia, saca tiempo para compartir con ellos.

Nunca trates de imponer tus propios criterios. Cada persona tiene derecho a opinar y tu deber es oírla. Si así lo haces tu palabra cobrará más fuerza.

Sé paciente con los demás, así demostrarás tu alto grado de madurez.

Haz buen uso de tu dinero para que tu mayordomía sea una responsable.

No desperdicies tu tiempo, pues el tiempo bien usado es un reflejo de tu carácter.

No comas con glotonería, sino para alimentarte. No lo hagas por llenar el vientre, sino por una necesidad.

Saca tiempo para meditar y aprende a contemplar toda la hermosura que Dios creó a través de la Naturaleza.

Respétate a ti mismo y verás que los demás te respetarán.

Esfuérzate cada día por ser un buen ciudadano útil en la sociedad.

Si practicas estas reglas, seguramente serás en el Nuevo Año un ser humano feliz porque con tu comportamiento estás aportando para una mejor convivencia y podrás ser de inspiración para otros.

Autor desconocido



Feliz 2010

Natassia

29 de dezembro de 2009

Lento pero viene



lento pero viene
el futuro se acerca
despacio
pero viene

hoy está más allá
de las nubes que elige
y más allá del trueno
y de la tierra firme

demorándose viene
cual flor desconfiada
que vigila al sol
sin preguntarle nada

iluminando viene
las últimas ventanas

lento pero viene
las últimas ventanas

lento pero viene
el futuro se acerca
despacio
pero viene

ya se va acercando
nunca tiene prisa
viene con proyectos
y bolsas de semillas
con angeles maltrechos
y fieles golondrinas

despacio pero viene
sin hacer mucho ruido
cuidando sobre todo
los sueños prohibidos

los recuerdos yacentes
y los recién nacidos

lento pero viene
el futuro se acerca
despacio
pero viene

ya casi está llegando
con su mejor noticia
con puños con ojeras
con noches y con días

con una estrella pobre
sin nombre todavía

lento pero viene
el futuro real
el mismo que inventamos
nosotros y el azar

cada vez más nosotros
y menos el azar

lento pero viene
el futuro se acerca
despacio
pero viene

lento pero viene
lento pero viene
lento pero viene

Mario Benedetti




24 de dezembro de 2009

Navidad




“La Navidad no es un momento ni una estación, sino un estado de la mente. Valorar la paz y la generosidad y tener merced es comprender el verdadero significado de Navidad”

Calvin Coolidge

20 de dezembro de 2009

Organiza o Natal



Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom.

Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo.

Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento.

A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.

A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.

Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.

O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.

Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.

A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.

O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive.

E será Natal para sempre.

Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade.


Carlos Drummond de Andrade


Texto extraído do livro "Cadeira de Balanço", Livraria José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1972, pág. 52.




18 de dezembro de 2009

O livro da VIDA



A nossa vida é como um livro. O título corresponde ao nosso nome.
O prefácio é uma introdução ao mundo. As páginas são as crônicas diárias dos esforços.
O assunto principal desse livro pode ser a nossa profissão, os negócios, o amor, a ciência, a literatura e a religião.
Dia a dia, nossos pensamentos e atos são escritos nele, como prova de nosso êxito ou fracasso.
Tudo que anotamos em cada uma das páginas é de vital importância, pois ficará registrado para sempre.
Um dia, teremos de escrever a palavra FIM. Façamos que, então, possamos dizer que nosso livro é um modelo de nobres propósitos e serviços generoso ao mundo.
Sejamos valentes, esforcemo-nos, demos o melhor de nós e aparecerá escrito o melhor de nossa vida.

Autor desconhecido

Natassia


15 de dezembro de 2009

Nordeste Brasileiro

Há 2 anos estávamos saindo de casa para uma viagem inusitada e inesquecível que duraria 28 dias: percorrer 3000 km até Fortaleza de carro com a família.

Trajeto da viagem

15/12 Saída de casa e chegamos ao Rio de Janeiro, passamos rapidamente em Copacabana, lagoa Rodrigo de Freitas e pegamos a ponte Rio-Niterói para continuar “subindo” no mapa e paramos em Casimiro de Abreu (Região dos Lagos) para descansar.


Estátua de Carlos Drummond de Andrade em Copacabana

16/12 De Casimiro de Abreu, prosseguimos viagem até o sul da Bahia.
17 a 19/12 Do sul da Bahia, chegamos a Porto Seguro, lá passeamos na Cidade Histórica do Descobrimento, na Passarela do Álcool, nos complexos turísticos de Porto Seguro. Pegamos a balsa e fomos ao Arraial d’Ajuda e Trancoso, duas praias perto de P. Seguro, em Troncoso tem mangues e uma paisagem exuberante. O Arraial d’Ajuda é uma praia bem arrumada e é frequentada, em sua maioria, por estrangeiros e  pessoas de muito dinheiro


Na Cidade Histórica do Descobrimento

20/12 Prosseguimos viagem, passando o estado da Bahia e dormimos perto de Aracaju.
21/12 Acordamos cedo, bem cedo mesmo, às 5 da manhã, passamos o Sergipe, Alagoas e chegamos em Pernambuco, até chegar a Porto de Galinhas. Ainda deu tempo de pegar uma praia á tarde e à noite, passeamos pelo centro. È uma cidade pequena e bem arrumadinha com as galinhas esculpidas no tronco dos coqueiros.
22/12 Fomos nas piscinas naturais, demos comida aos peixes e mergulhamos com eles. À tarde pegamos uma praia e nadamos no mar tranqüilo, transparente e quente. Porto de Galinhas é um lugar muito lindo, uma paisagem indescritível, só estando lá mesmo!

Porto de Galinhas - PE

23/12 Saímos bem cedo de Porto de Galinhas, passamos por Recife, atravessamos a Paraíba, passamos por Natal e atravessamos o Rio Grande do Norte pelo interior, a paisagem é seca, outra realidade do Nordeste. Chegamos em Mossoró, a terra do Sol, um calor da pega e um sol de rachar, almoçamos lá e seguimos até Fortaleza, chegamos quase á noite, depois de 12 horas de viagem.
24 a 01/01 Em Fortaleza, lá fomos à praia do Futuro, à praia de Cumbuco, ao Mercado Central, a um show de humor muito engraçado. Ir a Fortaleza e não ir a um show de humor não dá! Fomos a uma praia perto de Fortaleza chamada Icaraí, numa foz de rio que deságua numa praia linda, limpa e meio deserta.
Fomos também ao Beach Park, o melhor e maior complexo aquático da América Latina. Muito Bom, desci vários toboáguas, mas não fui corajosa o bastante para descer o “Insano”, com 42 metros de altura e era vertical demais, chegava a 120 km/h. Mas mesmo assim, valeu, desci toboáguas com tapetes, bóias e sozinha, fiquei na piscina com ondas, cachoeiras. Tem uma passarela feita com garrafas afundadas na areia com forma de estrela e escrito “bem-vindo”. Muito bom, valeu a pena, me diverti bastante! No último dia do ano, à noite, fomos no aterro de Iracema, a praia do centro de Fortaleza, onde teve show do Falcão e depois o melhor show da noite, os PARALAMAS DO SUCESSO, logo depois da queima de fogos o show da Alcione.


Pôr-do-sol em Fortaleza

02/01 Continuamos a viagem e fomos à praia de Canoa Quebrada no Ceará, quase divisa com RN. Uma praia linda, limpa e uma paisagem exuberante.
03/01 Dormimos em Canoa Quebrada e fomos a Natal, no Rio Grande do Norte, uma cidade limpa, linda, bem planejada com as praias e o mar limpos. Aquelas dunas de Genipabu, altas e cansativas de subir.


Canoa Quebrada - CE                                                          Praia de Genipabu - Natal - RN

04 e 05/01 Antes de sair de Natal, passamos para ver o maior cajueiro do mundo, chegamos em João Pessoa no fim da tarde e no rádio anunciou um show na praia: o d' OS PARALAMAS DO SUCESSO, um é bom, dois é maravilhoso!! Fomos ao Farol do Cabo Branco, o ponto mais Oriental das Américas, depois seguimos até Maceió.
06/01 Fomos à praia do Francês em Maceió, é uma praia muito bonita com os arrecifes, parecida com Porto de Galinhas.


Extremo Oriental das Américas - João Pessoa - PB       Praia do Francês - Maceió - AL

07/01 De Maceió fomos a Aracaju dar uma passadinha no mercado municipal, depois fomos à Bahia, na Paria do Forte, no litoral norte.
08/01 Acordamos e fomos visitar o Projeto TAMAR e curtir a última praia do tour. Continuamos viajando pela Bahia.
09/01 Continuamos descendo a Bahia e dormimos no extremo sul do estado.


Projeto TAMAR - Praia do Forte - BA

10/01 Continuamos viagem e chegamos ao estado de Minas Gerais, passamos pela cidade de Governador Valadares, Mariana e Ouro Preto, nossa última parada.
11/01 Fiz alguns dos muitos passeios culturais que a cidade oferece. Fui à igreja de São Francisco de Assis, onde tem algumas das esculturas em estilo rococó; na igreja de Nossa Senhora da Conceição, onde tem o museu do Aleijadinho, essa em estilo barroco (totalmente, você até se perde visualmente). Depois fomos à Mina do Chico Rei, uma das poucas minas abertas aos turistas. Quem tem claustrofobia não entra porque é baixa (+- 1,55 de altura), funda e escura. Fui também a Congonhas do Campo, onde está a Basílica dos 12 profetas, a igreja que tem as esculturas do Aleijadinho na frente. Continuamos viagem por Minas, passamos pelo lago de Furnas, muito bonito por sinal.
 

Casa do Poeta Claudio Manoel da Costa                     Estátua dos 12 profetas em
em Ouro Preto - MG                                                   Congonhas do Campo - MG
                                             
12/01 Chegamos em casa às 2 da manhã cansada, mas com uma bagagem cultural muito grande. Valeu a pena!!!

Natassia

12 de dezembro de 2009

Cien años de soledad


Cien años de soledad es sin dudas un clásico ya consagrado de la literatura Latinoamericana. Su autor Gabriel García Márquez reafirma su fama y prestigio con cada nueva publicación. Pero este libro deja en el lector un recuerdo imborrable compuesto de pasiones y situaciones mágicas e irónicas. Narrado en tercera persona no ofrece juicios de valor acerca de los hechos que transcurren ni establece puntos que demarquen y distingan la realidad de lo mágico.

La novela se desarrolla durante principios del siglo veinte, en época del imperialismo colonial, un hecho delatador es la llegada de los americanos a Macondo. La guerra entre liberales y conservadores también encaja con esta época. Otro hecho a tener en cuenta es que el autor, Gabriel García Marquéz, nació en 1928 y algunos de los aspectos escritos en la novela encajan con aspectos vividos por él.

En este libro se describe la historia, tragedias y buenaventuras de la familia Buendía a lo largo de seis generaciones. La unión que da comienzo a la trama comienza bailando sobre las leyes del incesto. José Arcadio y Ursula fundaran con otras tantas familias el mítico Macondo, escenario donde transcurrirán precisamente cien años de soledad.

En este fantástico libro se repiten, como en la vida misma, nombres situaciones y errores. La pasión indómita de los personajes actúa contra toda lógica y resulta en puro sobresalto y emoción. Situaciones insólitas: años seguidos de lluvias, enfermedades que provocan el olvido, la peste del insomnio, la llegada sistemática de la ronda de gitanos que incluyen un soplo de civilización en Macondo, cuerpos tatuados, hamacas de pasión, muertos perturbados por los juegos sexuales, silencios eternos, amores imposibles concretados en maldiciones. Locura y enredos de poder, la política atravesada por la pasión y la traición. La muerte imposible. Todos estos elementos se aúnan formando una prosa característica, la del realismo mágico, y a la vez se separan en infinitas historias que describen delirantes realidades.

Así transcurre medio libro, y mientras lee el lector siente familiar a este pueblo de fantasía, con la llegada del ferrocarril, el cine y el telégrafo, algunos rayos de realidad llegan a Macondo y la sensación es de que todo comienza a desintegrarse en una lógica absurda, la maldición del placer empieza a corporizase sobre la familia Buendía.

Mientras Melquíades desenreda lentamente los hilos del destino, pero esto no evita las repeticiones, una última y esperada historia de amor surge en los finales de esta apasionante historia, pero sobre ella pesan cien años de soledad que dictaran un final inolvidable y abrupto. Un autentico final cerrado que deja planteadas, sin embargo, una serie de perplejidades. Un libro delicioso, que no puede faltar en su haber. Gabriel García Márquez recibió en 1982 el premio Nóbel de literatura por sus novelas e historia cortas, nació en Aracataca, Colombia. Además de escritor es periodista y ha realizado intervenciones como guionistas en algunas producciones de cine.

Reseña sacada del sitio Editum.org

Natassia

11 de dezembro de 2009

Um pouco de poesia

Não sejas o de hoje.
Não suspires por ontens...
Não queiras ser o de amanhã.
Faze-te sem limites no tempo.
Vê a tua vida em todas as origens.
Em todas as existências.
Em todas as mortes.
E sabe que serás assim para sempre.
Não queiras marcar a tua passagem.
Ela prossegue.
É a passagem que se continua.
É a tua eternidade...
É a eternidade...
És tu.

Cecília Meireles